Exposição “Rio, papel e lápis” celebra os 450 anos do Rio de Janeiro

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A exposição “Rio, papel e lápis” do caricaturista Cássio Loredano pode ser vista desde o dia 8 de Agosto no Instituto Moreira Sales na Gávea. Junta 61 ilustrações da cidade maravilhosa que celebram os 450 anos do Rio de Janeiro, e desenhos de espaços emblemáticos como o Real Gabinete português de leitura, a Biblioteca nacional ou a Igreja de Santa Luzia.

Paulo César

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Bernardino Machado, um Presidente nascido no Rio de Janeiro

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Bernardino Machado é o único Presidente português nascido fora do território nacional. Mais precisamente no Rio de Janeiro, onde nasceu a 28 de Março de 1851 e morreu, em Famalicão, no dia 29 de Abril de 1944, aos 93 anos.

Filho do  Barão de Joane, António Luís Machado Guimarães, viveu a infância com a família no Rio de Janeiro. Regressado a Portugal, aos 9 anos, o jovem Bernardino Machado ingressou, na juventude, na Universidade de Coimbra, em 1866, evidenciando-se no Curso de Matemática e tornando-se professor catedrático nesta Instituição.

Além da notável e precoce carreira académica, Bernardino Machado tinha uma intensa actividade cívica e política. Era maçon e foi Presidente do Grande Oriente Lusitano, entre  1895 e 1899, foi deputado ainda durante a Monarquia no partido Regenerador e no partido republicano, e era amigo de grandes vultos do pensamento republicano como Jaime Cortesão, António Sérgio, Aquilino Ribeiro ou Raul Proença.

Não espanta nada, pois, que desempenha-se funções importantes na República portuguesa,  instaurada no 5 de Outubro de 1910 – foi Ministro dos Negócios Estrangeiros entre 1910 e 1911 e primeiro embaixador de Portugal no Brasil, em 1913. Também foi Presidente da República em duas ocasiões – de 6 de Agosto de 1915 até  5 de Dezembro de 1917, quando Sidónio País, à frente de uma Junta Militar o destituiu, e de 1925 a 1926 sendo, curiosamente, afastado do poder por outro movimento reaccionário – o 28 de Maio que precipitou a Ditadura Militar e, anos mais tarde, o Estado Novo de António de Oliveira Salazar.

Homem de inegável talento e inteligência, Bernardino Machado personifica uma geração republicana de extraordinárias figuras, cujos ideais foram traídos pelo advento dos fascismos e totalitarismos vários que se propagaram pela Europa, nas primeiras décadas do século XX. E é, por motivos óbvios, um Presidente da República ligado, umbilicalmente, ao Brasil e à relação  luso-brasileira.

Rui Marques

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A Paixão segundo Clarice Lispector

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O rosto apanha em contra-luz a objectiva do fotógrafo, e magneticamente ilumina a câmara. Poucos escritores exercem sobre nós uma fascinação icónica como Clarice Lispector – um enleio que começa naquela face esfíngica, que exprime tudo na exacta medida em que tudo esconde, e que abocanha a máquina fotográfica com a ferocidade com que controlava as suas personagens, e ninguém exercia esse poder de vida e de morte, demiúrgico, tirânico e belo no interior dos seus Romances como ela.
Dezembro é o Mês de Clarice Lispector: ela nasceu em Chechelnyk, Ucrânia, a 10 de dezembro de 1920 e faleceu no Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977. Mas como todos os grandes escritores, Clarice tinha o dom da reencarnação, de reinventar-se a cada fase da vida.
Nascida como Haia Pinkhasovna Lispector, numa família judaica, os pais levaram-na para o Brasil para fugir das perseguições da Guerra Civil russa. A família muda-se para Maceió e, mais tarde, para o Recife: todos decidem mudar de nome, começar de novo, e é aqui que Clarice estuda, aprende línguas e começa a escrever.
A morte da mãe perturba-a, e a mudança com o pai para o Rio de Janeiro, trazem a jovem Clarice à capital brasileira para estudar Direito, Curso pelo qual nunca sentiu grande predilecção. Em vez de seguir as vias jurídicas, lança-se com uma precocidade invulgar nos caminhos da ficção – publica o seu primeiro conto “Triunfo” na Revista Pan, de propriedade do editor José Scortecci.
Os seus textos chamam a atenção: é convidada para trabalhar na Agência nacional, responsável por distribuir notícias aos jornais e emissoras de rádio da época, e ligada ao Departamento de Imprensa e Propaganda do Estado Novo de Getúlio Vargas. Entretanto casa-se, em 1934, com o colega de Direito Maury Gurgel Valente, diplomata de carreira e acompanha-o como esposa do embaixador em destinos como a Suiça, a Inglaterra, Itália ou Estados-Unidos.
Tem dois filhos dessa relação mas a distância do Brasil, que ela não suportava, precipita o divórcio em 1959. Regressa ao Rio, aos seus livros e às suas colaborações com os jornais. Em Setembro de 1966 provoca, durante o sono, um incêndio por ter deixado um cigarro acesso, a casa é destruída, Clarice fica ferida e quase tem de amputar uma mão.
Morre uma década mais tarde, a 9 de Dezembro de 1977, ironicamente um dia antes do cumprir o seu 57º aniversário, com um Cancro de ovário inoperável. Na manhã da sua morte, ainda ditava frases à sua amiga, Olga Borelli, talvez a pensar na próxima obra.
Esta é a História Oficial mas não é a História completa: faltam os romances de Clarice. Obras como “Perto do Coração Selvagem” – escrito quando tinha apenas 21 anos –“ A Paixão segundo G.H”, “O Lustre”, “A Cidade Sitiada”, “A Maça no Escuro”, “ A Legião estrangeira” ou “ A Hora da Estrela”.
Falta essa escritora enorme, divina, essa profeta da palavra que parecia seguir os ensinamentos do judaísmo e da Bíblia: nos versículos do Evangelho de João lê-se “e no princípio era o Verbo”. E o Verbo de Clarice tinha um efeito devastador, criava universos onde o leitor se perdia e encontrava, fazia uma viagem profunda ao íntimo do ser, onde nenhuma palavra é gasta inutilmente, mas também onde nos vemos completamente, como numa sala de espelhos, no interior da qual não existe saída possível.
Entrar numa obra de Clarice Lispector é como descer a um Labirinto. Só podemos sair dele, seguindo-a como quem persegue uma Ariadne que tece a Linguagem, que nos salvará do cruel Minotauro. Um Labirinto que somos nós próprios, as nossas insuficiências mais mesquinhas, a nossa Humanidade sem máscaras.
Batam à porta de um Romance de Clarice Lispector. Não tenham medo. Vai doer, vai ser revelador, mas será um enorme prazer chegar à última página.

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R. Marques

D. João VI de Portugal

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No dia 13 de Maio de 1767, nasceu Rei D. João VI de Portugal.

Dom João VI de Portugal (nome completo: João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança; Lisboa,13 de maio de 1767 — Lisboa, 10 de março de 1826), cognominado O Clemente, foi rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves de 1816a 1822, de facto, e desde 1822 até 1825, de jure. Desde 1825 foi rei de Portugal até sua morte, em 1826. Pelo Tratado do Rio de Janeiro de 1825, que reconhecia a independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, Dom João VI também foi o imperador titular do Brasil, embora tenha sido seu filho Dom Pedro I o imperador do Brasil de facto.

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Aniversário de Eça de Queiroz

Efemérides com Sotaques: aniversário de Eça de Queiroz

Foi há 167 anos que o grande Eça de Queiroz, um dos maiores romancistas portugueses, nasceu na Póvoa do Varzim a 25 de Novembro de 1845. Era filho de Carolina Augusta Pereira D’Eça, natural de Monção e  do Juiz José Maria Teixeira de Queiroz, nascido no Rio de Janeiro e que se tornaria amigo do outro grande vulto do Romance português do século XIX, Camilo Castelo Branco,  e protagonista no célebre processo judicial que este sofreu.
O facto de Eça  ter sido registado como filho de mãe incógnita deve-se, segundo alguns especialistas, a que quando ele nasceu os pais ainda não estarem casados por falta do consentimento da família de Carolina. Só aos 4 anos de vida de Eça é que os pais se casariam.
Foi entregue aos cuidados de uma ama até que se mudou para  a Casa do Vermelhido em Aradas, Aveiro, onde vivia a sua avô paterna. Posteriormente foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, e aos dezasseis anos vai estudar Direito para a Universidade de Coimbra.
Em Coimbra para além do Curso, torna-se amigo de Antero de Quental, “Santo Antero” como ele o descreverá num livro de memória do grande poeta açoriano. Paralelamente começa a colaborar na Revista Gazeta de Portugal, coletânea de textos que seriam publicados, postumamente, com o título de Prosas Bárbaras.
Concluído o Curso, passa a viver em Lisboa onde exerce a advocacia e o jornalismo. No seguimento de uma viagem ao Oriente, na companhia do Conde de Resende, irmão de Emília de Resende que se tornaria sua esposa, tira notas que depois utiliza para escrever as obras “ A Relíquia” e “ O mistério da Estrada de Sintra”.
Em 1871,  participa junto com os seus amigos Oliveira Martins e  Antero de Quental, entre outros, nas célebres Conferências do Casino em Lisboa. Numa série de Conferências procuram-se traçar novos caminhos para Portugal, nas mais variadas áreas, combatendo o marasmo que sofria o país.
A partir da década de 70 do século XIX, desabrocha todo o talento literário de Eça, com obras como “ O Crime do padre Amaro” – escrita em 1875, quando foi nomeado Administrador de Leiria –  e, claro está, a obra-prima “ Os Maias”,  em 1888. Inicia igualmente a sua carreira diplomática, com passagens como Cônsul por Cuba, Inglaterra ou França.
O último livro escrito e publicado, em vida, de Eça foi “ A ilustre Casa de Ramirez”, uma reflexão amarga sobre os problemas de linhagem de um nobre do século XIX. São muitas as obras de Eça que foram publicadas após a sua morte: entre outras podemos assinalar  “ Correspondência de Fradique Mendes”, “ A cidade e as serras” ou “ A Capital”.
Eça morre em 16 de Agosto de 1900 em  Neully-Sur-Seine, perto de Paris, localidade que o homenageou com uma Estátua. Regressado a Portugal teve um funeral de Estado, sendo sepultado em Santa Cruz do Douro.
Dele ficou-nos o estilo inconfundível, o português elegantemente sarcástico e uma visão profundamente irónica do país. Celebremos Eça de Queiroz, um imortal das letras em Língua Portuguesa.

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R. Marques

Parabéns a José Carlos Vasconcelos

Parabéns a José Carlos Vasconcelos, novo académico da Academia de Letras do Brasil

O jornalista e escritor português, José Carlos Vasconcelos, é o novo sócio-correspondente da Academia de Letras do Brasil e será confirmado,  no habitual Chá da tarde, esta quinta-feira, daquela Instituição sediada no Rio de Janeiro. O nome de José Carlos Vasconcelos foi sugerido pela professora de Língua Portuguesa, Cleonice Berardinelli e pelo advogado Marcos Vilaça, ex-Presidente da Academia, e foi a única candidatura apreciada nesta sessão.

José Carlos Vasconcelos, atualmente Diretor do prestigiado Jornal de Letras, é licenciado em Direito e tem uma carreira notável no Jornalismo português, além de ser um poeta e escritor de reconhecida qualidade. Também se tem destacado na valorização da ligação luso-brasileira e no fortalecimento das relações culturais entre os dois povos.

A Academia das Letras do Brasil foi fundada em 1897, tendo como primeiro Presidente o escritor Machado de Assis. É composta por quarenta sócios permanentes e vinte sócios correspondentes, que representam os letrados que não vivem no Brasil, entre os quais já constavam três portugueses – Agustina Bessa-Luís, Mário Soares e Urbano Tavares Rodrigues.

Ao novo sócio-correspondente da Academia de Letras do Brasil, o Sotaques deseja as maiores felicidades e a continuação da divulgação cultural das relações luso-brasileiras.

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 R. Marques 

Parcerias com Sotaques

As Parcerias com Sotaques viajam pelos mares da criatividade e da cultura  e ligam Portugal e o Brasil. Desenvolvemos uma Parceria com a Empresa Samira Lima Produtora, uma Produtora brasileira com mais de 15 anos de experiência,  sediada no Rio de Janeiro,  com atividades nas áreas da produção e supervisão  de Eventos artísticos e formação na área áudio-visual.

Uma Parceria com Sotaques, sem fronteiras, que queremos fortalecer cada vez mais !!! 

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R. Marques

Sabores e Paladares – Feijoada

A Gastronomia do Rio de Janeiro sofre influências das outras regiões brasileiras e da culinária portuguesa. Exemplo disso é um dos pratos mais típicos e apreciados pelos cariocas – a Feijoada.
Um prato que aproveita as partes do porco – chouriço, pá de porco, lombo de porco, toucinho, orelha de porco-  e carnes secas,acompanhada por paio, linguiça, feijão preto, arroz ,  alho moído e condimentadas com rodelas de laranja e molho feito à parte. Depois há variantes que se podem utilizar, mas o resultado é sempre excelente.
Boa feijoada para si, caro leitor !!!
Paulo César, Brasil
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Cidades com Sotaques – A Lapa do Rio de Janeiro

Lisboa e o Rio de Janeiro são duas cidades com Sotaques que partilham, além da beleza natural e da história, um nome de Bairro em comum: o Bairro da Lapa. Dois Bairros emblemáticos das duas cidades, com grande  tradição e monumentos que são uma referência cultural em Portugal e no Brasil.

A Lapa do Rio de Janeiro

A Lapa do Rio de Janeiro é o berço da boémia carioca e nela viveram, entre outros, Carmen Miranda, Machado de Assis, Manuel Bandeira, Jorge Amado ou Heitor Villa – Lobos. Durante muitos anos,  a Lapa fez parte do Bairro do Centro até ascender à condição de Bairro em  Maio de 2012:  também existe no seu interior  o famoso Aqueduto do carioca, que foi considerada a obra arquitectónica mais importante do Brasil colonial e é um espaço  de encontro de intelectuais, artistas,  políticos  e  músicos.

R. Marques

 

Cidades com Sotaques – Bairro da Lapa em Lisboa

Os dois Bairros da Lapa que existem em Lisboa e no Rio de Janeiro

Lisboa e o Rio de Janeiro são duas cidades com Sotaques que partilham, além da beleza natural e da história, um nome de Bairro em comum: o Bairro da Lapa. Dois Bairros emblemáticos das duas cidades, com grande  tradição e monumentos que são uma referência cultural em Portugal e no Brasil.

Bairro da Lapa em Lisboa

O Bairro da Lapa em Lisboa é antigo: a freguesia foi instituída em 1770 pelo Cardeal de Lisboa Francisco da Saldanha Gama, designando-se Nossa Senhora da Lapa. Estão situados nela o Palácio de São Bento, onde está situada a Assembleia da República portuguesa, o Palacete de São Bento, residência oficial do primeiro-ministro e grande parte das Embaixadas estrangeiras em Lisboa.

R. Marques

Rio de Janeiro, a Cidade de todas as maravilhas

O Rio de Janeiro foi declarado o que sempre foi: património cultural  da humanidade pela Unesco, mas já o era muito antes dessa consagração. A cidade do Corcovado, da praia repleta de garotas de Ipanema, do Carnaval que inunda as ruas,  dos imortais hinos compostos por Tom Jobim e Vinícius de Morais é a cidade maravilhosa, solar, única.

O epíteto de Cidade maravilhosa vem de uma marcha que André Filho compôs para o Carnaval de 1935, inspirada na ideia do escritor maranhense Neto Coelho e num programa de Rádio, “ Crónicas da cidade maravilhosa”, apresentado por César Ladeira. Para sempre ficou como o Hino do Rio.

A história do Rio de Janeiro está ligada à Baía de Guanavara, que o explorador português Gaspar de Lemos descobriu em 1502. À volta da Baía foi-se construindo uma povoação,  nos primeiros anos da chegada dos portugueses ao Brasil.

Capital dos reinos de Portugal e do Brasil, em 1808, depois da Corte Portuguesa e o rei, D. João IV,  terem fugido das invasões napoleónicas, a cidade conheceu um período de grande fulgor. Construíram-se novos edifícios como a Real Academia Imperial de Belas artes, o Jardim Botânico, a Academia militar ou a Biblioteca  e abriram-se os Portos marítimos, estimulando a actividade comercial.  

O Rio cresceu e com a independência tornou-se a capital do Brasil entre 1897 e 1960, quando Brasília se tornou a capital federal. Mas a cidade não perdeu o encanto: cartão postal do Brasil, com paisagens deslumbrantes, foi agora proclamada património cultural urbano da humanidade pela Unesco e será, em 2012, sede de jogos do Mundial de 2014 e em 2016 dos Jogos Olímpicos.

Trecho da Marcha “ Cidade Maravilhosa”

Cidade Maravilhosa, cheia de encantos mil

Cidade Maravilhosa, coração do meu Brasil

R. Marques

Mostra do cinema português no Rio de Janeiro

O cinema português está em exibição no Brasil. Entre 26 de Junho e 2 de Junho, a Caixa Cultural Rio de Janeiro apresenta a mostra “ Cinema português contemporâneo”, onde serão exibidos 19 filmes entre os anos 1999 e 2011.

Na Mostra também haverá lugar para o debate e discussão sobre os filmes com a presença dos cineastas portugueses como Margarida Cardoso, José Filipe Costa, José Barahona, Sérgio Tréfaut e Pedro Costa. Destaque também para os temas da migração, exílio e diáspora entre Brasil-Portugal e a África lisófona que serão abordados em nove curtas e dez longas metragens, durante o evento.

Depois do Rio de Janeiro, a Mostra poderá ser vista na Caixa Cultural de São Paulo de 3 a 8 de Julho de 2012. Uma oportunidade única para o público brasileiro apreciar o cinema português atual.

Paulo César , Brasil

 


Rio + 20 – Crescer, Incluir, Proteger

Está a decorrer, entre 11 e 23 de Junho, a Conferência das Nações Unidas 2012 sobre o desenvolvimento sustentável e a economia verde no Rio de Janeiro. No evento estão presentes 115 chefes de Estado e um total de 193 delegações que discutem matérias como a fome, o combate à pobreza ou o desenvolvimento de novas estratégia para tornar a economia sustentável.
Destaque, neste quesito, para a proposta do Brasil e de outros países para a criação global de um fundo para apoiar …a economia sustentável. Brasil que assume a Presidência do evento a partir desta sexta-feira.
Realizam-se outros eventos, paralelos ao programa do Rio 2012, como o Projecto Humanidade, no Forte de Copacabana, um espaço com Workshops, encontros e oficinas sobre o desenvolvimento sustentável, apoiado pela Fundação José Marinho. E a Cúpula dos povos, uma iniciativa que contará com mais de 15.000 participantes, organizada por mais de 200 organizações da sociedade civil que discutirão a crise sócio-ambiental.
Deseja-se que desta Conferência saia uma agenda que promova a economia sustentável na próxima décadas.

Paulo César, Brasil