Prémio Portugal Telecom da Língua Portuguesa

06/12/2012. Credito: Marcelo Tabach/ Divulgacao. Escritor Jose Luiz Passos.

Grande Prémio Portugal Telecom da Língua Portuguesa para o escritor José Luiz Passos

O escritor brasileiro José Luiz Passos é o vencedor do Grande Prémio Portugal Telecom, com a obra “O Sonâmbulo amador”. Nascido em Pernambuco em 1971, o autor é professor de Literatura Luso-Brasileira, doutorado em Letras e Sociologia nos Estados-Unidos, tendo leccionado na Universidade de Berkeley e na Universidade da Califórnia.
“O Sonâmbulo amador” é a história de alguém que fica parado no tempo e se vê obrigado a reinventar os seus sonhos e a sua identidade. Recorde-se que o escritor português, Valter Hugo Mãe, vencedor em 2013, com o livro “A Máquina de Fazer espanhóis”, foi um dos 12 finalistas deste ano com “O Filho de Mil Homens”.
Para além do Grande Prémio Telecom concedido a José Luíz Passos, foram premiados Cíntia Moscovich, com o livro ” Essa Coisa brilhante que é a chuva, na categoria de contos, e Eucanãa Ferraz venceu a categoria de poesia com a obra ” Sentimental”.

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R. Marques

Um abraço da Língua Portuguesa a José Saramago

José  Saramago  no  SESC“Quando o tempo levantou, passada uma semana, partiram Baltasar Sete-Sóis e Blimunda Sete-Luas para Lisboa, na vida tem cada um sua fábrica, estes ficam aqui a levantar paredes, nós vamos a tecer vimes, arames e ferros, e também a recolher vontades, para que com tudo junto nos levantemos, que os homens são anjos nascidos sem asas, é o que há de mais bonito, nascer sem asas e fazê-las crescer, isso mesmo fizemos com o cérebro, se a ele fizemos, a elas faremos, adeus minha mãe, adeus meu pai”

Citação do Memorial do Convento de José Saramago

Hoje e amanhã vão ser Dias de José Saramago na Revista Sotaques Brasil/Portugal. Amanhã celebra-se o aniversário do nascimento do Nobel português da Literatura – nasceu a 16 de Fevereiro de 1922 e faleceu a 18 de Junho de 2010 – e queremos prestar-lhe a devida Homenagem pelo que deu a Portugal e à Língua Portuguesa, espalhada pelos quatro cantos do Mundo.
A vida e obra de José de Sousa Saramago, é um milagre de superação permanente . Nascido na Golegã, Azinhaga, no dia 16 de Novembro de 1922, numa família de pais e avôs agricultores, acompanha os pais aos dois anos a Lisboa, onde viverá os anos da Infância e da Juventude e grande parte da Idade adulta.
Por dificuldades económicas, não consegue seguir estudos universitários, entrando para a Escola Técnica e começando a trabalhar como Serralheiro mecânico. Não deixa, porém, de ser um ávido leitor, frequentando a Biblioteca Municipal de Lisboa, no Palácio de Galveias.
Com 25 anos, publica o primeiro romance “ Terra do Pecado” em 1944. A recepção à primeira obra não é entusiástica, e o segundo livro “ Clarabóia”, é rejeitado pelas Editoras, só sendo publicado em 2011, após a morte do escritor.
Mas, apesar disso, Saramago persiste. Conjuga trabalhos na Editoral Estudos da Cor e como Director do Diário de Notícias com a publicação dos livros de poemas “ Provavelmente alegria” ( 1970) e “ O Ano de 1993” (1975).
A década de 70 marca um antes e depois na História de Portugal e de José Saramago. Em 25 de Abril de 1974, o país liberta-se da tenebrosa Ditadura de António de Oliveira Salazar, e Saramago retoma aos caminhos da ficção com “ Manual de Caligrafia” (1977) e “ Levantados do Chão” (1980), onde encontramos os grandes temas da sua obra: a crítica às desigualdades sociais, a defesa dos mais fracos, a reivindicação do Humanismo e da Solidariedade como valores primordiais nas relações entre os homens.
“ Memorial do Convento”, publicado em 1982, estabelece definitivamente o nome de Saramago na constelação dos grandes escritores portugueses. Neste clássico da Literatura nacional, Saramago tece uma brilhante narrativa histórica, situada no início do século XVIII, na qual convivem personagens reais como o Rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão com figuras imaginárias como Blimunda e Baltazar, cujas histórias se vão entrecruzando num Memorial que celebra a construção do Palácio de Mafra.
Os anos 80 e 90 são os da explosão meteórica do fenómeno literário Saramago. Obras como “ O Ano da morte de Ricardo Reis” (1984), “ Jangada de Pedra” (1986), “ O Evangelho segundo Jesus Cristo” (1991) – que desencadearia uma polémica que levou o escritor a mudar-se de Lisboa para a Ilha espanhola de Lanzarote – Ensaio Sobre a Cegueira (1995) e Todos os Nomes (1997) , projectam o autor para uma dimensão planetária.
O Nobel da Literatura, obtido em 1998, é o primeiro de um escritor de Língua Portuguesa e foi antecedido pelo Prémio Camões ( 1995), o maior galardão atribuído a autores que escrevem em português. No novo século, sucedem-se “Ensaio Sobre a Cegueira” (1995), “Todos os Nomes” (1997)e as “As Intermitências da Morte” (2005).
A Morte, em 18 de Junho de 2010 , acontece em Lanzarote, nas Ilhas Canárias, onde vive com a escritora e jornalista Pilar del Rio, e é apenas um capítulo de uma História prodigiosa de persistência e talento. José Saramago resistiu a todas as contrariedades e conseguiu o reconhecimento da Literatura universal.
Hoje e amanhã e todos os Dias, a Língua Portuguesa, os cidadãos que a escrevem e falam, os Governos, os seus agentes públicos e privados em todo o Mundo – como exemplifica a fotografia que acompanha este artigo – tem o dever de abraçar José Saramago.
A Língua Portuguesa deve-lhe esse acto de gratidão eterna !!!

www.sotaques.pt – A Revista dos grandes escritores da Língua Portuguesa

R. Marques

Festin começa em grande

logo_cab600A sessão inaugural do Festin – Festival Itinerante de cinema da Língua Portuguesa, realizada, ontem à noite no Cinema São Jorge, em Lisboa, foi um grande sucesso de público. Mais de 1000 pessoas estiveram presentes no emblemático Cinema de Lisboa, e assistiram à projeção do filme “ O Grande Kilapy” do realizador angolano Zezé Gamboa, que resulta de uma Parceria entre Angola, Brasil e Portugal.
A afluência foi tão grande que o Festin teve de organizar uma sessão extra do filme. Além da exibição da película, o realizador e a sua equipa subiram ao palco, no final, para agradecer a presença do público.
Os sons do DJ GuiDay convidaram todos os presentes a acabar a noite em Festa. O Festin prolonga-se até ao dia 10 de Abril e promete continuar em alta.

www.sotaques.pt – Um Festival de Cultura e Criatividade

R. Marques

David Fonseca

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Sotaques divulga espectáculo musical de David Fonseca

A Revista online Sotaques Brasil/Portugal vai marcar presença no Concerto de  David Fonseca intitulado  “ Seasons: raising; falling” que se celebrará no próximo dia 9 de Março, às 21h30, no Coliseu do Porto. Assim os leitores do Sotaques vão conhecer em primeira mão os pormenores da nova aventura musical de um dos artistas mais criativos e inovadores das últimas décadas em Portugal.

De facto, David Fonseca dispensa apresentações. Músico que tem desenvolvido um percurso pautado pela coerência e o gosto por um estilo criativo e sem medo dos riscos, primeiro no grupo “ Silence 4” e posteriormente na carreira a solo, é um artista respeitado dos dois lados do Atlântico, com admiradores em Portugal e no Brasil.

Por isso, tínhamos a obrigação de estar com David Fonseca. Porque desejamos estar ao lado da música portuguesa de qualidade, facilitando a Ponte cultural entre portugueses e brasileiros.

www.sotaques.pt – O site dos Eventos com Sotaques da Língua Portuguesa

R. Marques

Bicampeã do Carnaval de São Paulo

mocidade2-jpg_063420Parabéns à Bicampeã Mocidade Independente

Parabéns à Mocidade Independente que se sagrou Bicampeã do Carnaval de São Paulo, conquistando o seu nono título. O triunfo deveu-se, sobretudo, ao Samba Enredo “ A sedução me fez provar …me entregar à tentação”, que desempatou uma renhida disputa com a Escola Rosas de Ouro.

Á grande bicampeã do Carnaval São Paulino, o Sotaques presta homenagem por esta grande vitória.

www.sotaques.pt – Sambe ao som da Língua Portuguesa

R. Marques

Fotos

Mensagem de Fim de Ano do Sotaques

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Ao longo deste primeiro ano de vida, a Revista Online Sotaques tem procurado essencialmente cumprir dois objectivos: o primeiro, aproximar os portugueses e brasileiros, fazendo uma Ponte Cultural entre os dois povos, mostrando a sua História e Criatividade, o segundo é trazer uma mensagem de optimismo, de esperança, de capacidade de fazer mais e melhor.

Como os nossos leitores e seguidores puderam constatar, através dos nossos conteúdos, Portugal e o Brasil são dois países criativos, ricos em iniciativas. Juntar essas energias, essa força é um dos maiores desafios que o Sotaques se propõe atingir.

Portugal atravessa uma crise económica visível. Mas quem,  como a nossa Revista, vai à procura da criatividade dos portugueses, encontra verdadeiros tesouros culturais e pessoas dotadas de imensas qualidades e vontade de fazer.

Essa é a Mensagem de Fim de Ano que a Revista Sotaques lança aos seus leitores, aos criadores portugueses e brasileiros, aos seus Parceiros e que, ao mesmo tempo, é um desafio. Criem, lancem as sementes e terão em nós um Parceiro, um Amigo, um Divulgador da vossa palavra e talento.

Um Feliz 2013 para todos !!! Viva Portugal e o Brasil!!! Viva a Língua Portuguesa !!!

www.sotaques.pt – A Revista da Língua Portuguesa

R. Marques

Nuno Carinhas, em Busca da Música da Língua Portuguesa

NunoCarinhas

Entrevista com Sotaques:  Nuno Carinhas,  em Busca  da Música da Língua Portuguesa

A Peça “ Casas Pardas” é uma revisitação de uma das obras-primas   da Literatura Portuguesa do século XX. Partindo da Obra homónima de Maria Velho da Costa, publicada em 1977, adaptada por Luísa Costa Gomes, fazemos uma viagem pelo Salazarismo através dos diálogos de várias personagens que se fecham  em Casas Pardas,  claustrofóbicas, onde tudo  funciona numa lógica aparentemente eterna e asfixiante.
Conversamos com Nuno Carinhas, Diretor do Teatro Nacional de São João, responsável pela Encenação do espectáculo, sobre esse Tempo passado cuja memória ainda nos fere, nos dias de hoje, e que é também uma homenagem à Música poderosa, incontornável, única que possui a Língua portuguesa,  e que o Teatro recupera como legado para o Futuro, para as Gerações vindouras.

P – Que contacto tinha com esta obra Literária de  Velho da Costa “ Casas Pardas”, escrita em 1977,  e como foi o desafio de traduzir este texto para o  Palco?

Nuno Carinhas – Este Projecto nasceu a partir da ideia do cruzamento de  vários autores,  traduzindo  textos emblemáticos da Literatura Portuguesa para a linguagem mais específica do Teatro – por isso, quisemos que o Jacinto Lucas Pires adaptasse o “ Nome de Guerra do Almada Negreiros e a Luísa Costa Gomes   “ Casas Pardas”, de Maria Velho da Costa.

Relativamente a “ Casas Pardas” é um Livro que admiro, um romance charneira na ficção nacional que além de espelhar esse Tempo cinzento e triste, o faz com um grande domínio da Linguagem e elegância.

P – Luísa Costa Gomes fala-nos de um Romance Teatral na abordagem da Obra. Concorda  com esta definição ?

Nuno Carinhas – Sem dúvida. É um romance teatral porque ensaia várias formas de Literatura no seu interior.

Isso fez com que sentíssemos que tínhamos em mãos um Texto invulgar , que devíamos respeitar ao máximo. Procuramos na Peça uma certa economia,  para que não houvesse repetições nem pleonasmos,  palavras ou  gestos a mais, para que o espectador fruísse a beleza dos diálogos e monólogos das várias personagens. 

P – “ Casas Pardas” aborda o Portugal anterior ao 25 de Abril. Que memórias guarda desse Tempo e como era a atividade Teatral então ?

Nuno Carinhas – Eu era relativamente jovem nesta altura e lembro-me que havia um crivo muito forte da parte da censura, existiam autores malditos, proibidos e tínhamos a presença constante dos censores no Teatro. Eles eram pessoas lá de casa, uns privilegiados, e claro,  essa  falta de liberdade prejudicava a nossa atividade.

P – Até que ponto o Portugal de Salazar, com as suas encenações – o próprio Ditador quando já estava doente, na cama, era visitado pelos ministros que o tratavam como se ainda estivesse no Poder – era uma gigantesca  Peça de Teatro no sentido mais profundo do termo ?

Nuno Carinhas  – Julgo que havia uma sensação de imutabilidade no regime. O Estado Novo condicionava a liberdade de expressão e de criação das pessoas, havia uma repressão surda que fazia com que  elas falassem  baixo e tivessem  medo do vizinho, do colega, sentiam-se constrangidas.  

P – A Revista Online Sotaques procura aproximar a Cultura Portuguesa e Brasileira. Aprecia o Teatro Brasileiro e algum autor em particular  ?

Nuno Carinhas – O Nelson Rodrigues é um nome incontornável porque é um autor com uma linguagem própria, mas também posso falar de outro criador como Ariano Suassuna, com um registo mais local. Creio que o Teatro brasileiro tem uma variedade de propostas e autores muito interessante.

P – Valorizamos a língua e a diversidade de Sotaques. Como cultor da palavra,  por excelência, que se dedicam à exploração do texto e da fala,  gosta de algum Sotaque português em particular ?

Nuno Carinhas –  Os Sotaques são essenciais porque nos mostram as possibilidades da Língua. Por exemplo, quando encenamos um Auto de Gil Vicente estamos a recuperar um Património Cultural da nossa forma de falar, das nossas origens. Nos Sotaques há essa musicalidade das palavras que enriquece a nossa ação como criadores. 

P – O Teatro Nacional de São João tem boas relações com o Brasil ?

Nuno Carinhas – Desde 2008, assinamos um Protocolo de colaboração com o Serviço Social de Comércio de São Paulo, no âmbito do qual temos desenvolvido várias parcerias.

No âmbito desse Protocolo,  o TNSJ já apresentou  no Brasil Peças como “ Turismo Infinito” ou  “ Sombras – A nossa tristeza é a nossa alegria” da autoria do Ricardo Pais, um tributo que junta   textos de  escritores como o Padre António Vieira, Garrett ou António Ferreira e o universo do Fado. Também já recebemos criações do SSCSP aqui .

P – As parcerias com o Brasil podem ser uma saída para a crise que atravessa o Teatro nacional  ?

Nuno Carinhas – São importantes para podermos fazer essa troca de experiências, de criatividade que é fulcral nesta conjuntura difícil.

P – O TNSJ tem um especial cuidado com os Projectos educativos ?

Nuno Carinhas – Procuramos que as Escolas possam ter um contacto regular com o Teatro Nacional de São João. Através da vinda dos professores e alunos para assistir aos ensaios, da organização de oficinas sistemáticas, de Masterclass,  enfim toda uma série de atividades que aproxima o Teatro aos jovens e que estimula a sua curiosidade e gosto.

P – 2013 está aqui ao virar da esquina. Que balanço profissional faz de 2012 e como projeta a  atividade do TNSJ  em 2013 ?

Nuno Carinhas – Faço um Balanço positivo e reconfortante  de 2012: realizamos os trabalhos que desejávamos e cumprimos o nosso papel de proporcionar uma programação de qualidade aos vários públicos.

Quanto ao próximo ano espero que,  apesar das conhecidas restrições orçamentais, possamos dar continuidade ao nosso trabalho. A Cultura e as artes são essenciais para o país,  e é fundamental termos estratégias comuns para valorizá-las.

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R. Marques

Madredeus

Especial Sotaques sobre os Madredeus

Esta semana queremos homenagear um grupo que revolucionou a música portuguesa: os Madredeus. Ao longo dos próximos dias vamos contar como se formaram, quem foram as suas figuras principais e, sobretudo,

 que novos caminhos abriram para a música e a cultura portuguesas.
Para além de todos os méritos que tiveram, foram um grupo muito acarinhado no Brasil, por exemplo, e exportaram a sua música para todo o mundo. Esse poder de levar a Língua portuguesa a todos os Continentes, apostando em letras e sonoridades muito específicas, tornaram-nos embaixadores de Portugal.
Num ano em que comemoram 25 anos de carreira do grupo, e iniciarão brevemente uma nova digressão, vamos trilhar os caminhos dos Madredeus. E descobrir como foi gerado este Projeto musical que, como dizia o poeta para falar da Expansão portuguesa, “ deu novos mundos ao mundo”.
Estejam atentos !!! Porque boa música e conteúdos surpreendentes não faltarão !!!

www.sotaques.pt – À descoberta das nossas raízes culturais

R. Marques

Atriz Úrsula Corona marca presença no evento Encontro com a Lusofonia

O Sotaques marcou presença como parceiro no Evento “ Encontro com a Lusofonia” que se realizou na sexta-feira, dia 12 de Outubro, às 21h30 na Casa Barbot em Gaia, e no sábado, dia 13 de Outubro, em Lisboa no Auditório do Hotel Inspira Santa Marta. O Evento em Lisboa, organizado pelo nosso Parceiro Ritmos e Temas, foi moderado pela escritora açoriana Manuela Bulcão, contando com a participação do docente da Universidade Lusófona, Zaluar Basílio e o historiador Adelino Amaro, e teve como convidada especial a atriz da novela da Globo “ O Astro”, Úrsula Corona, que declamou um poema de Camilo Pessanha. 

 Foi mais um Evento com Sotaques que juntou Portugal e o Brasil. Agradecemos à atriz Úrsula Corona pela sua participação brilhante na homenagem aos poetas lusófonos. 

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 R. Marques

Manuel António Pina

Sotaques deseja a pronta recuperação do escritor Manuel António Pina

O Sotaques Brasil/Portugal deseja a pronta recuperação do escritor Manuel António Pina, que se encontra hospitalizado na cidade do Porto. Prémio Camões em 2011, o poeta Manuel António Pina é um dos maiores escritores portugueses, com obras em várias áreas como a poesia, o conto ou a Literatura infantil.

Daqui expressamos o nosso apoio a uma das grandes referências da Língua Portuguesa,  e o desejo de uma pronta recuperação.

Mariza e Ricardo Pereira representam Portugal

Mariza e Ricardo Pereira representam Portugal no “Criança esperança”

A cantora Mariza e o ator Ricardo Pereira representaram Portugal no programa da TV.  Globo “ Criança Esperança”. Com uma audiência de 70 milhões de espectadores, o programa teve dois  dos seus momentos altos com a interpretação de dois Fados de Marisa, acompanhada por Jacques Morelenbaum – foi a única cantora não brasileira a atuar – e na declamação de um poema de Fernando Pessoa, alusivo à formação do Brasil, por Ricardo Pereira.

www.sotaques.pt – Assista ao espectáculo da Língua Portuguesa

Paulo César, Brasil

Os campeões com Sotaques nunca são derrotados

Porque representam Portugal e o Brasil
Porque falam a Língua Portuguesa
Porque trabalham arduamente todo o ano
Porque nunca se rendem
Porque nos enchem de orgulho
Porque é bom, muito bom, sermos portugueses e brasileiros

Por tudo isso….
Força Telma Monteiro
És uma campeã com Sotaques
irás vencer sempre
porque os campeões são os primeiros a
levantar-se depois de um insucesso
e por isso
nunca são derrotados

www.sotaques.pt – O site dos nossos campeões