Jamie Cullum

Jamie-Cullum-1Revista Sotaques no Concerto de Jamie Cullum 

Não há nada como a primeira vez … para tudo. Jamie Cullum que o diga: o músico britânico teve o seu baptismo musical, ontem no Coliseu do Porto, e recebeu uma estrondosa ovação testemunhada ao vivo pela Revista Sotaques Brasil/Portugal.
O cantor e pianista nascido em Essex, em 1979, mostrou-se ao longo das mais de duas horas que durou o Concerto, numa forma extraordinária. O seu último CD ” Momentum”, apresentado neste espectáculo, iluminou o palco com uma sensibilidade que só está ao alcance dos grandes nomes da História do Jazz.
Canções como ” Pure imagination” ou ” You’re not the only one” elevaram o Coliseu do Porto a um estado de paixão e comunhão com o artista. E Jamie Cullum retribuiu o carinho, vestindo uma bandeira de Portugal que tinha sido atirada ao Palco e saltando do Palco em direcção ao público.
O momento deste fenómeno da Música foi especial. Também pelo público do Porto que, uma e outra vez, mostra a sua generosidade e calor para os artistas que o fazem feliz.
No final, o sentimento era unânime: volte sempre, Jamie Cullum, a esta cidade que ama a boa Música !!!

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R. Marques

Milton Nascimento

1378630_535210089901607_1606773436_nMilton Nascimento, novo Concerto, a emoção de sempre

Ontem à noite o Coliseu do Porto homenageou um sábio da Música. Porque é isso que Milton é: um mestre que sabe, à imagem de outros génios da MPB como Caetano, Chico Buarque ou João Gilberto, que a música é uma procura da Poesia das palavras, uma demanda pela palavra perfeita, aquela que é entoada pela voz como uma jóia preciosa, única, imortal, esculpida pelo cantor com a máxima delicadeza.
Nos 50 anos de carreira, apresentando o seu Disco “ Travessia” já editado em CD e DVD, Milton não deixou dúvidas sobre o seu estado de forma de eterna juventude musical. Êxitos como “ Cais”, “ Maria, Maria” ou “ Canção da América” testemunharam a força cristalina de uma voz que é património musical da humanidade, um tesouro raro difícil de encontrar em qualquer parte do Mundo.
Para abrilhantar a noite, não faltou outro génio da música em língua portuguesa. Carminho que cantou em duo com Milton o Fado tradicional “ A Rosinha das Limões”, e que empolgou a plateia com uma fulgurante interpretação do Fado de Vinícius de Moraes “ Saudades de Portugal no Brasil”.
Para fechar o Concerto a que a Revista Sotaques assistiu vivo, não faltaram as letras vibrantes do intemporal sucesso ” Maria, Maria”. Que deixou ao rubro as pessoas, que dançaram e cantaram com o prazer de reencontrar músicas que fazem parte das suas vidas.
Noite de génios no Coliseu. Génios eternos como o Senhor Milton Nascimento !!!

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R. Marques

Luan Santana afirma-se como ídolo em Portugal

shows-do-luan-santana-agenda-datasFoi com um espectáculo de luz, música e comunicação permanente com o público que Luan Santana confirmou a sua condição de ídolo em Portugal. O espectáculo do Coliseu do Porto não só revisitou  antigos êxitos como “Química do Amor” ou “ Um beijo” e apresentou  novas canções como “ Sogrão caprichou”, num Concerto onde a projecção de um Teaser com imagens do novo DVD “O nosso Tempo é hoje” assegurava um espectáculo visualmente deslumbrante.

Para além disso, antes e durante o Concerto, houve uma comunhão total entre Luan Santana e o público que encheu o Coliseu. Comunhão ao cantar as músicas, ao dança-las, ao querer estar próximo do seu ídolo, que nunca deixou de estar ali, em carne e osso, a mostrar aos seus fãs que também os respeita.

Já existem petições no Facebook com milhares de fãs para que Luan Santana regresse a Portugal. Esse é o destino dos ídolos e Luan Santana é, definitivamente, um ídolo musical incontornável no nosso país.

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R. Marques

Passatempo Luan Santana

PrintLuan Santana, um dos artistas mais populares do Brasil, volta a Portugal para dois Concertos imperdíveis – no dia 11 de Outubro, no espaço MEO Arena e no dia 13 de Outubro, no Coliseu do Porto. O Sotaques oferece bilhetes para os concertos do Porto e Lisboa a quem responder a uma pergunta no Passatempo que organiza para este Evento.

O Estilo musical de de Luan Santana é :

a) Bossa Nova
b) Samba
c) Sertanejo

Responde a esta simples questão para o e-mail rui.sotaques@gmail ou para o nosso Facebook www.facebook.com/sotaques, e habilita-te a este magnífico prémio.

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Teu corpo é meu texto

1012105_552707288103919_817852937_nTeu corpo é meu texto: o Corpo como linguagem teatral 

O espectáculo ” Teu corpo é meu Texto”, encenado ontem no Coliseu do Porto, mostra-nos o que sempre soubemos, mas dificilmente conseguimos traduzir artisticamente: que o Corpo é uma fala com vários significados que variam conforme os nossos gestos e actos. Com uma magnífica Christiane Torloni, quer na representação, que como voz off do espectáculo, ” Teu corpo é meu texto” exibiu uma companhia teatral formada por extraordinários actores com uma versatilidade imensa, capazes de nos impressionar com a sua destreza física e capacidade de representação.
A apoteose final, digna das melhores Óperas, com o recurso à música clássica, foi a cereja num delicioso bolo teatral. O público do Coliseu levantou-se em uníssono e os artistas, genuinamente artistas, foram aplaudidos durante largos minutos.
Longa vida ao grande Teatro !!! Longa vida aos actores que nos apaixonam !!!

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R. Marques

Marisa Monte arrebata o Coração do Porto

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Na Cidade que alberga o Coração de D. Pedro, herói de Portugal e do Brasil, ícone da mui nobre e Invicta capital do Norte, Marisa Monte fez vibrar em uníssono, os corações da multidão que esgotou o Coliseu do Porto, ontem, na véspera do 25 de Abril. Foi ela e essa Tribo de indefectíveis amantes da boa música, espalhados por todo o Mundo, e que ainda hoje se recordam das letras e músicas  do memorável Trio de Tribalistas, compostos por Marisa, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes.

Que não estiveram, mas estiveram presentes, através das canções que fecharam o Concerto e nos rememoraram como fomos imensamente felizes ao ouvir “ Já sei namorar” ou “ Eu não sou de ninguém”. Às vezes, na Música como em tudo o que fazemos, as ausências tem uma profunda presença- como lembrou a artista ao recordar, através de um belíssimo Hino cantado e popularizado  por  Cássia Heller,   escrito por ela, Carlinhos Brown e Nando Nunes, a amiga falecida precocemente.

O Público do Norte mostrou a generosidade que é habitual sempre que os artistas que ama, e são muitos do outro lado do Atlântico, se entregam totalmente. Marisa de vestido branco, esguia, elegante, passeava pelo Palco como se estivesse nas nuvens, elevando essa voz que, ( só um Deus grandioso),  lhe poderá ter dado.

A abrilhantar a noite, literalmente, do ecrã colocado atrás da Banda – e que Senhora Banda estava ali !!! – e de Marisa, surgiam obras e imagens criadas por vários designers brasileiros – entre outros, Luís Zerbini, José Damasceno ou Jonathas de Andrade  . Arte que abraça a Arte, numa pulsão de Amor que tomava conta de todos nós, de olhos arregalados perante tanta Luz.

E que dizer de “ Amor I Love you”, primeiro dos encores,  essa canção que significa tanta coisa para tantas gerações que viram nascer e frutificar o amor ?  Como são poderosos esses versos, como a Poesia nutre a Música, a alimenta, a fortalece !!!!

A noite de 24 de Abril para 25 de Abril, acabou já, simbolicamente, no Dia da Liberdade. A cidade do Coração de D. Pedro foi arrebatada pela energia carioca de Marisa e todos os corações pulsaram , mais fortes  do que nunca, ao som ritmado dos acordes da paixão.

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R. Marques

Daniela Mercury canta todos os Sotaques da Língua portuguesa


danielamercury1Daniela Mercury: o Furacão doce da Bahia que canta todos os Sotaques da Língua portuguesa

O calor da Bahia irrompeu na cidade do Porto. Nenhuma chuva o pôde refrear,  nenhum frio o pôde conter, apareceu como a própria Natureza, forte, indomável, como uma gigantesca onda melódica entoada por esse prodígio de todos os Sotaques da Língua Portuguesa chamado Daniela Mercury.

No Hino à música em Língua Portuguesa, que ontem a Revista Online Sotaques Brasil/Portugal teve o privilégio de assistir no Coliseu do Porto, surgiu uma artista da cabeça aos pés, com toda a generosidade que está na genética cultural de todos os verdadeiros artistas. O Furacão doce da Baía abraçou os Sotaques cantados deste lado do Atlântico: primeiro como uma homenagem a essa Ponte humana intemporal entre Portugal e o Brasil chamada Carmen Miranda, que dançava no Vídeo projectado no ecrã do Palco o imortal “ O que é que a Baiana tem”, homenageando assim a fonte, a origem, a percursora de um estilo de música e de vida; depois fez duetos com Luís Represas, Camané e Teresa Salgueiro, mostrando uma cumplicidade total, de artista para artista, de embaixadora musical  do Brasil para embaixadores do melhor que se canta em Portugal.

Com eles cantou o Fado e o Samba, com eles mostrou a grandeza múltipla da Música em português. Foi emocionante, foi grandioso, foi único e tudo coreografado por uma banda de apoio, composta por instrumentistas, cantores e dançarinos que pareciam ter Arte nas veias, no corpo, na alma, a Arte da Baía de todos os Santos.

O Público que dançava de pé, já passado da meia noite, viu passar pelo Porto um Furacão pleno: Daniela Mercury de todos os Sotaques da Língua portuguesa que transformou a cidade numa Baía tropical nortenha  de calor, ternura e amor incondicional  pela nossa Língua.

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R. Marques

 

 

O Mar de Rodrigo Leão inundou o Coliseu do Porto

Entramos num Concerto de Rodrigo Leão como crianças encantadas. Ouvimos os sons perfeitos que se propagam na sala, como se voltássemos a brincar no Parque, imunes a qualquer ruído supérfluo, a qualquer maldade, envolvendo-nos num Mar de música que nos acaricia os rostos e nos faz sentir humanos, abençoadamente humanos. Ontem no Coliseu do Porto, esse Mar veio até nós com uma intensidade brilhante, autêntica, natural. Fosse através da sofisticada orquestra que o acompanhava, de uma perfeição melódica sobrenatural, do acordeão que dançava à nossa frente ou dos violinos que nos faziam chorar ou rir intimamente, fosse pelos extraordinários convidados – Beth Gibbons, Neil Hannon ou Scott Matthews – cujas vozes ecoavam como um canto doce e infinito, vindo sabe-se lá de que Paraíso perdido.
Rodrigo Leão, a cada Disco, a cada Concerto, a cada música, a cada som que toca, mostra possuir o elixir da criatividade eterna. Tudo nele cresce, se reproduz e melhora – nada morre, nada se esgota, nada se banaliza.

Ontem fomos crianças. Levadas pela sábia mão deste espantoso artista que é Rodrigo Leão, em direcção ao Mar que nunca acaba, o Mar da grande Música !!!!

R. Marques

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