Entrevista com Sotaques – Gobi Bear

E

Quem é Gobi Bear ?
Gobi Bear é a minha one man band, ou banda de um homem só. No
fim da adolescência comecei a tocar guitarra e pouco tempo depois
comecei a dar concertos com alguma regularidade. As coisas começaram
a surgir a partir daí. Comecei a lançar discos e acabei por lançar 6
discos num espaço de 3 anos, que foram acompanhados por mais de 200
concertos e de uma tour internacional.
Como caracteriza o seu estio musical?
É uma pergunta complicada, porque nunca fui muito dado a rótulos.
Diria que faço uma mistura de Indie Folk com Loop Music.
Porque uma banda de um homem só?
As músicas que escrevo são muito íntimas e sinto que a forma mais
verdadeira de as compor/tocar é a solo.
Qual recurso tecnológico utiliza para criar música?
Bom, uso muitos. O principal é um pedal de loops, à volta do qual
grande parte das minhas músicas são compostas.
Conseguiria viver sem computador?
Conseguiria, mas a minha vida seria muito diferente. Utilizo–o para
compor, gravar, produzir, tocar ao vivo e também para efeitos de gestão
de carreira, visto que se trata do meu principal meio para me manter a
par do que se passa, em contacto com as pessoas que gostam de saber
e ouvir o que faço e também para agendar concertos.
Um som que não goste de ouvir?
Não há.
A ligação artística luso-brasileira precisa de ser mais estimulada?
Essa questão é muito pessoal. Sinto que há uma ligação luso-brasileira
crescente, mas a vontade de a estimular partirá sempre de vontade
própria. Pessoalmente, tenho planos traçados para uns primeiros passos
de colaboração com artistas brasileiros. Mas cada coisa a seu tempo.
Qual é o Sotaque do Urso?
Sou vimaranense, mas nunca tive grande sotaque do Minho, infelizmente.
Como viajo muito, diria que tenho mais sotaque de todo o lado do que
de algum lado.
Projectos para 2017?
Continuar a tocar, começar a mostrar alguns dos meus projectos
paralelos e lançar o segundo LP do Gobi Bear.

|Arlequim Bernardini

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Dia Internacional do Jazz

 

 

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O Dia Internacional do Jazz é celebrado a 30 de abril.

A data foi criada pela UNESCO e anunciada pelo pianista e embaixador da boa vontade da UNESCO, Herbie Hancock.

Foi em 2012 que se celebrou pela primeira vez o Dia Internacional do Jazz. A comemoração tem como objetivo lembrar a importância deste género musical e o seu contributo na promoção de diferentes culturas e povos ao longo da história. O jazz está associado à luta pela liberdade e à abolição da escravatura.

O jazz é um estilo musical que apela à criatividade e à improvisação.

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Rita Redshoes – Música com Sotaques

C

“Mulher” é o novo single de “Her”, o mais recente disco de Rita

Redshoes, editado em Novembro do ano passado. Com música e letra de Rita Redshoes, “Mulher” é um dos 3 temas em português do disco, uma estreia que tem sido muito bem recebida pelos fãs.

“A canção nasceu de uma inquietação que foi crescendo à medida que também eu me fui tornando mulher. Senti-me e sinto-me inúmeras vezes, a medir espaços. Senti e sinto muitas vezes que os meus movimentos e voz são ignorados ou arrumados em caixas de preconceitos, por homens, mulheres e por mim mesma. Somos necessariamente diferentes e é isso que torna a vida rica, misteriosa e divertida. É uma canção em desabafo envolta num misto de orgulho e força”, diz Rita Redshoes sobre o novo single.

Em “Her”, Rita Redshoes envolve-nos nas suas histórias tendo por cenário os arranjos de cordas de Knox Chandler(que já colaborou com REM, Depeche Mode, Marianne Faithful, The

Psychedelic Furs, Siouxsie and the Banshees ou Cyndi Lauper). Arrisca como nunca, ao deixar emergir os seus conflitos interiores, de forma subtil mas intensa, ao interpretar pela primeira vez três temas na sua língua materna e ao tocar mais instrumentos do que nos seus anteriores álbuns: piano, teclados, omnichord e guitarra acústica.

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MANEL CRUZ, TINARIWEN E NAÇÃO ZUMBI SÃO AS NOVAS CONFIRMAÇÕES DO MIMO FESTIVAL AMARANTE

 

Manel Cruz

É de Portugal, do Mali e do Brasil que chegam as novas confirmações

Manel Cruz, Tinariwen e Nação Zumbi juntam-se a Herbie Hancock – que dará um concerto exclusivo em Portugal – na segunda edição do festival que se realiza entre 21 e 23 de Julho.

O carismático vocalista dos Ornatos Violeta, Pluto, Supernada e Foge Foge Bandido regressa aos palcos em 2017 com um novo projecto, em nome próprio. Depois de um período dedicado às artes plásticas – outra das suas áreas de intervenção artística -Manel Cruz está de volta com novas canções ao lado dos suspeitos do costume: Edú Silva (baixo, teclados), Nicot Tricot (flauta transversal, teclados, guitarra eléctrica) e António Serginho (percussão, teclados).

 

O MIMO Festival Amarante recebe, assim, o primeiro concerto de uma pequena série que o músico e compositor dará este verão. Manel Cruz foi convidado a encerrar o festival dia 23 de Julho, e, além das músicas novas, vai recordar canções que se tornaram hinos de uma geração.

Do Mali, vem a banda Tuareg de guitarras formada no final dos anos 70. Os Tinariwen actuam dia 21, trazendo o calor do blues do norte de África e “Elwan”, o sétimo disco do grupo, que será editado em Portugal durante o MIMO Festival Amarante. Gravado em França, Marrocos e Califórnia, em 2016, tem sido considerado pela crítica como o melhor álbum do grupo desde “Amassakoul”, lançado em 2004.

Tinariwen

O grupo mistura rock, blues e tichumaren, música tradicional do nordeste do Mali associado à luta política do povo Tuareg, num registo original que valeu aos Tinariwen o Grammy para Melhor Álbum de World Music em 2012. O novo disco, assim como o concerto, apresenta canções que meditam sobre ancestralidade, união e companheirismo, impulsionados pelas guitarras contagiantes, hipnóticas e cheias de groove. Participam de “Elwan” o guitarrista Matt Sweeney (Will Oldham e Run the Jewels) e os músicos Kurt Vile, Mark Lanegan (ex-Screaming Trees) e Alain Johannes (ex-Queens of the Stone Age).

 

Do Brasil, chegam a Amarante, dia 21, os pernambucanos Nação Zumbi, banda referência do rock brasileiro. Na bagagem trazem o décimo álbum, homónimo, que marca o regresso aos originais depois de sete anos de “Fome de Tudo” e conta com a participação de Marisa Monte.

Nacao Zumbi

No ano em que se assinalam 20 anos da morte de Chico Science, vocalista e fundador dos Nação Zumbi, o grupo, precursor do Manguebeat no Brasil – e agora composto por Jorge Du Peixe (voz), Lúcio Maia (guitarra), Dengue (baixo), Pupillo (bateria), Toca Ogan (percussão), Da Lua e Tom Rocha (alfaias) – vai revisitar as músicas que ficaram na história do importante movimento, um cruzamento de elementos da cultura regional de Pernambuco, como o maracatu rural, com a cultura pop, sobretudo o rock’n rol, funk e o hip-hop.

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Cristina Branco Estreia novo vídeo para tema “Alvorada”

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Cristina Branco estreou  novo videoclip para o tema “Alvorada”. Realizado por Joana Linda, o vídeo dá vida à canção de Luís Severo (Cão da Morte), um dos compositores nacionais da nova geração, tema que integra o mais recente álbum da fadista, “Menina”.

Editado em Setembro de 2016, “Menina” foi seguramente um dos mais aplaudidos discos nacionais do ano passado, recebendo a aprovação  generalizada da crítica. Agora chega o reconhecimento da Sociedade Portuguesa de Autores, que o nomeia para Melhor Disco para o Prémio Autores 2017. Na categira Música, Cristina Branco ainda tem uma segunda nomeação para Melhor tema de Música Popular com o tema “E às Vezes Dou Por Mim”, o primeiro single de “Menina”, de Filho da Mãe e André Henriques Linda Martini).

O álbum apresentou várias novas colaborações na carreira da fadista, como é o caso deste single. Falamos também de nomes como Cachupa Psicadélica, Peixe, Nuno Prata, Ana Bacalhau, Kalaf (Buraka Som Sistema), Jorge Cruz (Diabo na Cruz), entre outras parcerias já repetentes como o caso de Mário Laginha, Pedro da Silva Martins e António Lobo Antunes.

“Menina” será apresentado ao vivo no palco do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no próximo dia 25 de fevereiro, numa parceria com o Museu do Fado, no ciclo Há Fado No Cais. Uma semana depois, dia 9 de março, serão as Quintas do Conservatório, em Coimbra, a receber este concerto.

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Carmen Miranda  – Exuberância Luso-brasileira !

 


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Nascia no dia 9 de Fevereiro de 1909 Marco de Canavezes em Portugal a Grande Carmen Miranda .

Maria do Carmo Miranda da Cunha GOIH • OMC  (Várzea da Ovelha e Aliviada, Marco de Canaveses, Portugal, 9 de fevereiro de 1909 — Beverly Hills, Condado de Los Angeles, 5 de agosto de 1955), mais conhecida como Carmen Miranda, foi uma cantora e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Foi considerada pela revista Rolling Stone como a 15ª maior voz da música brasileira. Um ícone e símbolo internacional do país no exterior.

O primeiro grande sucesso veio com a marcha-canção Ta-hí (Pra Você Gostar De Mim), de Joubert de Carvalho lançada em 1930 e que foi recorde de vendas, ultrapassando a marca de 36 mil cópias, a música alcançou uma popularidade tão grande que, em menos de seis meses, Carmen Miranda já era a cantora mais famosa do Brasil. No ano seguinte, ela fez sua primeira turnê internacional, já como uma artista renomada, quando foi para a Argentina com os cantores Francisco Alves, Mário Reis e com o bandolinista Luperce Miranda. Ela retornou à Argentina mais oito vezes, entre os anos de 1933 e 1938.[7] Carmen Miranda tornou-se a primeira artista de rádio a assinar contrato com uma emissora, quando na época todos recebiam somente cachês.E seu sucesso na indústria fonográfica lhe garantiu um lugar nos primeiros filmes sonoros lançados na década de 1930.

Foi em 1939, no filme Banana da Terra, que Carmen Miranda apareceu pela primeira vez caracterizada de baiana, personagem que a lançou internacionalmente. O musical apresentava clássicos como O que é que a baiana tem?, que lançou Dorival Caymmi no cinema. Quando estava em temporada no Cassino da Urca, Carmen foi contratada pelo o magnata do show business Lee Shubert, para ser uma das atrações do seu novo espetáculo, The Streets of Paris, que estrearia na Broadway. Este foi o episódio que transformou a vida de quem mais tarde viria a ser conhecida como “The Brazilian Bombshell”.

Em 1940, ela fez sua estreia no cinema americano no filme Serenata Tropical, com Don Ameche e Betty Grable, a crítica aclamava suas roupas exóticas e seu sotaque latino, que tornou-se sua marca registrada. Nesse período ela foi eleita a terceira personalidade mais popular nos Estados Unidos, e foi convidada para se apresentar junto com seu grupo, o Bando da Lua, para o presidente Franklin Roosevelt na Casa Branca.[12] Carmem Miranda chegou a receber o maior salário até então pago a uma mulher nos Estados Unidos. Sua fortuna foi estimada como algo equivalente a cerca de $2 milhões de dólares pelo Los Angeles Times.

Fez um total de catorze filmes nos EUA entre 1940 e 1953, nove deles somente na 20th Century Fox. Embora aclamada como uma artista talentosa, sua popularidade diminuiu até o final da Segunda Guerra Mundial. O seu talento como cantora e performer, porém, muitas vezes foi ofuscado pelo caráter exótico de suas apresentações. Carmen tentou reconstruir sua identidade e fugir do enquadramento que seus produtores e a indústria tentavam lhe impor, mas sem conseguir grandes avanços. Numa época em que Hollywood estava interessada em vender musicais de “boa vizinhança” para evitar que as nações da América Latina se alinhassem com o Eixo, Carmen Miranda se tornou a personificação de um exotismo latino-americano genérico que foi abraçado como singular e peculiar pelo público dos EUA e rejeitado como inautêntico e paternalista por brasileiros.[15] De fato, por todos os estereótipos que enfrentou ao longo de sua carreira, suas apresentações fizeram grandes avanços na popularização da música brasileira, ao mesmo tempo, abrindo o caminho para o aumento da consciência de toda a cultura Latina.

Carmen Miranda foi a primeira artista latino-americana a ser convidada a imprimir suas mãos e pés no pátio do Grauman’s Chinese Theatre, em 1941. Ela também se tornou a primeira sul-americana a ser homenageada com uma estrela na Calçada da Fama. A sua figura, para muito além da música, seria uma influência permanente na cultura brasileira, da Tropicália ao cinema.

Em 20 anos de carreira deixou sua voz registrada em 279 gravações somente no Brasil e mais 34 nos EUA, num total de 313 canções. Um museu foi construído mais tarde no Rio de Janeiro, em sua homenagem. Em 1995, ela foi tema do aclamado documentário Carmen Miranda: Bananas is my Business, dirigido por Helena Solberg,[20] uma interseção no cruzamento da Hollywood Boulevard e Orange Drive em frente ao Teatro Chinês em Hollywood foi oficialmente nomeada Carmen Miranda Square, em setembro de 1998. Até hoje, nenhum artista brasileiro teve tanta projeção internacional como ela.

Fonte: wikipedia

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Félix Robatto A Guitarra de Belém Pará

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O guitarrista e percussionista Félix Robatto é um pesquisador da música latino-amazônica que vem se destacando como produtor musical no cenário nacional e internacional. Seu trabalho mostra uma música contemporânea paraense construída a partir de elementos da guitarrada, surf music, música latina e pop. Nascido em Belém do Pará, toca há 18 anos (começou aos 13). Suas músicas falam do cotidiano paraense, de símbolos regionais, mas com um toque universal. A música feita pelo artista é contagiante, feita para dançar.

Em 2004, fundou a banda La Pupuña que circulou não só pelo Brasil, mas também pelos Estados Unidos e Europa, apresentando a “guitarrada progressiva”, mistura do estilo paraense a influências como surf music e psicodelia. O grupo se formou a partir de um projeto de pesquisa quando Félix cursava Música na Universidade do Estado do Pará (UEPA) e foi um dos grandes responsáveis por colocar a guitarrada de volta aos salões. Com o La Pupuña, se apresentou nos principais festivais de música independente do Brasil e em eventos como SXSW (South by SouthWest), no Texas (EUA) e Wasser Musik em Berlim (Alemanha).

Em 2010, a banda terminou e deu origem ao grupo Félix y Los Carozos, que seguiu com as experimentações musicais. Com o grupo, se apresentou no circuito Prata da Casa, no SESC Pompeia (SP) e no SESC São José dos Campos.

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Paralelamente ao Los Carozos, o músico foi convidado para integrar e produzir a banda da cantora Gaby Amarantos. Foi dele a produção musical do primeiro CD da artista, o Treme, lançado em 2011 e indicado ao Grammy Latino 2012 na categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras. O mais novo CD da cantora Lia Sophia, que tem agradado a crítica especializada, também foi produzido por ele.

Em abril de 2016, Félix foi um dos seis curadores do projeto de ocupação musical #PULSØ2016 da Red Bull, que durante um mês reuniu 30 músicos brasileiros em São Paulo para produzir música. Félix esteve a frente da equipe que representou o Norte do Brasil.

Em maio, Robatto voltou à capital paulista para se apresentar no palco Barão de Limeira como atração da Virada Cultural de São Paulo.

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Em junho deste ano, Félix lançou um novo projeto que vem movimentando a cena cultural de Belém: a Lambateria. A festa semanal também realizada às quintas traz um repertório dançante com gêneros latino-amazônicos. Além de música, a festa também tem espaço para exposição de artistas visuais. Com um mínimo de três atrações por noite (show de Félix Robatto, do grupo de Carimbó “Os Safos da Capital” e discotecagem de Zek Picoteiro), o conceito musical da Lambateria tem relação com o próximo disco do guitarrista que faz uma pesquisa sobre as origens da Lambada. Atualmente, Félix está finalizando a produção de “Belemgue Banger”, seu segundo disco.

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Guitarra Portuguesa

lisboa.jpgA Guitarra Portuguesa é um instrumento musical carregado de simbolismo e, mercê da sua longa aliança com o Fado, é conotada com o “modo de ser” português, onde destino e saudade são palavras que naturalmente se associam ao trinado. Tem um timbre de tal modo inconfundível que, onde quer que esteja, qualquer português a reconhece aos primeiros acordes.

Tendo como origem directa a Cítara europeia do Renascimento, a Guitarra Portuguesa, tal como a conhecemos hoje, sofreu importantes modificações técnicas no último século, tendo no entanto, conservado a afinação peculiar das cítaras e a técnica de dedilho própria deste género de instrumentos.

Existem três tipos de Guitarra Portuguesa: a de Lisboa,  a de Coimbra e do Porto. A de Lisboa é a mais pequena das três, com caixa baixa arredondada e é a que possui o som mais “brilhante”. A de Coimbra é maior, com o corpo assumindo uma forma mais aguçada. A do Porto é a mais pequena. Uma das principais diferenças reside na cabeça da guitarra: a de Coimbra possui uma lágrima incrustada, enquanto que a de Lisboa apresenta um caracol. A do Porto goza de maior liberdade, podendo ter ora um dragão esculpido ora uma flor; os três estilos têm em comum as seis ordens duplas de cordas metálicas.

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A guitarra portuguesa utilizada na produção fotográfica foi construída por Alfredo Teixeira, cujo modelo de fabrico é herdeiro do modelo de Joaquim Duarte, o “Genro do Nelo”.

Bibliografia

À Descoberta da Guitarra Portuguesa, Cabral, Pedro Caldeira,2002

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Wallace Oliveira  –  O som que nos seduz

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“Wallace Oliveira, amante de música desde os 7 anos, formou-se em guitarra clássica e popular. Ingressou rapidamente em vários projetos e grupos folclóricos tradicionais oficiais como o Grupo Folclórico da Casa de Portugal de São Paulo, que acompanhou durante um mês de espectáculos em Portugal. Em paralelo, foi desenvolvendo a sua própria sonoridade eléctrica, tocando em vários projectos de Metal durante 8 anos.

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Foi em 2014 que Wallace descobriu o estudo da guitarra Portuguesa e se apaixonou pelo instrumento, acompanhando fadistas conceituados, como Jorge Fernando e Fábia Rebordão. No diia 10 de Junho de 2016, Wallace foi condecorado pela casa Luso-Brasileira do Estado de São Paulo em função das suas contribuições, junto da comunidade Portuguesa e no desenvolvimento das relações entre Portugal e Brasil.

 

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Revista Sotaques Nº 12 |Dezembro

Leia aqui a edição de Dezembro da Revista Sotaques Brasil Portugal.

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Yolanda Soares “ Royal Fado “

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O Novo CD da Soprano Crossover Yolanda Soares tem o nome de “ Royal Fado “ e é inspirado em “ Óperas de Amália “ Pode-se dizer que este 3º CD da cantora Yolanda Soares segue as pisadas do seu primeiro “Fado em Concerto” lançado em 2006 pela Universal.

Inspira-se novamente em Fados Amalianos ( sua grande influência dentro do Fado)

. Mas numa época muito específica da carreira de Amália , onde o Fado sofreu uma “transformação” , quer com a escolha de autores mais eruditos ( como Camões por exemplo) quer pelas melodias mais complexas e elaboradas ( principalmente as do compositor Alain Oulman ).

Nessa época os guitarristas tinham alguma dificuldade em abordar tais fados ,

e em tom irónico diziam: “… lá vai ela para as óperas…” .

 

Foi exactamente este termo que serviu de inspiração para todo um conceito onde

Yolanda Soares recria alguns fados Amalianos dando-lhes o carácter romântico

da ópera e acrescentando também sonoridades da World music ( Flamenco, Tango

, Oriental etc…).

Reconhece-se em Yolanda Soares uma capacidade de criar , inovar e trazer sempre

alguma surpresa nos seus projectos e este não é excepção.

Sendo cantora de profissão, ela é também autora , compositora e directora

artística da empresa de organização e produção de espectáculos “By the Music”

produções. Ou seja, os projectos desta empresa , há 15 anos que são imaginados

e criados por ela, e ela própria considera-se muito mais uma artista do que

meramente cantora. Não gosta de ser catalogada provando-o por diversas vezes,

nos seus projectos ,que não se resumem a um estilo musical apenas. Gosta de

fusões musicais e artísticas no geral e serve-se da sua base assente na música

clássica e no canto lírico para “tocar” outros universos musicais .

Royal Fado é isso mesmo. Uma inspiração artística e musical que começa no Fado,

é envolvido de música clássica e ainda ornamentado com estilos da dita “World

Music” . Onde o Fado é Rei inspirando tudo o resto, e onde o povo ascende ao

trono com este estilo musical tão representativo de um sentimento.De uma alma.

De um Pais.

É por este facto que Yolanda Soares apresenta agora, como single deste CD ,

e como primeira abordagem deste conceito, um Fado que Carlos Paião fez para

Amália intitulado de “ O nosso povo” .

Para Yolanda Soares os fados mais arrojados de Amalia não são de todo diferentes

da ópera, já que na sua essência comportam uma carga emocional ,um virtuosismo

vocal e uma complexidade melódica que se poderia quase associar a árias de

Puccini ou Verdi. A uma época romântica e virtuosa.

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Foi exactamente este termo que serviu de inspiração para todo um conceito onde

Yolanda Soares recria alguns fados Amalianos dando-lhes o carácter romântico

da ópera e acrescentando também sonoridades da World music ( Flamenco, Tango

, Oriental etc…).

Reconhece-se em Yolanda Soares uma capacidade de criar , inovar e trazer sempre

alguma surpresa nos seus projectos e este não é excepção.

Sendo cantora de profissão, ela é também autora , compositora e directora

artística da empresa de organização e produção de espectáculos “By the Music”

produções. Ou seja, os projectos desta empresa , há 15 anos que são imaginados

e criados por ela, e ela própria considera-se muito mais uma artista do que

meramente cantora. Não gosta de ser catalogada provando-o por diversas vezes,

nos seus projectos ,que não se resumem a um estilo musical apenas. Gosta de

fusões musicais e artísticas no geral e serve-se da sua base assente na música

clássica e no canto lírico para “tocar” outros universos musicais .

Royal Fado é isso mesmo. Uma inspiração artística e musical que começa no Fado,

é envolvido de música clássica e ainda ornamentado com estilos da dita “World

Music” . Onde o Fado é Rei inspirando tudo o resto, e onde o povo ascende ao

trono com este estilo musical tão representativo de um sentimento.De uma alma.

De um Pais.

É por este facto que Yolanda Soares apresenta agora, como single deste CD ,

e como primeira abordagem deste conceito, um Fado que Carlos Paião fez para

Amália intitulado de “ O nosso povo” .

Para Yolanda Soares os fados mais arrojados de Amalia não são de todo diferentes

da ópera, já que na sua essência comportam uma carga emocional ,um virtuosismo

vocal e uma complexidade melódica que se poderia quase associar a árias de

Puccini ou Verdi. A uma época romântica e virtuosa.

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Não é de todo atrevido dizer que Amalia é a nossa Callas do Fado.

Yolanda decidiu abordar os Fados de Amalia escolhendo a Harpa como instrumento

“chave” para esta abordagem, onde pretende unir o Fado a uma linha de época

mais romântica e também do “universo” world music. Neste trabalho Yolanda

Soares associa o Fado à nobreza não esquecedo que a monarquia também tem e

teve um peso fundamental na estrutura arquitectónica e cultural de Portugal.

Na procura de todo este universo ,Yolanda Soares decidiu convidar uma artista

muito especial . Artista oriunda do País de Gales (ao qual a Harpa está muito

associada) , a conceituada e ex harpista oficial da casa Real Inglesa Claire

Jones, que dá esse toque necessário de romantismo e nobreza, e que juntamente

com a nobreza de toque da guitarra Portuguesa de Custódio Castelo e os

arranjos do percussionista e compositor Chris Marshall cruzam as fronteiras da

distância e acrescentam aos Fados Amalianos uma sonoridade única . Ascestral

, romântica, mas também tradicional, universal e moderna.

É um trabalho que passa as fronteiras do tradicional. Vai além de conceitos

estanques e abrange universos muito generalizados.

|Arlequim Bernardini

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Arnaldo Antunes em Portugal

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Arnaldo Antunes faz o show de lançamento do seu 16º disco “Já É”. No repertório, as inéditas “Põe Fé Que Já É”, “Se Você Nadar” e “Naturalmente, Naturalmente”, além de seus grandes sucessos.
 
Com cenário de Marcia Xavier e Anna Turra, Arnaldo sobe no palco acompanhado por André Lima (teclados, sanfona e vocais), Betão Aguiar (baixo e vocais), Chico Salem (guitarra, violões, guitarra portuguesa e vocais) e Curumin (bateria, MPC e vocais).

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MIna – nas profundezas da memória

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“Um projecto musical internacional que mergulha fundo nas profundezas da memória, vem à tona para inspirar a sua beleza e embarca novamente, a caminho de um novo porto.

” Velhas canções atracam no seu cais, chegam carregadas de memórias de um lugar e da vida que nele se respira, chegam impregnadas com o seu aroma e com cada pequeno detalhe das pessoas que desse lugar se apartaram, deixando para trás um legado musical, fruto espontâneo da sua presença.

Com Mina (palavra árabe para “cais”) aconteceu da mesma forma. Os seus membros conheceram-se sem encontros premeditados, sem qualquer plano mas, por uma feliz coincidência, as suas rotas cruzaram-se e juntas trilham agora o mesmo caminho. A banda uniuse para perseguir este legado musical, enriquecido pela sabedoria empírica do povo e pela força das suas vivências, de onde provém a solidez do seu âmago, o seu instinto. Através do instinto primitivo e da pureza sensitiva, o povo escreveu e cantou sobre o amor e a guerra, sobre o que nos unifica ou nos distancia e sobre a beleza, sobre a Mãe Natureza, sobre as revoluções e estórias dos seus antepassados, manifestando os seus costumes e tradições com alegria, esboçando na lembrança as imagens dos seus navegadores à espera de um abraço no regresso a casa, das promessas de reencontro dos amantes e dos sonhos dos revolucionários sedentos de liberdade.

Mina junta os músicos portugueses Pedro Lima Pereira (Guitarra), Ricardo Coelho (Percussão), Rui Ferreira (Piano, Baixo Eléctrico) e Sofia Adriana Portugal (Voz, Percussão), à palestiniana Terez Sliman (Voz, Percussão) para descobrir estas canções e rumar novamente, levando-as numa viagem para novas coordenadas de espaço-tempo através da sua musicalidade, sempre acompanhados pelo imprescindível trabalho de Miguel Guerra (Técnico de Som) e de uma família em expansão: Muaz Aljubeh (Técnico de Luz), Sana Jammalieh (Designer Gráfica) e Asmaa Azaizeh (Coordenadora de Media).

Na outra margem, Minaa guarda por uma canção para atracar no seu porto, de onde voltará a embarcar… Oferecemo-vos Mina , o cais de onde vos convidamos a embarcar connosco para a nossa próxima viagem, tornando-a, na vossa companhia, uma experiência ainda mais enriquecedora…

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|Arlequim

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António Zambujo: revela novo vídeo para “Injuriado”

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António Zambujo: revela novo vídeo para “Injuriado” Agora que “Até Pensei Que Fosse Minha”, o novo álbum de António Zambujo composto somente por canções de Chico Buarque, já se encontra disponível nas lojas e em todas as plataformas online e digitais, o músico revela o primeiro vídeo retirado deste disco, para a canção“Injuriado”.

 

O vídeo foi realizado por André Tentúgal, também ele músico e que já realizou vídeos para artistas como Jorge Palma & Sérgio Godinho, David Fonseca, Diogo Piçarra, entre outros. O Café Buenos Aires, em Lisboa, foi o local escolhido como cenário deste novo vídeo, no qual António Zambujo aparece acompanhado dos seus músicos, nomeadamente Marcello Gonçalves (no violão de 7 cordas), Ricardo Cruz (contrabaixo) e ainda João Moreira, Bernardo Couto e José Miguel Conde.

Do álbum “Até Pensei Que Fosse Minha” fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como “Cálice”, “Valsinha”, “Tanto Mar” ou “Geni e o Zepelim”.

O próprio Chico Buarque interpreta com António Zambujo o clássico “Joana Francesa”. Já a fadista Carminho participa no tema “O Meu Amor” e a cantora brasileira Roberta Sá tem uma participação especial na canção “Sem Fantasia”.

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Zéq Oliver – Um artista completo.

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Cantor, compositor, pianista, preparador vocal e professor de canto lírico, Zéq Oliver iniciou  os estudos de música aos 11 anos de idade no Conservatório de Música do Estado de Sergipe. Em 2004, após concluir o curso Técnico em Piano, deu início à Graduação em Música na Universidade Federal da Bahia, onde estudou durante três anos Composição e Regência e posteriormente Canto. Durante os dez anos,em Salvador, desenvolveu um trabalho voltado à área de pesquisa em preparação vocal junto de cantores de diversos estilos musicais que iam desde o Gospel, passando pelo Canto Popular e Lírico, o que lhe trouxe uma vasta experiência no conhecimento técnico do desenvolvimento das habilidades vocais.

Zéq’ Oliver graduado em música erudita com mestrado em Musicologia pela Campbellsville University nos Estado Unidos, tornou-se um grande artista versátil.

Dono de uma voz única, mestre em releituras de obras de intérpretes como Barbra Streisand, Frank Sinatra, Michael Jackson, Elton John e outros grandes nomes da música mundial.

Zéq’ Óliver estará em Portugal dia 22 de outubro, às 23h. no Café Concerto São Mamede, Guimarães em apresentação única, para interpretar standards do jazz americano e sucessos da música pop.

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Vinicius de Moraes.

19 de Outubro de 1913 Nascia no Rio de Janeiro o grande cantor e compositor brasileiro Vinicius de Moraes.

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Marisa Monte e Carminho -Jardins de Serralves.

Concerto Marisa Monte e Carminho -Jardins de Serralves.

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Señoritas é o novo projeto de Mitó Mendes e Sandra Baptista.

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Este novo projeto, minimalista do ponto de vista musical, assenta na Voz e Guitarra de Mitó Mendes e no Acordeão e Baixo Elétrico de Sandra Baptista, suportados por sets de programações que realçam a crueza e nudez da linguagem musical.

O tema NOVA, lançado recentemente, é o single de estreia e apresentação deste projeto:

No entanto, as Señoritas têm outros temas preparados, todos originais e da autoria da própria banda que vão apresentar, pela primeira vez, ao vivo em maio em dois concertos intimistas e exclusivos no Porto e em Lisboa.

Dia 20 de maio, sexta feira, acontece a estreia de Señoritas ao vivo no Café Au Lait no Porto seguida de um concerto na Casa Independente, em Lisboa, no dia 21 de maio, sábado.

Em 2014, com o fim d’A NAIFA, partilhando o gosto comum de ensaiar, compor e tocar juntas, nascem as Señoritas. Desta vontade, surgiu um conjunto de canções que giram em torno de um universo feminino e tendencialmente urbano. Com uma atmosfera densa, feminina e bem portuguesa, numa abordagem singular, canta-se a vida, mas de uma forma crua e direta.

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Maria Gadú apresenta “Guelã” aos Portugueses

MG_Guelã_por Gabriel WickboldMaria Gadú, compositora, Cantora e autora de temas que correm o mundo como Shimbalaiê ou “Altar Particular”, um  dos maiores nomes de referência da Música Brasileira da actualidade

Ao terceiro álbum, Maria Gadú pode orgulhar-se de ter deixado o plano das promessas e ser hoje uma absoluta certeza no plano dos talentos firmados no Brasil. Guelã, o seu novo álbum, apresentado com grande sucesso no passado mês de Julho em São Paulo, primeiro, e no resto do Brasil, logo depois, é a prova desse talento maior: letras cuidadas, melodias ricas de imaginação, canções que têm garras para se manterem firmes nos nossos ouvidos por muito tempo.

Guelã é um trabalho ambicioso que traduz também as vistas largas de mundo que a cantora foi obtendo depois da estreia em 2009 e do crescimento, dois anos depois, com a edição do seu anterior trabalho, Mais Uma Página. Poder tocar em diferentes países fora do Brasil abriu-a a novas sonoridades e experiências e Guelã é a prova disso mesmo: James Brian, artista canadiano conhecido em Londres, ou Mayra Andrade, cantora cabo-verdiana conhecida em Lisboa, são alguns dos cúmplices nesta íntima viagem apresentada em Guelã. Apesar do tom solitário, talvez estas canções revelem que artistiocamente Maria Gadú abriu as suas asas. Afinal de contas, Guelã significa Gaivota.

Canções como “Vaga” ou “Trovoa” são fundas e mostram como Gadú domina a arte das emoções feitas palavras e melodias. Quando canta, não há quem não acredite que é para si em especial que Maria Gadú está a cantar, talvez por as suas canções conterem tanta vida.

Lisboa e Porto vão poder testemunhar isso num espectáculo íntimo, intenso e mágico. Com canções novas e canções de sempre. Depois de muitas datas no Brasil, datas em Montreux, Amesterdão, Ravello, Cesena, Treviso e Funchal, chega agora finalmente ás capitais. Imperdível, pois claro.

Datas
4 de Março – Centro Cultural de Belém, Lisboa
6 de Março – Casa da Música, Porto

 

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Dia Nacional do Samba

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O Dia Nacional do Samba é comemorado em 2 de Dezembro, onde se celebra esse ritmo musical criado no Brasil e que é tido como forma de expressão em diversas regiões. E conhecido mundialmente como símbolo da música brasileira.

Apesar de ser extremamente popular em muitas regiões do Brasil, a origem do samba como Bahia e São Paulo, este gênero de música está muito ligada ao Rio de Janeiro, onde nasceu por volta do final do século XIX e começo do século XX.

Era uma dança de escravos que misturaram suas danças com os ritmos regionais do maxixe, xote, entre outros, criando o samba carioca.

Origem do Dia do Samba

A data de 2 de Dezembro foi escolhida como o dia do Samba pois foi nesse dia que o famoso compositor Ary Barroso, um dos mais famosos compositores de samba da história, visitou pela primeira vez Salvador na Bahia. O então vereador Luis Monteiro Costa propôs então homenageá-lo, celebrando o dia do Samba nesta data no calendário regional, que com o passar dos anos acabou se tornando uma comemoração a nível nacional.

Tipos de samba:

Samba enredo – com origem no Rio de Janeiro na década de 30 é um samba que determina o ritmo dos desfiles das escolas de samba, e aborda temas sociais e culturais.

Samba de partido alto – é um samba de origem pobre, que tenta demonstrar a realidade de regiões carentes. Seus principais compositores são Moreira da Silva, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila

Samba Pagode – um dos ritmos dentro do samba que mais fazem sucesso surgiu no Rio de Janeiro nos anos 70, com letras românticas e ritmo repetitivo, tem como principais representantes grupos como: Fundo de Quintal, Raça Negra, Só Pra Contraria, entre outros.

Samba canção ? com origem na década de 20 tem característica ritmo lento e letras românticas.

Samba carnavalesco ? são as famosas marchinhas que embalavam os carnavais antigos e bailes típicos.

Samba exaltação ? esse tipo de samba trazia um saudosismo com letras que mostravam as maravilhas brasileiras, junto com acompanhamento de orquestra.

Samba de breque ? tipo de samba que tem interrupções para comentários no meio da música, com temáticas críticas ou humorísticas.

Samba de gafieira ? com origem nos anos 40, tem ritmo rápido e forte com acompanhamento, muito comum em danças de salão.

Sambalanço ou Samba Rock – Com influência do jazz o surgiu entre as décadas de 50 e 60 e embalou boates em São Paulo e Rio de Janeiro. Tem como principais representantes Jorge Ben Jor, Wilson Simonal e mais recentemente Seu Jorge.

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OS MUTANTES (BR) | O GRINGO SOU EU

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Os Mutantes dispensam qualquer tipo de apresentações — nascidos no contexto da tropicália, nos finais dos anos 60, movimento liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, rapidamente ascendaram ao pódio de nome maior da cena brasileira.

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Lenine O leão do Norte

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O cantor e compositor brasileiro Lenine deslumbrou a todos os presentes na Casa da Música no Porto  com sua musicalidade.

Na 6ª edição do festival Misty Fest o  cantoautor   Lenine convidou o público portuense a navegar pelos seus 30 anos de carreira, nesta viagem não faltaram sucessos como A Rede, Jack Soul Brasileiro, O Silêncio das Estrelas, Do It entre outros.

Para além dos grandes sucessos Lenine apresentou músicas do seu mais recente álbum “ Carbono “ um álbum bem pernambucano com um toque de ironia , frevo, ciranda e maracatu.

O  Leão do Norte encantou a todos com sua poesia.

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Amália Rodrigues É OU NÃO É (1972)

Amália Rodrigues – É OU NÃO É (1972)

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  Tatá Aeroplano com Disco voador “Aladins Bakunins”

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Tatá Aeroplano volta a voar no universo da música brasileiro. O artista natural do Estado de São Paulo,  e que já  cantou em Portugal, apresenta o seu novo álbum “Aladins Bakunins” através do seu heterónimo Frito Sampler.

Admirador da mística de Fernando Pessoa e da música portuguesa, Tatá Aeroplano confessa que ouviu músicos portugueses como Sérgio Godinho, Fausto ou Samuel Úria, que o inspiraram para criar este trabalho. No disco participaram artistas como  Júlia Valiengo (Trupe Chá de Boldo), Dustan Gallas, Clayton Martin, Bárbara Eugênia, João Leão, Meno Del Picchia, Junior Boca, Otavio Carvalho, Gustavo Souza e Fernando Maranho.

A revista Sotaques Brasil/Portugal apoia este nome da nova geração da música brasileira !

A loucura criativa de Tatá Aeroplano regressa em força. E Portugal aguarda-o com grande expectativa !

Arlequim Bernardini

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Curso de música no Hotel da Música do Porto

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O Hotel da Música, localizado no Mercado do Bom Sucesso, vai receber um conjunto sessões sobre a história da música. Este Curso ministrado pela professora de musicologia Nádia Cristina Gomes abrange períodos como o Renascimento – 20 de Junho – o período Barroco – 28 de Junho – o período Clássico – 4 de Julho – ou a música contemporânea – 19 de Julho.
Esta é uma excelente oportunidade para o público conhecer melhor esta arte milenar, acompanhando as etapas da sua evolução desde Duarte Lobo até Shoenberg, num espaço onde o virtuosismo da arte musical é cultivado todos os dias.

Cristiana Águas e Ney Matogrosso (en)cantam em parceria luso-brasileira

Cristiana Águas & Ney Matogrosso

 

A fadista portuguesa, Cristiana Águas e o músico brasileiro, Ney Matogrosso cantam em dueto o tema “Sangue latino”. O tema integra o  álbum de estreia  da fadista e foi gravado no Rio de Janeiro, com a autoria a caber a Paulo Mendonça e a João Ricardo.

Cristiana Águas deu voz à Diva Amália,  no recente filme sobre este mito da música portuguesa. É uma artista com uma forte ligação ao Brasil: este seu primeiro Disco é produzido pelo músico brasileiro, Pierre Aderne, e está actualmente a fazer uma digressão mundial de apresentação do mesmo, que decorrerá entre Maio e Outubro de 2015.

O vídeo desta parceria luso-brasileira já está disponível e abre o apetite para os apaixonados da música saberem mais sobre esta colaboração transatlântica, que junta Portugal e o Brasil  através das vozes de dois talentosos artistas.

Arlequim Bernardini

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Veja aqui o vídeo:

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Sotaques apoia evento do maestro André Lamounier na Hotel da Música

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Estamos com a arte e os artistas portugueses e brasileiros e divulgamos as suas iniciativas . Por isso, apoiamos a palestra sobre a Bossa Nova que o maestro e conferencista brasileiro, André Lamounier, vai fazer amanhã de manhã no Hotel da Música na cidade do Porto.

No dia 25 de Abril, dia em que se celebra a liberdade em Portugal, esta é uma óptima oportunidade para conhecer os segredos de uma música que nasceu no Brasil e conquistou o mundo. Não falte !

João Castro

www.facebook.com/sotaques ao lado dos artistas luso-brasileiros !

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  O  voo criativo de Tatá Aeroplano por Portugal

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O Brasil musical é uma permanente surpresa. Tatá Aeroplano é um nome a reter, na nova geração de músicos,  que promete renovar os caminhos da música brasileira.

Falámos com ele sobre a (re)descoberta do nosso país, a inspiração que lhe trouxe a música portuguesa, e o levou a criar uma nova canção durante a recente digressão.

P – Vem apresentar a Portugal o seu novo álbum “Na loucura e na lucidez”. Como caracteriza este trabalho ?

TA – Este novo disco é composto por músicas de 2012 e outros trabalhos de uma banda de que faço parte “O cérebro electrónico”. É um álbum em que abordo temas como o sonho, a noite, o delírio, a boémia, a loucura ou a lucidez, em que falo dos contrastes que sofre o ser humano.

P – Para ser artista é preciso ser um pouco louco ?

TA – Nós somos movidos pelo nosso estado de espírito. Eu refleti, neste trabalho,  essa dimensão dual do homem : quando fui para o estúdio, não tinha nome para este disco, e lembrei-me da loucura como tema inicial e da lucidez como ponto de chegada, como palavras fortes que me acompanharam ao longo deste  álbum.

P – Qual foi a maior loucura que cometeu pela música ?

TA – Foi ficar seis meses, numa situação muito precária, em São Paulo. Eu senti que precisava de ficar na cidade – e não voltar para Bragança, no interior do Estado de São Paulo – não tinha trabalho, mas consegui arranjar um emprego numa Universidade, tive ajudas de amigos e, finalmente, a minha sorte mudou e voltei a ter espectáculos.

P – É a primeira vez que está a tocar em Portugal. Como está a ser esta experiência ?

TA – Está a ser incrível. Antes desta digressão, ouvi muitas bandas e músicos portugueses, e fiquei entusiasmado com a qualidade de artistas como o Sérgio Godinho – comprei o disco “Pré-Histórias” que é magnífico – o Fausto, o Samuel Úria ou os Buraka Som Sistema.

Por outro lado, é muito  inspirador estar cá. Em Lisboa, por exemplo, conheci muitos lugares interessantes e fiquei fã de um local perto de Belém – o Beco dos Apóstolos – e compus uma música com o mesmo título, que apresentei no espectáculo.

Também é especial para mim pelo facto dos meus bisavós serem de origem portuguesa – de perto de Sintra.

P-  O que é que o inspira artisticamente  ?

TA – Ouço muita música e ganho novas referências. Por exemplo, o Sérgio Godinho e o Fausto são duas referências que levo daqui.

Por outro lado, estou muito ligado ao cinema. Vejo à volta de 200 filmes por ano, e tenho um projecto, em conjunto com o Paulo Betti, em que fazemos trilhas sonoras de filmes.

Também desenvolvo  a parte mais material da música: faço CDS e Vinis, e essa é uma fonte de rendimento muito interessante. Outra actividade que me preenche é a de DJ em Discotecas – trabalho nesta área há 12 anos.

P – Gostaria  de estabelecer  parcerias com artistas portugueses ?

TA – Estou sempre aberto a parcerias. Nesta digressão toquei com músicos locais e tenho todo o interesse em desenvolver novos intercâmbios.

No Brasil estabeleci parcerias com músicos como o Leo Cavalcanti, que correram muito bem.

P – Na revista Sotaques valorizamos a ligação entre a música e o sotaque. A sua  música tem influências do seu Sotaque de S.Paulo ?

TA – Os sotaques e a língua são essenciais para a música. E também as nossas leituras : eu fui muito influenciado pelo contacto com o Fernando Pessoa, o modo como ele escrevia, essa sensibilidade que me inspirou.

Rui Marques

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Rui Massena – O Virtuoso Maestro Pop  

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A noite ainda mal começara, na Invicta, quando na Casa da Música se ouviram os primeiros acordes no piano de Rui Massena. O  maestro, que já tocou em várias salas em todo o  mundo, e foi o primeiro maestro português a dirigir no Carnegie Hall em Nova Iorque, apresentou, aos portuenses que esgotaram a sala Suggia da Casa da Música, o seu mais  recente trabalho intitulado “ “ Solo “” .

Como diria o ditado popular “O bom maestro à casa regressa ” e Rui Massena regressou para apresentar ao público “ Solo “. Um trabalho como pianista e compositor,  que se destacou pela inovação, a harmonia e a versatilidade.

Ao longo da noite, ouvimos uma combinação harmoniosa entre os   magníficos solos e a mistura  dos sons:  um dos momentos mais marcantes da noite , deu-se   quando todas as luzes se apagaram e, por alguns minutos,  pudemos viajar para outra dimensão ao som do piano.

O Virtuoso maestro pop levou-nos ao encantamento,  com os seus perfeitos acordes ao piao. Sempre a inovar,  Rui Massena misturou o som do piano com outros  instrumentos do ensemble  como o   violino, violão celo ,  percussão  e hang , sem contar a Guitarra portuguesa  que,  juntamente com o piano,   fez-nos delirar.

A inovar e a  promover o talento nacional, o nosso Virtuoso Maestro Pop acrescentou ao seu espectáculo o Hang, um instrumento Suíço, que ficou conhecido quando Carlos Rodrigues apareceu a tocá-lo  no programa  “Got talent Portugal” em que o Maestro  foi jurado. O  virtuoso artista  convidou Carlos Rodrigues para fazer parte do seu inebriante espectáculo na Casa da Música  , uma mistura invulgar que resultou num harmonioso solo de piano e Hang.

Como bom maestro, Rui Massena  encerrou o espectáculo a colocar toda plateia  presente na sala Suggia a  cantar em coro .

Arlequim Bernardini

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Rodrigo Leão e a sincronia perfeita da música

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A semana na invicta começou com a apresentação do primeiro concerto do novo álbum de Rodrigo Leão “A vida Secreta das Máquinas”, um espectáculo interativo e  inovador.

Com a sala principal da Casa da Música esgotada, o público presente pôde viajar ao som das novas canções de Rodrigo Leão e dos seus músicos, um artista que se reinventa a cada novo trabalho. No decorrer do concerto,  Rodrigo Leão foi desvendando o  segredo escondido de cada máquina, a harmonia e sincronia entre  os músicos e a projecção dos vídeos tornou o concerto mais interativo,a mistura de imagens deve-se a um fantástico trabalho multimédia de Gonçalo Santos.

A “Vida secreta das máquinas” é também um trabalho conjunto de uma máquina musical de enorme precisão: Rodrigo Leão, o excelente conjunto que o acompanhou, com vários instrumentos como o trompete, os violinos, o  violoncelo,  além das imagens projectadas no ecrã ou as misturas de  sons, formam uma Orquestra no verdadeiro sentido da palavra, encarnando o conceito do  espectáculo na sua totalidade.

O novo álbum de Rodrigo Leão veio  mostrar, mais uma vez, a grandiosidade e versatilidade de um dos mais brilhantes artistas portugueses, numa noite Primaveril em que os sons de uma  máquina mágica, em estreia nacional  na Casa da Música, inebriaram os sentidos de um público  rendido ao virtuosismo de um músico,  que nunca pára  de surpreender a cada novo Concerto.

Arlequim Bernardini

Foto: Lauren Maganete

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E assim soa a voz do Alentejo ….

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É um milagre improvável. Uma música nascida da terra, dos campos, das costas dobradas dos trabalhadores, do suor de dias que começam na madrugada e acabam já noite cerrada.

Ontem voltámos a assistir a esse milagre. O espectáculo “Vozes do Alentejo”, protagonizado pelo Grupo Coral da Casa do povo de Serpa, acompanhados por Celina da Piedade, Bernardo Espinho e Paulo Ribeiro, devolveu-nos esse cante inquebrável, resistente a décadas, que se perpetua na sucessão de gerações como um fio de memória ligado ao futuro.

No reportório das vozes dessa terra prodigiosa, é difícil escolher. Por isso, tanto nos impressionámos com “Barco à vela”, “Menina Florentina” como ficámos em religioso silêncio perante o monumental “Alentejo, Alentejo”, uma espécie de hino eterno de todos alentejanos.

Foram essas e outras músicas que soaram, como uma missa solene, no auditorio da Sala Suggia. Músicas simples, grandes e humildes, com o gosto do amor e desamor, da natureza a florir, da emigração – e não faltou uma bela canção a falar de uma ida ao Brasil da rapariga amada.

Mas também houve uma notável reinvenção do “Circo de feras” dos Xutos e Pontapés. E momentos de virtuosismo de Celina da Piedade,  com o seu acordeão mágico e a sua voz solene e, claro, o coro grupal, extraordinário que veio de Serpa, e que já tinha representado o cante na consagração como património imaterial da Humanidade, em Paris.

Sem grandes alardes, sem pirotecnia, apenas com a voz da terra . Que soa assim …..

Rui Marques

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Sotaques apoia “As vozes do Alentejo”

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O encanto sedutor das vozes do Alentejo invade Lisboa e o Porto no mês de Março . O espectáculo ” As vozes do Alentejo” junta o grupo Coral etnográfico das Casa do Povo de Serpa aos artistas Celina da Piedade, Paulo Ribeiro e Bernardo Espinho para dois concertos – no dia 13 de Março, em Lisboa, no CCB, e no dia 14 de Março na Casa da Música do Porto.

Apoiamos este espectáculo que exalta as raízes do Alentejo profundo. E que é uma celebração do cante, do sotaque, da música e da cultura alentejana .

João Castro
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“Lisboando” de João Pires

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Revista Sotaques apoia crowfounding para o lançamento do álbum “Lisboando” de João Pires

João Pires, uma das mais interessantes vozes da música da nova geração de  músicos do universo lusófono, está a lançar o novo álbum “Lisboando” através de uma plataforma de crowfounding. “Lisboando” será uma digressão sentimental pela identidade do ser alfacinha, enriquecida por outras influências de músicas de outros locais como o Brasil ou África, visando não só o lançamento do disco mas a sua apresentação em Portugal e no Brasil.

Esta é, aliás, uma marca da música deste cantautor que contará, entre outras colaborações, com as letristas portuguesas Amélia Muge e Ana Sofia Paiva,  o letrista brasileiro Vinicius Carvalho e  as colaborações dos  cantores Aline Frazão (Angola) ou Dino Santiago(Cabo Verde). Este novo projecto vem na continuidade do trabalho de João Pires: recorde-se que o cantor participou no grupo Coladera,  em parceria com os artistas brasileiros Vítor Santana e Marcos Susano,  explorando as relações musicais entre os países da Lusofonia.

A revista Sotaques apoia esta ação de crowfounding pela importância que vislumbra na música de João Pires como elo de divulgação das relações culturais entre o Brasil e Portugal – o artista e o projecto Coladeira já foram divulgados numa das nossas edições. Pode obter mais informações sobre este álbum e contribuir em http://ppl.com.pt/pt/prj/lisboando .

João Castro

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Dia Mundial da Rádio

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Dia Mundial da Rádio Comemora-se hoje o Dia Mundial da Rádio: no dia 13 de Fevereiro de 1946 a United Nations Radio emitiu para seis países e, em 2011, a Unesco decidiu celebrar a efeméride passando a assinalar a data a partir do ano seguinte.

Em Portugal os pioneiros deste fascinante meio de comunicação foram Abílio Nunes dos Santos e Américo dos Santos, que fundaram a Rádio Graça em Lisboa. As primeiras emissões surgiram a 25 de Outubro de 1925.

A euforia em relação à Rádio também chegou ao Porto, nos anos 30. Três irmãos criaram a Rádio Sonora na Rua Sá da Bandeira. A Rádio é uma paixão para os que trabalham nela e um prazer para os que a escutam . Por isso, Feliz Dia Mundial da Rádio !

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R. Marques

 

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Pedro Abrunhosa por Inteiro

 PAB A digressão “ Inteiro “ do cantor portuense Pedro Abrunhosa iniciou-se -se na mítica sala de espetáculos da invicta “ Coliseu do Porto “, durante os dias  29,30 e 31, com lotação esgotada . O  Coliseu do Porto vibrou, dançou e cantou com Pedro Abrunhosa e a  sua banda.

Fãs dos 08 aos 80 marcaram presença para comemorar  os 20 anos de carreira do cantor, durante três horas,  o público não se cansou e ainda pediram mais e mais.

A noite ainda mal começara  e, Pedro Abrunhosa, surpreendia    todos ao pedir   ao público presente que subisse  ao palco para cantar com ele: os fãs deliraram  com a possibilidade de estar, nem que fosse por alguns minutos, junto do seu  ídolo. Foi um dos momentos mais marcantes da noite: ouvir mais de trinta pessoas  a cantar com Pedro Abrunhosa   no palco do Coliseu do Porto.

Com os braços no ar, o público delirou ao som da música “ Não Posso Mais “,  emocionaram-se  com o tributo que o cantor fez ao músico e amigo Jorge Sousa, ao cantar a música “ Anjo da Guarda“ , numa homenagem muito sentida,. Recordou varias pessoas importantes que o acompanharam,  ao logo de  20 anos de carreira,  como o compositor e pianista Jorge Peixinho.

Nestas três noite de festa,  não faltaram convidados especiais como o saxofonista Edgar Caramelo, o artista plástico João Ricardo de Oliveira-  que surpreendeu  todos com uma performance magnífica,  ao tirar sons de cactus –  mas  o público  não esperava  pelo convidado surpresa da noite, o fadista Camané, que  dividiu o palco com Pedro Abrunhosa para interpretar divinamente o tema “ Para os Braços da Minha Mãe “ .

O público não contava que ia viver mais um momento mágico com a participação do fadista, quando as luzes do Coliseu se apagaram  e só as luzes dos telemóveis e lanternas digitais iluminaram  a fantástica sala de espetáculos da Invicta,  para ouvir o tema “Ilumina-me “ iluminando todas as almas presentes.

Para fechar com chave de ouro o Concerto,  Pedro Abrunhosa protagonizou o momento da noite,  ao cantar “ Tudo o que eu te dou “.Em síntese : foram  três concertos ondem não faltaram momentos de diversão, homenagens, reflexão e muita música.

Arlequim Bernardini

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Maestro João Carlos Martins toca uma Sinfonia luso-brasileira

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Com origens e ligações familiares a Portugal, o Maestro brasileiro João Carlos Martins foi condecorado, em 2014, com a Ordem do Infante, uma das mais importantes condecorações portuguesas. Nada estranho para um pianista que é um exemplo de excelência artística, sendo considerado o melhor intérprete vivo de Bach.

A precocidade é apanágio dos talentos. Na música, o virtuosismo está associado aos mais jovens, aqueles que aprendem, desde a infância, o poder mágico  e sedutor das notas musicais, quer sejam compositores ou toquem um instrumento.

João Carlos Martins não foge à regra. O Maestro brasileiro com raízes portuguesas nasceu em São Paulo em 1940 e, ainda criança começou a tocar, vencendo um concurso para intérpretes de João Sebastião Bach.

Aos 11 anos estudava piano seis horas por dia. O seu talento também era reconhecido internacionalmente e tornou-se um dos representantes das Américas no Festival Casals, apresentando o recital final em Washington.

Com apenas 20 anos tocou numa das salas míticas dos Estados-Unidos, o Carnegie Hall de Nova Iorque sob o patrocínio da primeira dama norteamericana, Eleanor Roosevelt. Tocou com as grandes bandas americanas e gravou integralmente a obra de Bach, e foi ele quem inaugurou o prestigiado Glen Gould Memorial em Toronto.

Não se pense, porém, que João Carlos Martins não enfrentou obstáculos durante a sua carreira. Sofreu vários problemas físicas e doenças que condicionaram a sua actividade artística.

A primeira ocorreu quando foi convidado a integrar um jogo treino da equipa de futebol da Portuguesa dos Desportos – de que é fiel adepto – no Central Park em Nova Iorque. Como consequência perfurou o braço direito e provocou-lhe a atrofia de três dedos – esteve um ano sem poder tocar e limitando-o nos seus recitais até aos trinta anos.

Em 1995, em Sofia, foi agredido no decorrer de um assalto, que lhe provocou sequelas no uso do braço direito. Com limitações na mão direita, passa a tocar só com a mão esquerda e apresentou, em 2000, o espectáculo “Só para a mão esquerda” escrito por Paul Wittengstein, que tinha perdido a mão esquerda na primeira guerra mundial.

Um novo problema de saúde, uma contratura, no braço esquerdo. Julgou que não voltaria a tocar, mas após uma nova operação regressou ao seu amado piano.

Em 2004 gravou dois CDS de Bach. Ele que é considerado o maior pianista vivo do grande Compositor alemão – contasse até que o pintor Salvador Dali lhe teria dito isso mesmo quando o ouviu tocar num Concerto.

Este adepto incondicional da Portuguesa dos Desportos de São Paulo tocou, em 2007, o hino brasileiro no jogo em que a equipa regressava à Série A do campeonato brasileiro. E foi alvo de uma homenagem carnavalesca pela Escola de São Paulo “Vai Vai”, com o enredo ” A música venceu”, desfile em que o Maestro tocou a bateria durante alguns instantes .

A vida de João Carlos Martins foi abordada num documentário franco-alemão intitulado “Paixão segundo Martins” exibida em vários canais europeus e na televisão brasileira. Também se deve realçar o seu papel solidário, já que é o mentor de um programa de introdução à música para jovens carenciados na Faculdade de Música da Faculdade da Amazónia.

O Maestro João Carlos Martins continua a tocar e a vencer as contrariedades. É um símbolo dessa Sinfonia luso-brasileira que é a nossa cultura.

Arlequim Bernardini

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O Mar de Gisela João

 

998992_10151738561807518_1845054542_nA menina de Barcelos ancorou sua nau à porta do Coliseu do Porto, e convidou a todos os presentes,  nesta mística sala de espetáculos da invicta,  a embarcarem numa viagem pelo mar da música portuguesa.

A travessia inicia-se num cenário marítimo onde as ondas do mar, as nuvens suspensas com seu nome escrito,  nos  acompanham como um  pano de fundo durante a viagem :nesta nau cheia de poesia, versos, rimas e histórias,  Gisela João mostra ao tripulantes que tem alma de fadista.

Uma fadista que interpreta,  não apenas com a voz, mas sim com todo oseu corpo e alma. Gisela canta, dança e conta história através da música, no palco a menina transforma-se em  mulher,  mas sem perder a sua simpatia e simplicidade. Poucas fadista conseguem transmitir ao publico o sentimento de amarguradas e felicidades como Gisela João .

O mar está sempre presente durante espetáculo, Gisela não se  esqueceu de homenagear os grandes nomes da música portuguesa como fadista João Ferreira-Rosa, a rapper portuense Capicua entre outros. O  público delirou ao ouvir  o tema Pomba Branca,  na voz da fadista .

Como uma sereia que encanta os marinheiros,  Gisela, com sua voz, encantou a todos nesta viagem pelo fado,  interpretando temas como “Madrugada Sem Sono”,  “Vieste do Fim do Mundo” e ” Meu Amigo Está Longe “,  demonstrando aos tripulantes presente desta nau, a versatilidade e criatividade do novo fado,  que conquista  a admiração geral .

Arlequim Bernardini

 

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Alceu Valença inundou o  Porto com o calor dos trópicos  

Alceu Valença e Rodrigo Toffolo (Naty Torres)Como um catalisador humano, o pernambucano Alceu Valença aqueceu a noite fria de 19 de janeiro,  na Casa da Música do Porto. Acompanhado pela excelente Orquestra de Ouro Preto, dirigida pelo maestro Rodrigo  Toffolo , o músico brasileiro fez dançar o público numa noite inesquecível.

Estávamos perante uma noite diferente. Bastou ouvir os primeiros acordes da Orquestra de Ouro Preto para sentir que as fronteiras entre a música popular e a música erudita se iam esbater e que, como um rio imparável, íamos ser inundados pela musicalidade pura, sem classes ou géneros, cores ou preconceitos.

“Valencianas”, o espectáculo trazido por Alceu Valença na digressão que está a fazer a Portugal é um casamento feliz. Entre o povo e a alta cultura, um casamento natural já que a erudição nasce do povo, a música clássica tem uma raiz popular.

Essa união viu-se  não só no instrumental – nas músicas tocadas a solo pela Orquestra – como pela ligação umbilical entre Alceu e o conjunto. Na fria noite de janeiro, desfilaram alguns dos maiores êxitos do artista como “Coração bobo”, “Tropicana”, “Belle de Jour” ou “Ladainhas”, entoadas por uma voz quente e ritmada.

Nas letras, sentiu-se que Alceu é um poeta da música. Um poeta que procura o essencial da palavra, misturando-a com a natureza, com os sons primordiais, com as memórias de infância, com tudo aquilo que une um homem e a cultura que o engendra.

Que conhece Portugal intimamente – tem casa em Lisboa – e que também escreve sobre nós. Ou não tivesse um poema dedicado ao Porto, que recitou perante a plateia.

O calor dos trópicos apossou-se da plateia. E, no fim, com a repetição de “Tropicana” e “Coração bobo” viam-se pares a dançar na Casa da Música, seduzidos pela ternura transatlântica vinda, como um vento bom,  libertar os corpos.

Portugueses e brasileiros uniam-se aos pares, e dançavam como se estivessem sob o sol protector de Pernambuco. Bendita música que iluminas as almas como um sol de felicidade !

 

Rui Marques

 

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Dulce Pontes: a menina do mar trouxe o mundo ao Coliseu

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Dulce Pontes é uma pioneira na história da música portuguesa. Nos anos 90 foi a grande voz feminina da sua geração, fazendo a ponte entre as canções tradicionais portuguesas, o fado e  outros géneros musicais e cantores espalhados pelo mundo.

 

O grande mérito da música portuguesa, nas últimas décadas, foi o contagio e diversificação das suas raízes, as parcerias com  artistas de outros países, e uma visão mais universalista do que é a música. No epicentro desta revolução está Dulce Pontes que ontem, no Coliseu do Porto, regressa em janeiro aos palcos portugueses após quase dez anos depois.

Foi uma Dulce Pontes universal que ouvimos ontem no Coliseu do Porto. Com um reportório inesgotável que ia do tradicional ” A barquinha” ao clássico “La boheme” de Charles Aznavour, cantando músicas do medieval galego Martin Codax ou o alegre tango “Sou um circo”, com nariz de palhaço incluído.

Universal e local ao mesmo tempo, Dulce Pontes revisitou músicas marcantes como os “Índios da meia-praia” de Zeca Afonso ou êxitos como “Laurindinha” ou “Lágrima”. O inevitável apogeu aconteceu com “Canção do Mar”, que embalou o público numa osmose arrepiante.

No final, a menina do mar despediu-se com a mesma elegância com que atuou. Com a elegância dos verdadeiros artistas, aqueles que fazem da música uma travessia de emoções entre o passado e o futuro, cantando o mundo sem nunca perder as raízes.

Arlequim Bernardini

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Dia Mundial do compositor

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Hoje é Dia Mundial do compositor

Os compositores e maestros de orquestra são figuras essenciais na nossa cultura. Escrever música e dirigi-la é um talento muito especial e, por isso, queremos celebrar os maestros e compositores que se destacaram no Brasil e Portugal.
Na imagem vemos o brasileiro Heitor Vila-Lobos e o português Fernando Lopes Graça. Dois génios da música que nos deixaram um extraordinário reportório, e espectáculos memoráveis, sendo ainda hoje referências incontornáveis para as novas gerações.
Viva os maestros de Portugal e do Brasil ! Viva a suprema arte da música !

Alceu Valença comemora quarenta anos de carreira em Portugal

Valencianas 1 (Rafael Motta)O cantor brasileiro Alceu Valença comemora este ano os quarenta anos de uma carreira cheia de êxitos. Vai actuar em Portugal, em dois espectáculos, no dia 19 de Janeiro, na Casa da Música do Porto, e no dia 20 de janeiro no Tivoli, em Lisboa.

 Alceu Valença é um clássico da música brasileira. O seu mais recente  espectáculo “Valencianas” é um hino às tradições culturais nordestinas, com a participação da Orquestra de Ouro Preto, dirigida pelo maestro Rodrigo Toffolo, juntando a música popular e erudita,  numa bem sucedida comunhão musical.

Nos espectáculos que dará em Portugal serão cantados alguns dos maiores êxitos de Alceu Valença como “Anunciação”, “Tropicana”, “Coração bobo” ou “Sino de ouro e ladeiras”. A revista Sotaques vai fazer a cobertura do espectáculo no Porto e falará com o artista.

Estejam atentos porque na próxima semana vamos falar de uma lenda viva da música brasileira.

João Castro

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O cante alentejano conquista o mundo

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Embora já se aguardasse a atribuição ao cante alentejano do estatuto de património imaterial da humanidade, a notícia não deixou de ser recebida com júbilo. Esta música, com fortíssimas ligações ao povo alentejano e às classes trabalhadoras, nomeadamente aos mineiros e aos agricultores, conquistou o mundo com o seu encanto tradicional.

As origens históricas do cante alentejano remontam, segundo alguns especialistas, aos modos gregos na sua vertente erudita ou na europeia popular. Outros estudiosos apontam que as suas raízes viriam do canto gregoriana ou de  origens árabes.

Seja qual for a sua origem, não há dúvida que este canto tão original impressiona pela sua especificidade. Nomeadamente porque concilia o canto individual – o chamado ponto – com o coro polifónico que, num tom aparentemente monótono, acaba por nos fascinar pela coesão do grupo e pela mensagem colectiva que transmite.

Exemplo disso é a moda “O passarinho cantou”. Uma canção que se transformou num hino popular do Alentejo, que exprime a ligação profunda que os alentejanos têm com a Natureza.

O cante, aliás, sempre esteve muito presente no quotidiano. Era habitual que se cantasse durante os trabalhos de  lavoura, nos momentos de ócio, de descanso ou em movimento nas chamadas arruadas, ou ainda nas cerimónias religiosas.

Com a progressiva mecanização dos campos, após a segunda guerra mundial, o cante passou a ser cantado por grupos corais e locais. Também passou a ser cantado em vários pontos do país, por grupos organizados.

 Arlequim Bernardini

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António Carlos Jobim já tem estátua em Ipanema

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Foi inaugurada esta semana a estátua de António Carlos Jobim na zona sul da Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro . A estátua foi inaugurada no dia 8 de Dezembro, duas décadas passadas da morte de um dos grandes génios da música popular brasileira.

Paulo César

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Pedro Miranda- Casa da Música

 

Fotos : Daniel Silva
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  Pedro Miranda toca um Samba luso-brasileiro na Casa da Música

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Os grandes mestres de Samba são aqueles que levam o público, em qualquer lugar do mundo, a desfrutar do prazer do Samba. Pedro Miranda, nome cimeiro da nova geração do Samba, sabe isso e contagiou o público presente no espectáculo da Casa da Música, neste sábado,  com um hino a alegria e à música.

Foi um filósofo que viveu e deu aulas no Porto e no Brasil, o professor Agostinho da Silva, que disse que ” o brasileiro era um português à solta”. Quem viu o público da Casa da Música, no Porto, no espectáculo do músico brasileiro Pedro Miranda terá pensado

que o Samba também tem esse poder libertador, atendendo à euforia que tomou conta dos muitos portugueses presentes, que partilharam a alegria esfuziante dos brasileiros, todos reunidos numa noite mágica e inesquecível.

Não é por acaso que Caetano Veloso elogiou, publicamente, o artista carioca.Num espectáculo muito bem conseguido, perante uma plateia luso-brasileira, Pedro Miranda tocou e (en)cantou temas originais tão extraordinários como “Hello my girl” e “Pimenteira”, além do tributo elegante que prestou a mestres intemporais como Paulinho da Viola.

Momento alto foi a música “O sapo no saco”, que levantou as pessoas das cadeiras.No final era bonito ver a comunhão entre portugueses e brasileiros.

A boa música é sempre um bom pretexto para juntar os dois povos !

 

Arlequim Bernardini

Foto: Daniel Silva

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Maestro brasileiro João Carlos Martins recebe Ordem do Infante

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O maestro e pianista brasileiro João Carlos Martins recebeu do Governo português a Ordem do Infante no jantar comemorativo do 102 aniversário da câmara portuguesa de comércio em São Paulo.
A Ordem do Infante é uma das mais importantes distinções portuguesas, sendo atríbuida a personalidades que prestaram grandes serviços a Portugal, dentro ou fora das suas fronteiras. O maestro João Carlos Martins é considerado um dos maiores pianistas, e o maior intérprete vivo de Bach.

Paulo César, Brasil

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Patrícia Bastos, o canto da Amazónia que chega a Portugal

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Na Amazónia a música e a natureza andam de mãos dadas. A cantora brasileira Patrícia Bastos que obteve um extraordinário reconhecimento nos prémios da música brasileira em 2014,  chega a Portugal, no âmbito do Festival Misty Fest . Uma oportunidade única para conhecermos melhor uma artista que representa, orgulhamente, os valores ancestrais da sua cultura e da História do Brasil.

P -Foi premiada pelo álbum ” Zulusa” nas categorias de melhor álbum e melhor cantora regional nos prémios da música brasileira de 2014. Que importância teve este reconhecimento?
PB- Tem o tamanho de uma nação, de um motivo de cantar. Eu canto o Amapá, a amazónia, a nossa cultura, e fazer com que eles possam chegar, de alguma maneira, aos grandes centros é o meu presente.
É o meu reconhecimento como cantora, como artista que canta aquilo que vive.

P- Como caracteriza o álbum ” Zulusa”?
PB- Um disco que canta a cultura do povo do norte brasileiro. Mas um norte que pode ser encontrado em todo o mundo. Um álbum de música regional que se tornou universal pelo tratamento dos arranjos, e por cantar uma verdade.
P- O nome ” Zulusa” junta o nome Zulu e lusa – as origens indígenas e portuguesas do Brasil. Sente essa ligação na sua região ?
PB- Sentimos bastante, a nossa cultura é exatamente essa identidade, o índio, o negro, os pardos de origem portuguesa, todos juntos no traço, no rosto do povo da Amazónia.

P- A identidade regional está muito presente no seu trabalho. O que a inspira na sua terra e região como criadora?
PB- Só de olhar o Rio Amazonas já me sinto inspirada a cantá-lo, a falar daquela região, do amor que a gente tem pela nossa cultura. São tantos poetas, são tantos sotaques musicais que existem na Amazónia, que é até um pecado a gente ignorar isso e não inserir no nosso trabalho.

P- Quais são as suas referências musicais no Brasil?
PB- As primeiras referências foram as cantoras como Elis Regina, Clara Nunes, depois passei a me interessar por trabalhos inovadores, e que até hoje são referências para mim, como as cantora Ná Ozzetti e Ceumar, os compositores Itamar Assumpção e Vitor Ramil.
Procuro sempre estar atenta ao que acontece de novidade, e de certa forma me influencio por artistas que estão sempre reinventando a música brasileira como a própria Ná Ozzetti, Felipe Cordeiro, Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Jussara Marçal, Criolo, Luiz Tatit, entre outros, mas também os compositores da minha região, como Ronaldo Silva, Enrico de Miceli, Paulo Bastos e Joãozinho Gomes.
P- Vem agora apresentar o seu trabalho em Portugal. Que expectativas tem em relação aos espectáculos no nosso país?
PB- As melhores expectativas possíveis. Estou muito feliz.
Portugal faz parte deste disco tanto quanto o índio. Fazem parte da nossa Nação.
Então poder ir com o meu trabalho é um presente.

P- Que referências têm da cultura portuguesa ? E da música ?
PB- Sempre ouvi música portuguesa, desde criança, através de radios AM e de alguns Cds. O primeiro que conheci foi o Roberto Leal, que cantava nos programas de TV, aos sábados.
Depois Amália Rodrigues e, na adolescência, passei a conhecer Dulce Pontes, Carlos do Carmo. E gosto muito da voz do António Pinto Basto, que já ouvi cantar ao vivo.

P- Gostaria de fazer uma parceria com músicos portugueses ?
PB- Com certeza. Seria um presente.

P- Na sua biografia é referido que a Patrícia é património de Amapá, a sua terra natal. Podia falar-nos um pouco deste Estado?
PB- O Amapá é um estado que foi separado há pouco tempo do Estado do Pará. No Amapá, a cultura dos índios e do povo africano é ainda muito forte.
Há quilombos e danças que mostram isso : é um povo simples, muito festeiro e temos um rio lindo, o rio amazonas. E lá só podemos chegar de avião ou de barco. É muita água ao redor!

P- Em que projectos está a trabalhar neste momento ?
PB- Estamos ainda na divulgação do CD Zulusa e já pensando na continuidade dessa proposta para o próximo CD.

P – Podia enviar, através da revista Sotaques, uma mensagem aos portugueses sobre a sua música ?
PB- Portugal, é com muita felicidade que vamos levar o nosso trabalho para vocês. Vamos celebrar o que também lhes pertence, a cultura de vocês faz parte da nossa e vai ser uma alegria mostrar a Amazónia pra vocês.

Texto: Arlequim Bernardini 

 

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Sérgio Godinho : uma vida sob o signo da liberdade

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Não se pode escrever a história do século XX sem falar dos cantautores, e não podemos falar sobre esta  geração de criadores de canções e utopias sem mencionar o nome de Sérgio Godinho. Entrevistámos o artista e o homem que tem feito da liberdade uma forma de viver e respirar música.

P-O nome deste álbum chama-se Liberdade. A liberdade é muito importante na sua vida profissional e pessoal ?

SG – Representa muito. É uma palavra de toque que está presente ao longo do minha vida e da minha criação, e que tenho procurado cumprir.
Não uma liberdade que seja uma palavra oca, sem sentido. Aliás tenho uma canção onde falo nisso, na necessidade da liberdade nos proporcionar pão, educação ou justiça.
Este Disco, nasceu a partir de um convite do Teatro S. Luís, para fazer um espectáculo que evocasse os quarenta anos do 25 de Abril. Nasceu da convicção de que a liberdade não pode ser uma palavra oca, precisa de ter conteúdo, ser batalhada.

P – Quarenta anos depois: que balanço faz da evolução do país e da música portuguesa ?
SG – Não tinha expectativas porque era difícil imaginar como evoluiria tudo.
Foi um percurso acidentado, com avanços e recuos, o país continua a ter desigualdades em várias áreas, mas o 25 de Abril foi uma data charneira.
Mas não era possível fazer previsões: é a mesma coisa que prever o que acontecerá nos próximos quarenta anos.

P- Combater a censura e a Ditadura foi um desafio para o Sérgio Godinho antes do 25 de Abril ?
SG – Sinceramente não acho que essa tivesse sido a motivação principal para criar. Conheço casos de cantores como o Chico Buarque que desafiaram a Ditadura militar brasileira – e bem, sublinhe-se – mas a música foi uma forma de falar com as pessoas, de expressão através das canções.
O meu primeiro Disco é de 1971 e a música que criava era mais metafórica. As metáforas eram o meio que utilizávamos para contornar a censura.

P – Regressa ao Porto com dois espectáculos no Teatro Rivoli. Como está a encarar este regresso a casa ?

SG – De uma forma muito positiva: tenho uma ligação muito forte ao Rivoli, está no meu ADN .
Vinha a esta sala, com os meus pais, assistir aos Concertos de música clássica, dei o último Concerto antes das obras e o primeiro após a reabertura. Inclusive tenho um Disco chamado “Rivoli” que foi parcialmente gravado no Rivoli.
Unia-me também uma forte amizade com a minha comadre, Isabel Alves Costa, e tive muita pena quando, durante a gestão do Rui Rio, o teatro foi encerrado.

P – Como olha actualmente para a dinâmica cultural da cidade do Porto ?
SG – Eu fiz parte do Conselho Consultivo da Porto 2001, e já nessa altura se começavam a lançar sementes para esta evolução. Estive com grande prazer em vários espectáculos, na Casa da música – ela própria uma consequência do Porto 2001 – e essa pujança foi crescendo, apesar das dificuldades que afectam os artistas em todo o país.
P – Fez parcerias com vários artistas brasileiros. Que recordações tem dessas colaborações ?
SG – São diferentes porque foram em épocas diversas. Com o Caetano Veloso – que conheci nos anos 80 – enviei-lhe duas ou três canções para que ele escolhesse uma e desse voz no Disco ” O irmão do meio – eu sabia que ele ia escolher “Lisboa que amanhece”. Foi mais uma ponte entre sotaques a cantar Lisboa.
Com o Chico Buarque, o Ivan Lins e o Milton Nascimento no “Coincidências” foi também muito frutuoso. É sempre muito interessante porque os artistas portugueses e brasileiros têm uma raiz comum.

P – Quem lhe interessa na música brasileira ?
SG – Não consigo acompanhar tudo o que se faz musicalmente no Brasil. Mas poderia referir os mais consagrados como o Caetano, o Chico Buarque, o Gilberto Gil ou o Milton Nascimento, ou novos valores como o Zeca Baleiro ou o Gabriel o Pensador, com os quais também já trabalhei.
Curiosamente já tive a oportunidade de cantar canções brasileiras no disco “Caríssimas canções” em que cantei clássicos do Chico Buarque, do Caetano, do Pixinguinha, do Noel Rosa, quase todas com sotaque português. Tenho também ligações familiares ao Brasil pelo lado materno : a minha avô materna era brasileira e lembro-me que, sempre que almoçávamos na casa dos meus avós maternos, havia farofa à mesa.

P- Gostava de apresentar este trabalho no Brasil ?
SG – Parece-me muito difícil . O mercado brasileiro está muito virado para o Fado – e essa projecção é méritória – mas falta receptividade do Brasil para outros géneros musicais.
Em teoria claro que gostava de mostrar a minha música no Brasil.

P – O Sérgio Godinho lançou também recentemente um livro de contos “Vida dupla”. A escrita é um prolongamento do seu trabalho como músico?
SG – Pode-se dizer que sim. Eu gosto é de criar – canções, ficções – criar sob os mais diversos aspectos.

P – Que mensagem gostava de enviar aos brasileiros que queiram conhecer melhor este álbum e a música do Sérgio ?

SG – Que este álbum celebra o 25 de Abril num sentido mais amplo, e que se podem identificar com o seu universo criativo. Um universo criativo que tem muitas afinidades com a música brasileira, a nível das frases, do ritmo.

P – A música é liberdade para o Sérgio Godinho ?
SG – É liberdade, criatividade, magia. É sobretudo uma palavra com sentido.

Texto: Rui Marques

A picada vital dos The Black Mamba

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É um veneno vital  de música que  já conquistou  tanto portugueses como brasileiros . O trio Black Mamba formado pelos portugueses Pedro Tatanka e Miguel Casais e pelo brasileiro  Ciro Cruz, tem novo álbum chamado ” Dirty Little  Brother”,  e promete regressar ao Brasil, depois do memorável concerto que deu no Rock in Rio 2013,  no Rio de Janeiro, e que deixou uma legião de fãs no país irmão.

 

Revista Sotaques  – Que diferenças existem entre este segundo álbum “Dirty Little Brother” e o vosso primeiro álbum ? 

Black Mamba – O  álbum “Dirty Little brother” está cheio de surpresas e participações especiais e o seu processo de gravação foi feito com mais calma que o primeiro.

 Revista Sotaques – Como definiriam o vosso estilo musical ? 

Black Mamba – O nosso estilo musical é uma fusão de estilos. Cada um de nós na banda tem  a sua influência musical e quando nos juntamos para tocar, compor, ensaiar, os estilos também se juntam, e foi assim formado o som dos The Black Mamba. Uma mistura de Soul, Blues, Funk, Swing carioca e mais…

 Revista Sotaques – A Aurea participa também neste segundo álbum. É importante a continuidade desta parceria ?

 Black Mamba – A parceria com a Aurea foi uma continuação da nossa apresentação com ela no Rock in Rio Brasil . Foi um processo natural que surgiu  em conversas entre amigos, e que acabaram por se concretizar no estúdio.

 Revista Sotaques – Já actuaram no Palco Sunset no Rock in Rio Lisboa, no Rio de Janeiro. Como correu essa experiência ?

Black Mamba – Tocar no palco Sunset no RJ foi uma experiência maravilhosa. O público brasileiro aceitou muito bem o nosso som,  e é para a banda uma honra fazer parte de um festival da grandeza do Rock in Rio.

 Revista Sotaques – Quais são as vossas ligações à música brasileira ?

Black Mamba – O baixista da banda o Ciro Cruz é brasileiro e já tocou com muitos artistas brasileiros como Zeca baleiro, Fagner, Ed Motta ,Ivo Meireles, Gabriel o Pensador etc.. Para além de termos  um membro da banda, o  que é uma influência directa e imediata ,  conhecemos bem o som do Djavan: já tocámos um tema dele “Esquinas” , e admiramos  outros músicos brasileiros como o   Zé Ricardo , Gilberto  Gil e muitos outros .

 Revista Sotaques – Quando planeiam voltar ao Brasil para apresentar este novo trabalho ?

 Black Mamba – Voltar ao Brasil ? Queremos voltar sempre que houver um convite. Seria muito bom fazer uma tour pelo Brasil. Um sonho!

 Arlequim Bernardini

Trio Corrente de São Paulo ganha Grammy latino de Jazz 2014

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Parabéns ao Trio Corrente de São Paulo pelo Grammy latino de Jazz 2014

A revista Sotaques dá os parabéns ao grupo brasileiro, Trio Corrente de São Paulo, por vencer o Prémio Grammy latino de Jazz. O trio constituído pelos músicos Fábio Torres, Edu Ribeiro e Paulo Pauleli venceu com o álbum ” Sony for Maura”, composto em parceria com o saxofonista e compositor cubano  Paquito D’Rivera.

 

http://www.facebook.com/sotaques – O melhor do Brasil em revista

 

Paulo César, correspondente da revista sotaques no Brasil

 

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