Noite Dos Óscares no Parque Nascente repleta de estrelas

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Uma noite de festa e de Glamour marcou a 10ª edição dos Óscares do Centro Comercial do Parque Nascente. José Fidalgo, Lourenço Ortigão, Kelly Bailey, Débora Monteiro, Cláudia Borges e Maria Cerqueira Gomes desfilaram na passadeira vermelha fazendo questão de estar presente nesta grande festa.

Mais de 3 mil pessoas estiveram ontem no Centro Comercial Parque Nascente a festejar a noite de todas as estrelas. No mesmo dia em que Hollywood celebrou a sétima arte, o Parque Nascente reuniu várias caras conhecidas num cocktail que abriu as portas para a transmissão dos filmes nomeados pela Academia em 2017, numa cerimónia que assinalou os 10 anos de Óscares neste centro comercial.

Numa noite cheia de surpresas o Parque Nascente vestiu-se a rigor para esta 10ª edição onde não faltaram as estrelas nacionais José Fidalgo, Lourenço Ortigão, Kelly Bailey, Débora Monteiro e Cláudia Borges e Maria Cerqueira Gomes que partilharam, durante todo o evento, beijinhos e abraços pelos milhares de fãs que estiveram sempre à espera de falar aos seus ídolos.

Diogo Miranda, o designer português, surpreendeu com vestido especial para os óscares usado pela apresentadora Maria Cerqueira Gomes.

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Para a direção do Parque Nascente, “esta é uma ação muito aguardada pelos nossos clientes, que é já uma imagem de marca do centro comercial. Dez anos depois da primeira edição, estamos seguros em afirmar que se trata de um enorme sucesso que permite a quem nos visita desfrutar de uma noite única, transformando o centro comercial num local de experiências e não apenas de consumo.”

No Dolby Theatre, em Los Angeles os vencedores foram “Moonlight” que venceu o Óscar de melhor filme e conquistou ainda seis estatuetas, incluindo a de melhor realizador e de melhor atriz.

O actor Casey Affleck foi distinguido com o Óscar de melhor actor principal, pela interpretação em “Manchester by the sea”, enquanto na categoria feminina foi premiada Emma Stone, por “La La Land”, filme nomeado em 14 categorias.

Uma noite inesquecível que assinalou a 10ª edição dos Óscares do Parque Nascente.

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Parque Nascente reúne caras conhecidas na 10ª edição da Noite dos Óscares

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Numa festa alusiva ao cinema, José Fidalgo, Lourenço Ortigão, Kelly Bailey, Débora Monteiro, Cláudia Borges e Maria Cerqueira Gomes vão desfilar na passadeira vermelha deste 10º Aniversário dos Óscares no Parque

As portas dos cinemas do Centro Comercial Parque Nascente vão abrir já este domingo, dia 26 de fevereiro, para receber cerca de 3000 convidados, entre os quais várias figuras conhecidas da televisão portuguesa.

No mesmo dia em que Hollywood celebra a sétima arte, o Parque Nascente recebe várias caras conhecidas num cocktail VIP, seguido da transmissão gratuita dos filmes nomeados pela Academia em 2017, numa cerimónia que assinala os 10 anos da Noite dos Óscares neste centro comercial.

Para Jorge Tavares, diretor do Centro Comercial Parque Nascente “a comemoração da 10ª edição da Noite dos Óscares reflete o sucesso que o evento tem tido desde o primeiro ano, superando-se a cada edição. São 10 anos, não só a comemorar os êxitos do cinema, mas também a proporcionar a quem nos visita uma experiência única. Queremos, cada vez mais, ser, não só um espaço de referência no âmbito da moda e do retalho, mas também uma marca que garante experiências de visita diferenciadoras e inesquecíveis aos seus clientes.”

Confirmados para esta noite estão cara conhecidas da televisão em Portugal, como José Fidalgo, Lourenço Ortigão, Kelly Bailey, Débora Monteiro, Cláudia Borges e Maria Cerqueira Gomes. Confirmado está também o designer Diogo Miranda com uma criação pensada especialmente para vestir nesta noite única no ano.

A festa dos Óscares do Parque Nascente terá início às 20h00 com um cocktail reservado a convidados e a partir das 21h15 abrem-se as portas a todos aqueles que se garantiram o seu convite previamente para assistir a um dos filmes em exibição – Manchester by the Sea; Moonlight; Arrival; La La Land; Hell or High Water; Hidden Figures; Captain Fantastic; Hacksaw Ridge; Silence; Fences; Lion; Elle; Jackie; Florence Foster Jenkins e 20th Century Women.

Como já é habitual, a partir da 01h00 da manhã (na noite de 26 para 27 de fevereiro Tem início a transmissão, em direto do Dolby Theatre, em Los Angeles, a Gala em Los Angeles dos Óscares 2017, na sala 5 dos Cinemas NOS no Parque Nascente.

 

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Lua em Sagitário: o engajamento político jovem

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Redistribuir de forma justa a terra sempre foi uma questão delicada, principalmente num país onde as desigualdades no campo estão entre as maiores do mundo.

Com o momento político em que o Brasil vive, a reforma agrária é um sonho. Uma utopia que mantémse vívida nos movimentos sociais organizados no campo e que se materializa nos assentamentos com modelos produtivos mais atuais, exemplos vitoriosos da agroecologia e na construção de uma nova geração rural. – “Eu fiz o filme para falar da questão agrária para os jovens, que é cruelmente exposta pela mídia de massa. Para que os jovens tenham liberdade de pensar sobre si mesmo, construir seu próprio pensamento, sem a obrigatoriedade de repetir os pensamentos dos pais” – cita Márcia. Entranhada no cenário documentário, Marcia Paraíso, exibe na cidade de Joinville em sessões abertas a comunidade e imprensa seu primeiro longa de ficção, Lua em Sagitário, que estreia 8 de setembro em Florianópolis e 15 de setembro em São Paulo e Rio de Janeiro.

Num Brasil que está além de São Paulo e Rio, a diretora através de documentários conheceu uma face do país, encontrando jovens que não se sentem representados pelo cinema e dramaturgia em geral, como também, nas cidades, o recorrente preconceito em relação aos moradores de zonas rurais. Com trama realista e singular, Lua em Sagitário irradia jovialidade. A diretora Márcia Paraíso apresenta os conflitos que surgem na adolescência, porém com um olhar crítico para questões atuais como a disputa pela terra, a liberdade e o preconceito, fugindo do enredo clichê jovem que costuma seguir apenas uma questão, a amorosa.

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Esse foi o último trabalho no cinema de Elke, que morreu no dia 16 de Agosto2016.

 

Psicodália, um destino

Lua em Sagitário gira em torno da personagem de Manuela Campagna, Ana, filha de pais conservadores, ela é uma jovem de 17 anos com uma vontade de se divertir à beça, ou pelo menos ir até o Festival de Rock Psicodália. Vivendo numa cidade de 5 mil habitantes, ama rock e tem dificuldades com sinal de celular e internet, sentindo-se entediada em morar num lugar onde todos se conhecem. Ao se apaixonar por Murilo (Fagundes Emanoel), um garoto que mora em um assentamento do MST e com ideias e valores para um mundo igualitário, Ana dá início a uma sequência de aventuras, na qual, pela experiência de conviver com ele, de frequentar o assentamento, de conhecer seus amigos, perceber que ele almeja os meus sonhos que ela. A obra conta com participação especial do roqueiro Serguei e de Elke Maravilha, que morreu nesse mês de agosto, além de ter abocanhado prêmios do Avanca Film Festival 2016, em Portugal, na categoria Melhor Atriz, com premiação para Manuela Campagna e Menção Honrosa do Júri no mesmo festival.

|Pablo Santos  – Mundo de Cinema

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Um ano sem o mestre Manoel de Oliveira.

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Hoje faz um ano quem morreu o cineasta português Manoel de Oliveira .
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Morre aos 75 anos o ator português Nicolau Breyner

Nicolau-Breyner-800x450Nicolau Breyner foi ator, realizador e argumentista português. Morreu esta segunda-feira aos 75 anos, na sequência de um ataque cardíaco. Uma das grandes figuras da televisão e do cinema português.

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Vampiros Brasileiros marcam presença no FANTASPORTO 2016

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Vampiro 40 Graus filme do cineasta brasileiro Marcelo Santiago, exibe  de uma forma divertida a realidade carioca na 36ª edição do FANTASPORTO 2016.

Ser vampiro nem sempre é ser elegante. E ter zombies na cidade também não é nada bonito. Usando um estilo muito livre, Marcelo persegue a noite brasileira como um autêntico carrossel se tratasse. Do realizador de “Lula, o Filho do Brasil”.

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Festival de Cinema Luso Brasileiro

Festival de Cinema Luso Brasileiro
6 a 13 Dezembro 2015 · Santa Maria da Feira
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Festival de Cinema Luso Brasileiro

Nova versão do “Pátio das Cantigas ” estreia esta quinta-feira

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O mítico “Pátio das Cantigas” tem nova versão que vai ser exibida esta quinta-feira, 30 de Julho. Realizado por Leonel Vieira, esta versão modernizada deste clássico  é protagonizada por Miguel Guilherme e César Mourão, nos dois principais papéis,  interpretando as personagens de Evaristo e Narciso.

Originalmente, “O Pátio das Cantigas” foi realizado em 1942  por António Lopes Ribeiro, com António Silva e Vasco Santana. Forma, junto com “O Leão da Estrela” e ” A cantiga de Lisboa”, uma trilogia de filmes que marcaram o período de ouro das comédias portuguesas, e que agora são objecto de novas versões.

Rui Marques

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Revista Sotaques é parceira do Black&White 2015

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Pelo terceiro ano consecutivo, a revista Sotaques Brasil Portugal  é parceira do prestigiado festival de cinema Black&White que se realiza na cidade do Porto. Este evento é uma referência mundial no universo do cinema, e um ponto de encontro obrigatório dos amantes da cinematografia a preto e branco.

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Morreu Manoel de Oliveira

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Manoel de Oliveira, o mais velho realizador de cinema do mundo em actividade, morreu hoje na cidade do Porto. Faleceu com 106 anos, ele que em 2014 realizou o seu último filme, “O velho do Restelo”.

Nome incontornável do cinema mundial, Manoel de Oliveira nasceu a 11 de Dezembro de 1908, no Porto. Autor de mais de 32 longas metragens, entre os seus filmes contam-se clássicos como “Douro, Faina fluvial”, “Aniki-Bobo”, ” Amor de Perdição”, Francisca” ou “Vale Abraão”, recebendo múltiplos reconhecimentos como a Legião de honra do Governo francês, , em 2014.

A cultura portuguesa ficou, hoje, mais pobre !

Rui Marques

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 O duelo estreia hoje no Brasil

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Baseado no livro “Os marinheiros” de Jorge Amado, o filme “O Duelo” estreia hoje no Brasil. Conta-nos a história de dois homens, o comandante Vasco Moscoso de Aragão, interpretado pelo ator português Joaquim de Almeida, e Seu Chico Pacheco, última personagem do saudoso José Wilker .

A chegada do primeiro à  pacata cidade litoral de Periperi, vem abalar o prestígio de Seu Pacheco, até então o cidadão mais proeminente da localidade. Para desacreditá-lo aos olhos da população, Seu Pacheco inicia uma rivalidade visceral, procurando provar que aquele homem não passa de um farsante, culminando este conflito no duelo que é o título da longa – metragem .

Para além do duelo cinematográfico entre os dois atores, um português e outro brasileiro, a película conta com um elenco de luxo com Patrícia Pilar, Claudia Raia ou Milton Gonçalves.

Paulo César, Correspondente no Brasil

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Ciclo de cinema “Foco Brasil” retrata o outro “Brasil”

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Concluiu, ontem à noite, o ciclo de cinema incluído no evento “Foco Brasil”.As duas propostas cinematográficas, “Tremores” de Ricardo Alves Jr. e ” Ventos de Agosto”, que foram visionadas ontem, no Rivoli, impressionaram o público pela visão alternativa que nos deram do Brasil.

De facto,os dos filmes fazem-nos mergulhar na realidade social alternativa, periférica, da visão habitualmente optimista do Brasil contemporâneo. “Tremores” é uma viagem silenciosa de um homem por um hospital – espécie de descida aos infernos – para se deparar com o cadáver da esposa, que morreu após um acidente inesperado, enquanto “Ventos de Agosto” nos conta a história de dois jovens namorados, perdidos numa Ilha, sujeitos a um duríssimo quotidiano, mas que não perdem, por um momento, uma certa ingenuidade, uma capacidade de viver um prazer onírico, carnal e visual.

Valeu a pena organizar este ciclo de cinema. Sobretudo por esse olhar crítico e inquiridor deixado pelo novo cinema brasileiro, que consegue ultrapassar os lugares-comuns mais repetidos !

Rui Marques

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Um Óscar com sotaque português

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A cerimónia dos Óscares, celebrada na última madrugada em Hollywood, teve sotaque português. O pintor Gonçalo Jordão trabalhou na equipa que construiu o cenário do filme “Grande Hotel Budapeste” de Wes Anderson, que venceu na categoria de melhor cenografia.
Parabéns Gonçalo Jordão por este Óscar que também fala português !
Carlos Reis
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“O Duelo” com José Wilker e Joaquim de Almeida

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Warner Brothers divulga o Trailer do filme “O Duelo” com José Wilker e Joaquim de Almeida

A Warner Brothers já divulgou o trailer oficial do filme “O Duelo”, inspirado numa obra literária de Jorge Amado”Os velhos marinheiros” e dirigido por Marcos Jorge . No elenco consta, além do saudoso José Wilker, o ator português Joaquim de Almeida, e um elenco composto, entre outros, por Cláudia Raia, Patrícia Pilar
ou Milton Gonçalves .

“O Duelo” é a história da rivalidade entre o capitão Vasco Moscoso de Aragão – interpretado por Joaquim de Almeida – cuja chegada à pequena Vila de Periperi irá suscitar animosidades, e Chico Pacheco – representado por José Wilker, fiscal aposentado, e a figura mais importante da povoação – que procura desacreditá-lo perante a população.

Paulo César, Brasil

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Beatriz Batarda vence o Festival de cinema luso-brasileiro da Feira

Beatriz Batarda

A atriz portuguesa Beatriz Batarda  venceu  o  prémio de Melhor atriz no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira.  A sua interpretação no filme “Yvone Kane”, de Margarida Cardoso, rodado em Portugal e em Moçambique, valeu-lhe este importante prémio luso-brasileiro de cinema.

Refira-se que esta é a  18.ª edição do Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, um dos mais antigos e importantes prémios de cinema nacional, e uma referência nas relações culturais entre o Brasil e Portugal.

João Castro

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Documentário sobre Sebatião Salgado concorre aos Óscars

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O documentário sobre o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado “O sal da terra” está numa lista restricta de 15 documentários dos quais sairão os candidatos ao Óscar de melhor documentário. Premiado no Festival de Cannes “O sal da terra” tem a realização de Wim Wenders e Juliano Salgado, filho de Sebastião Salgado.
No dia 15 de janeiro será conhecida a lista final de candidatos, e no dia 22 de Fevereiro decorrerá a cerimónia dos Óscares em Los Angeles.

Paulo César, Brasil

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Eduardo Coutinho cineasta brasileiro será homenageando na 5ª edição da Mostra de Cinema da América Latina em Portugal .

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Eduardo Coutinho cineasta brasileiro será homenageando na 5ª edição da Mostra de Cinema da América Latina em Portugal .

A Casa da América Latina apresenta a 5ª edição da Mostra de Cinema da América Latina entre os dias 10 e 14 de Dezembro de 2014, no Cinema São Jorge em Lisboa, e pela primeira vez no Porto, na Casa das Artes, entre os dias 29 de Janeiro e 1 de Fevereiro de 2015.

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Livro ” O irmão alemão” de Chico Buarque vence prémio da APCA na Literatura

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São já conhecidos os resultados dos prémios da Associação Paulista de críticos de arte. Na literatura destaque para a obra “O irmão alemão” de Chico Buarque que recebeu o prémio de melhor romance .
Na arquitectura foi premiada a carreira do arquitecto Giancarlo Gasperini, no cinema foi eleito o filme “Praia do futuro” de Karim Ainouz, na música a crítica premiou o produtor Nelson Mota. No teatro foi reconhecido o trabalho de Laura Cardoso e, na área da televisão, foi premiada a novela da TV Globo “Amores roubados”.

Festival de Cinema Luso Brasileiro 7 a 14 Dezembro 2014 · Santa Maria da Feira

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João Castro
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Filme de Pedro Costa é um dos três melhores do ano

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O cineasta português Pedro Costa viu reconhecida a excelência do seu filme “Cavalo dinheiro”, que foi considerado um dos três melhores filmes do ano pela prestigiada revista britânica “Sight and Sound” do British Film Institute.
“Cavalo dinheiro” conta-nos a história de Ventura, um cabo-verdiano envelhecido e doente, que se recorda de momentos da sua vida como o 25 de Abril ou o desaparecimento da sua mulher.

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Filme brasileiro “O caminhão do meu pai” nos Oscars

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O cinema brasileiro continua a chamar a atenção dos grandes eventos mundiais. O último exemplo é o filme “O caminhão do meu pai” realizado por Maurício Osaki e produzido por Flavia Guerra, que está pré-seleccionado para competir nos Óscares 2015, na categoria de melhores curtas-metragens.
Rodado em Hánoi o filme relata a história de uma menina que trabalha com o seu pai, que é agricultor e tem um camião, na colheita de arroz.

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Paulo César, correspondente da revista Sotaques no Brasil

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Cineasta português Miguel Gomes premiado no Brasil

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O cinema português dá provas de grande vitalidade no Brasil. A curta-metragem “Redemption” do realizador português Miguel Gomes recebeu o prémio de melhor montagem no Festival Janela internacional de cinema do Recife.
Esta curta-metragem é uma inteligente crítica social e política que utiliza imagens de quatro políticos : Pedro Passos Coelho, Nicholas Sarkozy, Sílvio Berlusconi e Angela Merkel.

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Paulo César, correspondente da revista Sotaques no Brasil

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” Rio eu te amo” é uma declaração de amor em filme

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Estreia hoje nas salas de cinema portuguesas o filme “Rio eu te amo”. Trata-se de um conjunto de 1O curtas metragens realizadas por cineastas como Fernando Meireles, José Padilha, Andrucha Waddington, Carlos Saldanha, John Turturro, Guilhermo Arriaga que faz uma emocionada declaração de amor à cidade maravilhosa.

O tema do filme foi composto por Gilberto Gil. O filme aborda locais emblemáticos do Rio  como o Vidigal ou Copacabana em episódios breves do dia-a-dia da cidade, mostrando o insólito que se esconde no quotidiano.

 

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Manoel de Oliveira em estreia no Festival de Veneza

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Novo filme do cineasta português Manoel de Oliveira em estreia no Festival de Veneza .
“ O Velho do Restelo” vai ser exibido em estreia mundial na seleção oficial, fora de competição, do mais antigo certame internacional dedicado ao cinema, que decorrerá em 71.ª edição até 6 de setembro de 2014.

Manoel de Oliveira – que recebeu um Leão de Ouro de carreira em Veneza, em 2004 – reúne, neste novo filme, num banco de jardim do século XXI, várias personagens e escritores históricos: Dom Quixote, o poeta Luís Vaz de Camões, o poeta Teixeira de Pascoaes e o romancista Camilo Castelo Branco.

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“Não Pare na Pista” um filme sobre a vida de Paulo Coelho

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Paulo Coelho, o  escritore vivo mais lido do mundo, é alvo de uma filme, dirigido pelo cineasta  Daniel Augusto,  que aborda a sua vida. O título do filme “ Não pare na pista – a melhor história de Paulo Coleho” segue a génese da figura do famoso escritor brasileiro, desde a infância à parceria musical com Raul Seixas,  abordando outros episódios significativos como a caminhada a Compostela ou a  afirmação definitiva como romancista com fama planetária.

Uma oportunidade para o público conhecer melhor uma das grandes referências culturais do Brasil contemporâneo. Agora no cinema  !

 

 

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R. Marques

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Aurélio Paz dos Reis

Pioneiro do  cinema em Portugal e no Brasil nascia a 28 de Julho

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Aurélio Paz dos Reis nasceu a 28 de Julho de 1862 na cidade do Porto. Pioneiro do cinema em Portugal, realizou e produziu o primeiro filme português ” A saída do pessoal operário da fábrica Confiança”.

Também viveu no Brasil, onde filmou as primeiras imagens animadas de cinema neste país, na Avenida Rio Novo, no Rio de Janeiro.

 

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Tripeiros de Ontem
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Cinema com Sotaques – Glauber Rocha

Glauber Rocha: o Génio da Bahia que iluminava o povo

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A Bahia é uma terra de revolucionários. Revolucionários na música – Caetano ou Maria Bethânia – revolucionários na Literatura – Jorge Amado – e revolucionários no cinema – e, nesse caso, o nome de Glauber Rocha é obrigatório.

Glauber da Rocha nasceu em 1939 em Vitória da Conquista, numa família com fortes convicções religiosas e ligações à Igreja Presbiteriana. Com a mudança dos pais para Salvador da Bahia, o jovem Glauber começa a interessar-se pelas artes performativas e pelo cinema,  enquanto frequenta o Colégio 2 de Junho.

Ingressa, mais tarde, na Faculdade de Direito da Bahia, período no qual realiza filmagens para o seu primeiro filme – a curta metragem  “  Pátio” – em 1959. Abandona, porém, o Curso e dedica-se ao Jornalismo e à realização  dos seus primeiros filmes.

É na década de 60,  que a estética muito própria de Glauber se materializa em filmes como “ Barlavento”,” O Deus e o Diabo na Terra do Sol”,  “Terra em Transe” ou o “ O  Dragão da maldade contra o Santo guerreiro” entre outras longa-metragens  e documentários. Estes três últimos, sublinhe-se, foram premiados em três anos sucessivos em Cannes, o que mostra bem o reconhecimento internacional que teve o cinema de Glauber.

Os traços essenciais dos seus filmes passam pela denúncia das injustiças sociais e políticas, pela valorização do povo como entidade viva, concreta, real, e pelo poder da metáfora, da imagem para simbolizar aquilo que escapa ao nosso entendimento mundano. Glauber Rocha é o pai do cinema novo, de um cinema que se impregna da realidade e que toma partido – não é, por acaso, que o cineasta baiano viverá muitos anos no exílio, hostilizado pela Ditadura militar.

À imagem de Jorge Amado, na Literatura, o cinema de Glauber resgata a dignidade do povo dos lugares comuns. O seu génio está na iluminação desse povo que vive na penumbra da História, mas que ele procura reabilitar e colocar no centro dos acontecimentos, fazendo dessa tarefa uma obrigação ética e estética.

Com a sua morte, aos 42 anos, em 1981, Glauber transformou-se num ícone cultural. Para além das modas, ele é um dos rostos da criatividade brasileira,  e a maior referência do cinema brasileiro.

Ninguém filmou o Brasil e a Bahia como ele o fez. Com amor e espírito crítico, iluminando a nossa visão para sempre.

Paulo César

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Glauber Rocha

 Festival de curtas de Vila do Conde com forte sotaque brasileiro

A QUE DEVE A HONRA DA ILUSTRE VISITA ESTE SIMPLES MARQUÊS
“ A que deve a honra da ilustre visita a este simples marquês” de Rafael Urban e Terence Keler

Os cineastas brasileiros marcam presença forte na 22ª edição do Festival de curtas metragens de Vila do Conde. São várias as propostas que nos trazem para este prestigiado evento do cinema nacional e internacional.

É o caso de “ Cloro” do cineasta Marcelo Grabowsky, que retrata a vida de mordomia de uma adolescente de quinze anos, que passa os dias na piscina da família, e que vê o seu quotidiano alterado por um escândalo do pai. Outro filme que irá estar em destaque, em Vila do Conde, será o também brasileiro “ Sem coração” de Tião e Nara Neão, que narra a ida de um jovem, Leo, a uma vila piscatória onde conhece uma rapariga com o nome sugestivo de Heartless ( sem coração).

O futebol também entra em jogo nesta edição do festival na secção Fora de jogo. E o Brasil não podia deixar de fazer valer os seus pergaminhos: o documentário  “Canal 100, 1969”  de Carlos Nyemeyer recorda o golo 1000 de Pelé, apontado no mítico Estádio do Maracanã.

Outra curta brasileira que o público poderá ver é “ A que deve a honra da ilustre visita a este simples marquês” de Rafael Urban e Terence Keler. Um documentário que nos conta a história de Max Conradt Jr., que recebe as visitas na sua casa com esta frase.

O Festival de curtas de Vila do Conde, que decorre entre 5 e 13 de Julho, é um dos mais importantes festivais cinematográficos nacionais, e uma referência na produção de curtas-metragens.

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“ Cloro” do cineasta Marcelo Grabowsky
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“ Sem coração” de Tião e Nara Neão
Canal 100, 1969”  de Carlos Nyemeyer
“Canal 100, 1969” de Carlos Nyemeyer

R. Marques

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Jaime Neves pinta o cinema com as cores da criatividade

 Sotaques entrevista o director do Festival que coloriu o mundo a preto e brancoxxxxl

Jaime Neves, responsável pela organização do Festival Black & White, falou à revista Sotaques sobre a 11ª edição do evento. Este ano a música é a grande protagonista com a presença de Tiago Pereira, mentor do projecto “ A música portuguesa a gostar dela própria”.

P – Que novidades traz esta 11ª edição do Black & White ?

Jaime Neves – É muito importante a reafirmação do festival  com uma nova edição. Este ano vamos ter um Black & White voltado para a música, com a presença de Tiago Pereira, dinamizador do projecto “ a música portuguesa a gostar dela própria”, que recupera num documentário o nosso património cultural e a diversidade da nossa cultura popular.

P – Pode-se dizer que é um projecto com sotaques ?

Jaime Neves – Sem dúvida. Tem valor pelos sotaques que revela e que nos encantam, pelas melodias diferentes que mostra da música do nosso país.

P – A revista Sotaques Brasil fala das relações culturais entre Portugal e o Brasil. Que referências têm do cinema brasileiro?

R – Glauber Rocha é uma referência incontornável quando se fala do cinema brasileiro. Tenho pena que este ano não exista nenhum filme brasileiro a concorrente, nem na pré-selecção.

P – Daria um óscar aos voluntários da Escola de artes que fazem o  filme Black & White  todos os anos ?

Jaime Neves –  Merecem um grande óscar pelo esforço e dedicação que revelam e que faz com que tudo se possa concretizar.

Espero que possam ser  futuros realizadores e que concorram no Black & White.

P – Já está a pensar na 12ª edição do festival ?

Jaime Neves – Sim. Gostávamos de trazer o cinema da América latina, de países como o Chile ou o Peru.

Já fizemos contactos neste sentido.

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R. Marques

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Premiados Black & White 2014

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Lista de premiados no Black & White 2014

Grande prémio B&W “Ibertelco – Sony”

“FOLEY ARTIST” de Toni Bestard (Espanha)

Melhor Vídeo Ficção:

“THE LIZARDS” de Vincent Mariette (França)

Melhor Vídeo Documentário:

“LA PIONNIÈRE” de Daniela Abke (Alemanha)

Melhor Vídeo Experimental:

“PALEOSOL 80 SOUTH” de Jonathan Doweck e Amir Yatziv (Israel)

Melhor Vídeo Animação:

“ANIMO RESISTENTE” de Simone Massi (Itália)

Melhor vídeo Musical:

“SCATTERED IN THE WIND” de Lori Felker (EUA)

Melhor Áudio – Yamaha Música:

“TRACING A-7063” de Bernard Clarke (Irlanda)

Melhor Fotografia:

“SUSPENSE” de Cláudio Reis (Portugal)

Prémios do Público

Prémio Áudio CP Comboios de Portugal:

“#FFFFFF” – de Pedro Ferraz (Portugal)

Prémio Fotografia CP Comboios de Portugal:

“OLHAR DE ULISSES” de Tiago Carvalho (Portugal)

Prémio Vídeo CP Comboios de Portugal:

“THE LIZARDS” de Vincent Mariette (França)

Menções Honrosas

“PEIXE: AVIÃO – PELE E OSSO” de André Tentugal (Portugal)

“BLA” de Martina Mestrovic(Croácia)

“O COVEIRO” de André Gil Mata (Portugal)

 

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Sente-se melhor a preto e branco !

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O festival Black & White acaba hoje oficialmente, mas ainda se sente no ar a especial atmosfera do preto e branco. Nos dois dias anteriores de programação, os amantes do cinema encontraram na Escola das artes da Católica do Porto um laboratório de emoções que deixa saudades.

Na sessão de quinta-feira as cores da crise invadiram o festival. “ Vida tramada” de Salvador Palma e Rui Rodrigues mostrou-nos o que acontece a um homem que perde o emprego e a identidade, “ Guernica” de Anxo Santomil é um conjunto de imagens em 2 D convertidas em 3 D do famoso quadro de Pablo Picasso sobre os horrores da guerra .

Também surpreendentes são as curtas “ Rondo” do polaco Arthur Kordas, uma metáfora do caminho que é a vida de todos os homens, o irreverente vídeo musical do grupo The correspondents de Naren Wilks e o magnífico “ Pão” de Mário Lopes, um documentário nos revela a importância da tradição de cozer o pão para cimentar os valores de uma família.

Sexta-feira foi um dia para pensar os sentidos, as suas virtudes e limitações. “Foley artista” de Toni Bastard relata-nos a vida de um técnico de som que um acidente limita e que descobre numa vizinha uma musa de som, “ Bla” da croata Martina Mestrovic interroga-se sobre as contradições e censuras do sistema de ensino ou “Stiller Lowe” do alemão Sven Phol, que nos conta a história de um surdo numa discoteca que precisa de se fazer entender, em linguagem gestual, para sobreviver ao perigo.

À noite o público que se deslocou ao auditório Ilídio Pinho da Escola de artes descobriu a delicada fragilidade dos seres perante a pobreza num emocionante “ O vazio entre nós” de Miguel Pinho, o bizarro universo de “ Karmok”de Rammatik, filmado nas ilhas Faroe ou um conto filmado sobre a solidão, a amizade e o absurdo do mundo contemporâneo, “ Lizards” do francês Vincent Mariette, que se passa numa sauna. As palestras do brasileiro André Parente, discípulo de Gilles Deleuze em Paris, teórico do cinema e dos novos media, do fotógrafo Nelson D’ Aires, de Hilário Amorim sobre os videoclipes, de Tiago Pereira, autor do blogue “ A música portuguesa a gostar dela própria” ou do artista e professor convidado da Católica Peter Beyls sobre as possibilidades artísticas de utilização dos modelos computacionais, desvendaram-nos os novos caminhos do admirável mundo novo do vídeo, das artes, do cinema.

Saliente-se também as secções competitivas de fotografia com propostas nacionais como “ Suspense” de Cláudio Reis, recriando o olhar icónico de Marion Crane no clássico “ Psico de Alfred Hitchcock ou “ Olhar de Ulisses” de Tiago Carvalho, uma viagem pelo olhar e pela procura do lar. O áudio também tem cores a preto e branco como o comprovam obras como “ Spectre” ou “#FFFF” que integraram esta secção competitiva.

Em síntese: sente-se e muito a preto e branco. Hoje continua a festa Black & White, porque a criatividade nunca morre, consolida-se ao longo de um ano de trabalho, e um festival é um pretexto para nos lembrar essa verdade.

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Passatempo Black & White

passResponde a esta pergunta e habilita-te a ganhar T-Shirts do festival Black & White. 

Qual é o nome do filme e do realizador que venceu o ano passado o festival Black & White 2013 ? 

Envia a resposta para o nosso facebook www.sotaques.com/sotaques ou para o e-mail antonio.sotaques@gmail.com e nós anunciaremos os vencedores

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11ª edição do festival Black&White

?????Começa hoje a  11ª edição do festival Black&White

O Black&white é já um clássico entre os festivais de cinema que se realizam na cidade do Porto. Esta é a 11ª edição de um evento que tem o seu berço criativo na Escola de artes da Universidade católica, e que este ano reunirá na secção competitiva 16 projectos nacionais num total de 41 trabalhos, oriundos de 17 países.

A ligação ao Brasil estará presente duplamente: através de um dos membros do júri, André Parente, docente e  fundador do núcleo de tecnologia e imagem da Universidade federal do Rio de Janeiro, e do autor brasileiro Felipe Ribeiro com a obra “ Abrolhos”  que concorrerá na área da fotografia.

Não faltarão as habituais secções competitivas nas áreas de vídeo, fotografia e áudio. Nem as palestras dos autores, o convívio com as Escolas e as inevitáveis noites Black&White.

Todos os ingredientes que tornaram o Black & White numa longa-metragem de sucesso, ao longo da sua história,  estarão  presentes este ano . Bom festival aos amantes do preto e branco !

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Parceira Black&White

Black&White_Cartaz 2014   Revista Sotaques parceira do Black&White

Pelo segundo ano consecutivo, a revista Sotaques é parceira do prestigiado festival de cinema Black&White que se realiza na cidade do Porto. Este evento é uma referência mundial no universo do cinema, e um ponto de encontro obrigatório dos amantes da cinematografia a preto e branco.

 

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Brasileiro Sérgio Tréfaut vence prémio no Indie Lisboa 

 

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” Alentejo, Alentejo” do brasileiro Sérgio Tréfaut vence prémio no Indie Lisboa 

Não há dúvida de que a música é uma das grandes pontes culturais que unem os portugueses e os brasileiros. Desta vez, foi um documentário sobre o cante alentejano, da autoria do realizador brasileiro Sérgio Tréfaut, a merecer o prémio TAP para documentário de longa duração, no Festival Indie Lisboa.
” Alentejo, Alentejo” é uma viagem ao coração desta tradição que é candidata a património imaterial da humanidade – a decisão será conhecida em Dezembro deste ano. Também é, obviamente, mais uma prova da capacidade que tanto Portugal como o Brasil têm de transpor as suas fronteiras geográficas, e de irem à procura da singularidade cultural do outro, aproximando-se de forma cada vez mais íntima.

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R. Marques

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As mil e uma vidas de Manoel de Oliveira

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Prodigiosamente, o cidadão Manoel Cândido Pinto de Oliveira faz hoje 105 anos. É uma data, mas para o mais velho realizador de cinema do Mundo, em atividade, é uma mera circunstância.
Porque Manoel de Oliveira tem a idade do próximo filme, do próximo projecto. E, nesse sentido, é o mais jovem de todos nós.
Sempre foi assim: em jovem adorava as corridas de automóveis, o atletismo e as tertúlias literárias no Café Diana, na Póvoa do Varzim, onde discutia com Agustina Bessa-Luís ou José Régio.
O cinema veio depois e ficou para a eternidade: entra aos vinte para uma Escola de atores no Porto, e começa a desenvolver um Projeto para filmar o Douro, acabando por realizar uma obra-prima do Documentário nacional – “Douro, Faina Fluvial”.
Faz uma esporádica aparição como ator no clássico ” A canção de Lisboa” em 1933, e em 1942 realiza Aniki-Bobó. Um daqueles retratos intemporais da infância, do Porto, da pureza dos sentimentos que ficou gravado na memória.
Seguem-se filmes como ” Acto da Primavera” , ” A caça”, ” O Passado e o Presente”, ” Os Canibais”, ” Vale Abraão”, ” O Convento” e tantos outros. O seu último filme foi ” A Igreja do Diabo” em 2012. O novo filme ” O Velho do Restelo” está a ser preparado com a minúcia dos anteriores.
Manoel de Oliveira tem mil e uma vidas pela frente. É um fenómeno de esperança, criatividade e inteligência.
Tem os 105 anos mais jovens do Mundo.
Parabéns Mestre !!!

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R. Marques

Festival Black & White

Black & White02(Entre) (Vista) com Sotaques e Cinema a Jaime Neves, Diretor do Festival Black & White

Créditos iniciais:

Imagem em Grande Plano: Jaime Neves, Diretor do Festival de Cinema Black & White

Diretor: Jaime  Neves

Filme: Black & White, Dez anos de Paixão a Preto e Branco

Atores: Todos os Voluntários que participam na organização do Black & White, os alunos, professores e responsáveis  da Escola de Artes da Universidade Católica do Porto e  os patrocinadores

Local de realização: Instalações da Universidade Católica

Público: Amantes do Cinema em todo o Mundo

Sinopse: Esta é a História de uma Paixão de um Homem e de uma Escola de Artes pelo Preto & Branco e do modo como conseguiram dar cor, em dez anos, a um Festival de Cinema na cidade do Porto

Género: Filme/Entrevista

Luzes, Câmara, Ação !!!!

Cena um – Esta é a 10ª Edição do Festival Black & White. Quais foram os melhores e os piores momentos  ao longo deste percurso ?

Diálogo de Jaime  Neves – O melhor momento foi o primeiro minuto  do Black & White em 2004. Foi conseguir realizar este projeto,  que  muita gente pensava  que era  uma loucura, que não teria sucesso e que, afinal, apesar de todas as vicissitudes, tem crescido todos os anos e hoje é uma referência incontornável a nível internacional.

Quando se fala, lá fora, num Festival a Preto e Branco, há uma imediata referência ao Black & White, o que é um motivo de orgulho. Quanto ao pior, tenho de referir há dois ou três anos, quando o Vulcão na Islândia fez com que um membro do Júri não pudesse vir, e afetou as Viagens de muitos convidados que estariam cá durante o Festival.

Também posso falar do ano passado, quando tivemos quatro dias de Chuva no período do Festival.

Cena dois – Qual é a Cor do Black & White ?

Diálogo de Jaime  Neves – O Preto e Branco reinventa todas as cores. Eu diria que é a cor da imaginação, e essa tem sido a filosofia deste Festival: apostar na criatividade, na capacidade de reinventar uma Estética que está cada vez mais forte e que nos dá a liberdade, como espectadores, de ver a cor que quisermos.

Há alguns anos temia-se que o Preto e Branco pudesse desaparecer. Mas felizmente isso não aconteceu, e há cada vez mais obras com estas características.

Cena três – O cinema a cores é daltónico ?

Diálogo de Jaime  Neves – Eu gosto e vejo cinema a cores. Admiro, por exemplo, realizadores italianos como o Visconti, que trabalham admiravelmente a imagem.

Agora acho que o cinema a Preto e Branco é mais puro no sentido em que, como disse anteriormente,  nos permite recriar as imagens, trabalhá-las de uma forma muito especial.

Cena quatro – O que destacaria nesta 10 ª Edição ?

Diálogo de Jaime  Neves – Para além das secções competitivas habituais  nas áreas do vídeo, do áudio e da fotografia, destaco a presença do Lauro António, cineasta, crítico e professor de cinema muito prestigiado  que nos mostrará dois dos seus filmes “ Vamos ao Nimas” e “ Manhã Submersa de Vergílio Ferreira”,  e dará uma conferência  sobre Cinema, interagindo com o público, e  teremos palestras como a que dará o fotógrafo esloveno Even Bavcar, cego desde  a infância, e que é uma referência na fotografia mundial com várias Exposições reconhecidas internacionalmente.

Realçaria também a parceria que temos com um Festival a Preto e Branco – o Ciné Rail em Paris – que está dedicado aos filmes sobre comboios com esta estética e que será alvo de uma atenção particular – o Diretor do Ciné Rail vem ao Festival e faz parte do Júri  do Black & White– e o Festival de Arte digital – Interactive- que apresentará alguns trabalhos e obras premiadas no decorrer do Evento.

Também haverá uma mostra de filmes, resultante de uma parceria com a CP, de filmes nacionais sobre a temática dos comboios.

Cena cinco – Quanto tempo demora a preparar um Black & White e quantas pessoas participam na realização do Festival ?

Diálogo de Jaime  Neves – Exactamente um ano, desde que acaba o Festival, começamos a preparar o ano seguinte. Relativamente à organização, são sete pessoas que definem a estratégia do próximo Evento, e além disso temos os voluntários, alunos da Católica, largas  dezenas que nos ajudam a preparar o Festival e a ter tudo pronto  para receber o público.

Cena seis – Como vê esta nova Geração de cineastas ?

Diálogo de Jaime  Neves – Eu acho que há muita  qualidade nas  novas Gerações . O essencial, julgo, é que não tentem copiar o cinema americano, por exemplo, é que consigam retratar a nossa realidade, língua e cultura.

Esse é o nosso caminho, o que dá identidade ao cinema português.

Cena sete – Qual é o Filme a Preto e Branco da sua vida ?

Diálogo de Jaime  Neves – Posso referir Manhattan de Woody Allen. Pelas imagens belíssimas de Nova Iorque que, com a música de George  Gerschwin, criam uma envolvência muito rica que seduz os espectadores.

Também gostei muito de Café e Cigarros de Jim Jarmusch e impressionou-me o Cavalo de Turim do realizador Húngaro Bela Tahar, um filme muito recente, que me emocionou.

Cena oito – Que título daria ao Filme Black & White ?

Diálogo de Jaime  Neves – A Paixão. A Paixão a Preto e Branco.

Este Filme não acaba aqui. Preparem-se para a 11ª Parte em 2014

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R. Marques

10 ª Edição Black & White 2013

248073_10151622635449839_265469993_n10 ª Edição Black & White 2013 – O Filme arranca esta semana
Os espectadores já podem ocupar a sala de cinema e ver mais uma sequela de uma Longa- Metragem com história, tradição e qualidade . A 10ª Edição do prestigiado Festival de cinema “ Bl
ack & White” regressa à Escola de Artes da Universidade Católica no Porto, entre 22 e 25 de Maio, e promete dar cor à vida dos cinéfilos.

Nesta 10ª edição do Evento, poderemos visionar mais de quarenta obras sob a temática do preto e branco nas áreas do vídeo, áudio e fotografia. Os espectadores a artistas também poderão conhecer, no decorrer do Festival, as obras vencedoras e seleccionados para o Interactive – Concurso de Arte Interactiva, cuja data limite de inscrição é no próximo dia 31 de Maio. 

Outros motivos de interesse que levarão o entusiasta do Cinema a colorir a sua agenda, com este Festival tão especial, são as palestras de artistas ou as extensões de outros Festivais que também exploram o Universo a Preto e Branco, e que vêm mostrar-nos a sua singularidade. Destacam-se, igualmente, a Homenagem de que será alvo o cineasta e crítico cinematográfico Lauro António, com a projecção de dois dos seus filmes “ Vamos ao Nimas” e Vergílio Ferreira numa Manhã Submersa”, e a palestra do fotógrafo esloveno, Even Bavcar, que apesar de ter ficado cego aos 11 anos, construiu uma carreira notável na área da Fotografia, com exposições em todo o Mundo.

Também haverá uma referência a um Festival a Preto e Branco, o parisiense “ CinéRail – Festival International Trains & Cinema”. Cuja temática são os filmes a Preto e Branco com comboios, provando que são inesgotáveis os assuntos que podem motivar fazer Cinema com estas características estéticas tão próprias.

O Cinema visto sob o Prisma do Preto e Branco continua a mostrar uma vitalidade surpreendente. Como diria o escritor norte-americano Mark Twain, quando afirmou, ao saber da notícia da sua alegada morte “ as notícias da minha morte foram um pouco exageradas”, também este Cinema, esta Estética sobreviveram e vivem bem e com criatividade no século XXI.

Que o Filme continue a merecer o aplauso dos espectadores. Longa vida ao Black & White.

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R. Marques

Marisa Monte arrebata o Coração do Porto

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Na Cidade que alberga o Coração de D. Pedro, herói de Portugal e do Brasil, ícone da mui nobre e Invicta capital do Norte, Marisa Monte fez vibrar em uníssono, os corações da multidão que esgotou o Coliseu do Porto, ontem, na véspera do 25 de Abril. Foi ela e essa Tribo de indefectíveis amantes da boa música, espalhados por todo o Mundo, e que ainda hoje se recordam das letras e músicas  do memorável Trio de Tribalistas, compostos por Marisa, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes.

Que não estiveram, mas estiveram presentes, através das canções que fecharam o Concerto e nos rememoraram como fomos imensamente felizes ao ouvir “ Já sei namorar” ou “ Eu não sou de ninguém”. Às vezes, na Música como em tudo o que fazemos, as ausências tem uma profunda presença- como lembrou a artista ao recordar, através de um belíssimo Hino cantado e popularizado  por  Cássia Heller,   escrito por ela, Carlinhos Brown e Nando Nunes, a amiga falecida precocemente.

O Público do Norte mostrou a generosidade que é habitual sempre que os artistas que ama, e são muitos do outro lado do Atlântico, se entregam totalmente. Marisa de vestido branco, esguia, elegante, passeava pelo Palco como se estivesse nas nuvens, elevando essa voz que, ( só um Deus grandioso),  lhe poderá ter dado.

A abrilhantar a noite, literalmente, do ecrã colocado atrás da Banda – e que Senhora Banda estava ali !!! – e de Marisa, surgiam obras e imagens criadas por vários designers brasileiros – entre outros, Luís Zerbini, José Damasceno ou Jonathas de Andrade  . Arte que abraça a Arte, numa pulsão de Amor que tomava conta de todos nós, de olhos arregalados perante tanta Luz.

E que dizer de “ Amor I Love you”, primeiro dos encores,  essa canção que significa tanta coisa para tantas gerações que viram nascer e frutificar o amor ?  Como são poderosos esses versos, como a Poesia nutre a Música, a alimenta, a fortalece !!!!

A noite de 24 de Abril para 25 de Abril, acabou já, simbolicamente, no Dia da Liberdade. A cidade do Coração de D. Pedro foi arrebatada pela energia carioca de Marisa e todos os corações pulsaram , mais fortes  do que nunca, ao som ritmado dos acordes da paixão.

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R. Marques

Festin começa em grande

logo_cab600A sessão inaugural do Festin – Festival Itinerante de cinema da Língua Portuguesa, realizada, ontem à noite no Cinema São Jorge, em Lisboa, foi um grande sucesso de público. Mais de 1000 pessoas estiveram presentes no emblemático Cinema de Lisboa, e assistiram à projeção do filme “ O Grande Kilapy” do realizador angolano Zezé Gamboa, que resulta de uma Parceria entre Angola, Brasil e Portugal.
A afluência foi tão grande que o Festin teve de organizar uma sessão extra do filme. Além da exibição da película, o realizador e a sua equipa subiram ao palco, no final, para agradecer a presença do público.
Os sons do DJ GuiDay convidaram todos os presentes a acabar a noite em Festa. O Festin prolonga-se até ao dia 10 de Abril e promete continuar em alta.

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R. Marques

O cinema em Língua Portuguesa está em Festa

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O cinema em Língua portuguesa está bem e recomenda-se. A 4ª Edição do Festin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa – que arranca hoje no cinema São Jorge e se prolonga até 10 de Abril, prova que a criatividade resiste a qualquer crise, tenha ela a dimensão que tiver.
Esta Edição começa sob o signo da cooperação entre criadores de Língua portuguesa, que está no espírito do Evento, com a exibição da co-produção portuguesa, brasileira e angolana “ Kilaby” do realizador angolano Zezé Gamboa. Tal como em Edições anteriores, o Brasil estará em destaque com uma homenagem ao mítico Festival de Granado e uma Mostra de cinema brasileiro – de longas e curtas-metragens – e merece referência, pela sensibilidade especial que revela, uma Mostra de inclusão social, além de oficinas de iniciação ao cinema dirigidas a crianças e jovens.
Ao todo serão exibidos 77 filmes, provenientes de países como o Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. A Revista Online Sotaques fará uma cobertura atenta do Evento, como Parceira de Comunicação do mesmo, e também disponibilizará, a partir de hoje, vídeos que homenagearão não só os anteriores vencedores do Festin como filmes premiados no conceituado Festival de Gramado.

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R. Marques

Comboio noturno para Lisboa

comboiolisboa“Comboio noturno para Lisboa” é uma adaptação para cinema do romance de Pascal Mercier, uma história protagonizada por um professor que, numa sucessão de acasos, ruma a Lisboa para seguir o percurso de Amadeu de Prado, um médico e poeta que lutou contra a ditadura do Estado Novo, facto que o influenciará no modo como encara a vida.

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Sotaques é Parceiro de Comunicação do Festin 2013

Banner_sotaquesA Revista Online Sotaques Brasil/Portugal tem uma missão muito clara: mostrar o melhor da Cultura e da Criatividade em Língua Portuguesa. Sendo assim, não podíamos deixar de ser Parceiros do Festin 2013 – Festival de Cinema Itinerante de Língua Portuguesa- que se realizará em Lisboa, no cinema São Jorge entre 3 e 10 de Abril –  onde o Brasil estará em destaque com uma Mostra de cinema brasileiro.

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R. Marques

 

Retrato do artista enquanto Jovem

Manoel de Oliveira Esqueçam os tópicos, as verdades absolutas, as metáforas rebuscadas. O homem que ontem beijou a Teresinha do Aniki-Bóbó e recebeu as flores e os aplausos do público, não tem idade. Têm Projectos em mente, ideias, têm filmes na cabeça que, a serem concretizados, se perpetuariam pela Eternidade adentro.
Ontem o Fantasporto e a cidade do Porto, prestaram a devida Homenagem ao seu artista mais jovem. Aquele que começou tudo – sem ele, o melhor da cinematografia portuguesa não existiria, sem ele o Fantástico também não.
Ou porventura Aniki-Bóbó não será, em si, uma Janela para o Universo da fantasia do ser humano, dos sonhos das crianças, dessa outra dimensão de todos nós, subjugada por essa Fera castradora e implacável chamada realidade ?
Quer seja na evocação da Ribeira do Porto, na materialização desse Douro que a grande Agustina Bessa-Luís descreveu com finíssimo talento, ou no confronto entre a Pátria portuguesa com a perda do Império, o mais novo Realizador do mundo sempre viveu e filmou no limiar do sonho e do onirismo. Agora é que reconhecemos um legado construído em imagens, uma urbe de símbolos, alegorias, palavras, que sempre esteve ali, e sem o qual o Porto e Portugal não se podem olhar ao Espelho.
Por isso, olhemos com olhos de ver, como diz o Povo na sua sabedoria infinita, e observemos que, à imagem do artista Basil Hallward, que só quer captar a beleza do Mundo no rosto de Dorian Gray, ele apenas deseja continuar a mostrar-nos a ética do Belo e do Grandioso. E como nós precisámos de Beleza neste País e neste Mundo, como nós precisámos desse olhar terno e cheio de esperança de Manoel de Oliveira.

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Fantasporto homenageia Aniki- Bóbó do eterno Manoel de Oliveira

537586_423622387727045_531644452_nO Fantasporto 2013 presta  homenagem a Manoel de Oliveira e à sua obra-prima, Aniki-Bóbó. A sessão está marcada para as 19h15 no Rivoli, e será uma celebração de um filme que marcou gerações pela sua veia poética e pelas imagens oníricas da Ribeira do Porto.

Conto sobre a inocência das crianças, sobre a pureza das suas intenções, Aniki- Bóbó foi a primeira longa-metragem realizada por Manoel de Oliveira em 1942, inspirando-se no romance ” Os meninos milionários” do escritor e advogado portuense, João Rodrigues de Freitas. As suas personagens principais são os meninos de bairro da Ribeira, sobretudo o trio Carlos, Eduardo e Teresinha, cuja interpretação ainda hoje nos emociona.
Daqui a Revista Sotaques incita os seus leitores e seguidores, que tiverem disponibilidade, a participarem nesta celebração do Cinema, de Manoel de Oliveira, da Ribeira, da Vida.

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R. Marques

Arranca hoje o Fantasporto 2013

Cartaz-Fantasporto

Começa hoje um dos mais importantes Festivais mundiais de cinema, o Fantasporto  2013. O Evento comemora, este ano, a sua 33ª Edição, prolongando-se de 25 de Fevereiro até 10 de Março,  e promete novamente fazer as delícias dos amantes portugueses e estrangeiros do género de Terror e Fantástico.

O Sotaques partilhará os grandes momentos da Edição de 2013 do Fantasporto. Não faltarão as revisitações dos clássicos, a sessão competitiva, o ambiente muito especial dos fãs do Fantas,  e o mítico Baile dos Vampiros para encerrar a Festa.

Prepare-se que o espectáculo  vai começar !!!

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R. Marques

O Sotaques leva-o a ver o Fantasporto 2013

429037_10151229900763215_1644652075_nO Fantasporto 2013 vai começar na segunda-feira e, como não podia deixar de ser, o Sotaques tem de entrar neste filme. Um Filme de sucesso que relata a criatividade daqueles que transformaram um Festival de Terror local  que dava os primeiros passos, nos anos 80, num fenómeno de popularidade, em Portugal e no estrangeiro, considerado pela Revista Variety um dos cinco maiores do mundo.

Nesta longa-metragem, plena de êxitos e de aplausos  da crítica e do público, que consagrou ícones da História do cinema como “ Blade Runner” ou “ Braindead”, não podia falta a Revista Sotaques. Por isso, faremos uma cobertura do Festival e mostraremos,  nesse grande cinema contemporâneo  que é a Internet, esta película  que é um  exemplo da força cultural do Norte país e da cidade do Porto.

Venha daí ver o Fantasporto 2013 com o Sotaques !!!

www.sotaques.pt – Veja o Fantasporto no Canal Sotaques

R. Marques

Curta de João Viana distinguida em Berlim

751683E mesmo assim … ele mexe-se. O cinema português, apesar de todos os cortes e dificuldades, faz jus à célebre frase que Galileu terá dito sobre a Terra aos responsáveis pela Inquisição.
Com efeito, os filmes nacionais revelam uma dinâmica assinalável. Depois dos Prémios de João Salaviza ou Miguel Gomes, foi a vez do cineasta português João Viana ver a sua curta-metragem “ A Batalha de Tabatô”, uma visão poética de uma aldeia da Guiné-Bissau, obter uma menção honrosa na cerimónia de entrega nos prémios do Festival Internacional de Berlim.
A João Viana, o Sotaques Brasil/Portugal, endereça os parabéns desejando que este Filme de criatividade do cinema português nunca acabe, e que os nossos cineastas, actores, produtoras, pessoal técnico, continuem a mostrar o seu talento pelo Mundo !!!

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R. Marques

“Tripeiros de Ontem ”

Cartaz alusivo a Aurélio Paz dos Reis na publicação “Tripeiros de Ontem ”

Paz dos Reis-cartaz
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