Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil.

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A 12 de Outubro celebra-se o dia de Nossa Senhora da Aparecida, padroeira do Brasil.
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MODALISBOA LUZ | CIA. MARÍTIMA | SS18

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O mix de duas fontes de inspiração, a natureza e a arte, traz uma coleção colorida, com uma gama variada em modelagens e estampagens.


Fotos: Ugo Camera

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ModelLife Brasil

Rafaela Ferreira

 

LL -Gabriela Schalins

LL -Franciele Sander

Fotos e Edição: Laercio Lacerda
Modelos: Alessandro Bazotto, Deco Winter , Franciele Sander ,
Gabriela Schalins , Guthierry Soares , Layla Kruger , Lethícia Kaiser,
Matheus Stefani e Rafaela Ferreira.

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Cultura Urbana com SOTAQUES

Hernanay

Noite de brisa morna e céu estrelado em uma viela modestamente iluminada da Terra Firme, bairro da periferia da cidade de Belém do Pará, Norte do Brasil. Bandeirolas “de São João” enfeitam a frente de estreitas casas de alvenaria e palafitas de madeira, apoiadas umas nas outras na ruazinha que serpenteia ao infinito. Crianças correm de um lado ao outro apreciando o movimento e soltando foguetinhos barulhentos. É início da “quadra junina” e a rua está cheia. Vai ter boi-bumbá, quadrilha, dança afro, forró, toadas, tecnomelody e comes e bebes.

Mãe Ray é quem comanda a festa. Moradora do bairro desde que aquelas ruas eram ainda pontes improvisadas de madeira, que se equilibravam sobre “igarapés” e alagados. Lá, ela assentou sua Casa de Mina a mais de 35 anos. E junto com a manifestação religiosa de matriz africana, ela também passou a organizar todo tipo de atividade cultural. Fundou “quadrilhas juninas” (grupos de danças típicas da chamada “quadra junina” no Brasil), organizou um grupo de dança afro chamado “Guerreiros de Obaluaê” e é muito conhecida por ser “botadora” boi-bumbá.

A história do folguedo do boi-bumbá no Brasil se perde nos séculos de nossa formação colonial, na presença negra e indígena e no desenvolvimento das culturas populares de grupos marginais. De norte a sul do país encontramos diversos tipos de “bois”, com características regionais próprias. No estado do Pará a brincadeira recebe o nome de “boi-bumba”, expressão que faz alusão provável à palavra africana bumba: “instrumento de percussão, tambor, que pode derivar do quicongo mbumba, bater”, como nos diz o folclorista Vicente Salles no livro “O negro na formação da sociedade paraense”. No caso de Mãe Ray, o folguedo adquire formas bem particularidades. Além do “boi”, propriamente dito, ela cria outros “bichos” como o “cavalo-bumbá”, o “gato-bumbá”, o “cachorro-bumbá” e o “pássaro-bumbá”.

Naquele dia a festa era dedicada ao “batizado” do Boi Atrevido, novo bumbá que passaria a ser administrado por dois jovens moradores do bairro, Kauê Silva e Josy Alves. Os dois haviam sido incumbidos por Mãe Ray de assumirem o folguedo e o colocarem na rua, para “fazer um trabalho atuante no bairro visando estabelecer uma relação sociocultural criativa e independente”, como me contou Kauê Silva. A honrosa e difícil missão foi dada aos dois jovens quando eles conheceram Mãe Ray durante as atividades da “Primeira Conferência Livre de Cultura da Terra Firme”, realizada em março de 2017. A conferência, por sua vez, foi organizada por vários grupos culturais e estudantis do bairro e buscava conectar novos e velhos agentes da cultura periférica em um projeto de afirmação política e cidadania.

Na noite do batizado do Boi Atrevido, além dos moradores do bairro, muitas pessoas de outras áreas estavam presentes; gentes de outras periferias e até mesmo algumas pessoas do “centro” de Belém. Presentes também indivíduos ligados a outros grupos de cultura, bois, grupos de dança, coletivos culturais, juventude atuante no movimento negro, movimento estudantil, hip hop, etc. Em suma, estava presente uma nova geração de ativistas culturais e políticos do bairro da Terra Firme, que nos últimos anos tem exercido a cidadania a partir de atuação em ocupações de escolas, em coletivos de ativistas, conectados nas redes sociais e na rua com os debates públicos, políticos e comportamentais ocorridos no Brasil dos últimos anos.

Aquele evento era representativo das formas que as culturas urbanas assumem em Belém do Pará no dias atuais. Nos últimos anos inúmeros movimentos de ocupação urbana, que envolvem ativismo cultural e ativismo político, ao mesmo tempo, se fizeram presentes na cidade. Alguns desses podem ser citados rapidamente, como é o caso do Batuque do Mercado de São Brás e da Batalha de São Brás, que ocorriam em um bairro não muito distante de onde o Boi Atrevido foi “batizado”.

O Batuque do Mercado de São Brás era realizado às sextas-feiras na Praça Floriano Peixoto (conhecida por todos apenas como Praça do Mercado de São Brás). Uma região marcada pela presença de muitos moradores de rua, violência urbana e exclusão, grande fluxo de pessoas e veículos, às proximidades do Terminal Rodoviário de Belém do Pará. O evento se caracterizava pela ocupação extraoficial da praça pública por artistas, músicos, poetas, intelectuais, etc., onde também ocorriam ocasionais apresentações de bois-bumbás, carimbós, hip hop, etc. E muitas vezes eram realizadas edições temáticas que rememoravam datas políticas importantes como, por exemplo, o “Batuque da Consciência Negra”, feito em parceria com o movimento negro às proximidades do 20 de Novembro, data que lembra a morte de Zumbi dos Palmares e simboliza a luta dos negros e negras pela liberdade no Brasil.

No mesmo espaço ocorria também um movimento ligado à cultura hip hop que ficou conhecido como Batalha de São Brás. Tratava-se da reunião de jovens MCs, acompanhados de uma caixa de som, que disputavam as melhores rimas a partir de temas escolhidos na hora. A Batalha de São Brás aos poucos passou a reunir uma juventude que vinha de vários bairros da periferia de Belém e tornou-se em poucos anos um dos pontos de encontro centrais da cultura hip hop dentro da cidade e da região.

Muitos desses movimentos mais cedo ou mais tarde sofreram algum tipo repressão por parte dos poderes oficiais, com a presença ostensiva da polícia militar e guardas municipais que quase sempre incompreendiam tais manifestações e as reprimiam. Isso causou um enfraquecimento de alguns desses eventos, tendo levado ao fim de parte deles, mas, ao mesmo tempo, levou à expansão e migração para outras áreas da cidade, assim como, ao surgimento e consolidação de vários artistas que hoje vivem da música, do rap e permanecem atuando em Belém e outras regiões.

Em todos esses eventos ocorria uma intervenção político-cultural efetiva no espaço urbano, uma espécie de re-apropriação da cidade, uma re-publicização do espaço público deteriorado. Efetivamente as culturas urbanas e as culturas populares e periféricas não desaparecem. Nem mesmo com a repressão policial, o preconceito e a estigmatização feita sobre elas pelo pensamento hegemônico. A cidade é tomada de tempos em tempos por velhos e novos movimentos político-culturais que se manifestam pela territorialização e re-territorialização da cidadania ou, melhor dizendo, pela “tomada” do espaço público, onde se diz, através de arte, de folguedos como o boi-bumbá, dos batuques, da música, do rap, dos corpos e performances “marginais”, que a cidade deve ser de todos e todas.

No caso de Belém do Pará, assim como ocorre em muitas outras cidade do Brasil, as culturas urbanas, e as culturas populares e periféricas em particular, reconstroem-se e se reconectam. Seja quando um grupo de hip hop se manifesta nas praças com suas batalhas de MCs, seja quando um batuque incorpora as demandas políticas da sociedade e relembra as grandes lutas populares. E, mais significativo ainda, quando uma Mãe de Casa de Mina da periferia da cidade, batiza um novo boi-bumbá, entrega-o a novos “amos”, bem mais jovens, que terão a tarefa de conectar gerações, manter a tradição ao mesmo tempo em que renovam as manifestações populares e as festas de rua da periferia.

Estabelece-se nesses casos um diálogo cada vez mais necessário entre o velho e o novo, a tradição e a globalidade, a luta pelo direita à cidade e à cidadania entre várias gerações das periferias urbanas do Brasil. As culturas urbanas são antes de tudo formas de uso cidadão da cidade. E, muitas vezes, alertam para as cisões sociais, para as marginalidades e desigualdades e dão voz aos sujeitos e sujeitas que de outra forma não se fariam ouvir pela cultura hegemônica.

 

Tony Leão da Costa.

Historiador, professor da Universidade do Estado do Pará, integrante do Boi Marronzinho e Boi da Terra (bairro da Terra Firme), ex-organizador do Batuque do Mercado de São Brás, ativista cultural em Belém do Pará.

|Hernany Fedasi

 

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Luzes Mecânicas

Foto-Suellen-suky

Aos ventos que hão de vir;
Arrastando o ar miscigenado,
Em DNA singular, Candango,
Onde a urbis é o inspirar.
Alenta-se os monumentos,
Da Catedral a Torre Digital,
Excede-se o natural,
Da Ponte JK aos Ministérios.
Ascende vermelho-pungente,
Barro que adentra a cosmopolita
Noite que cega, luzes mecânicas.
Além das asas sul e norte,
E eixos desconcertantes, paira,
Há algo utópico, centros brasilienses

|Pablo Santos

|Foto : Suellen Suky

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Minas Gerais – Hebert Júnior

SENHOR DOS PASSOS
SENHOR DOS PASSOS – Imagem do Senhor dos Passos durante o Sermão do Encontro, na cidade de Congonhas/MG. A peça de roca, em madeira policromada, é colocada em andor e levada pelas ruas da cidade até o encontro com a procissão de Nossa Senhora das Dores, no adro da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição
VELA
VELA – A vela é um dos elementos mais presentes nas igrejas e cortejos de peregrinação, sendo acesa para pedir e agradecer bençãos mas também para realização de cerimônias e rezas. Na fotografia é mostrada a vela juntamente com o terço na mão de fiéis durante as procissões da Semana Santa em Congonhas/ MG. O terço aparece com grande frequência também, uma vez que é rezado durante todo o cortejo

 

BANDEIRAS
BANDEIRAS – Chegada das bandeiras da Procissão de Ressurreição no Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos , em Congonhas. A procissão precede à celebração da missa ao raiar do sol do dia de Páscoa. Tradicionalmente a procissão atravessa a cidade, passando sobre tapetes de serragem, acompanhadas de rezas e da Corporação Musical Senhor Bom Jesus

 

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PROCISSÃO DE RAMOS – Procissão no domingo de Ramos em Congonhas/ MG. É tradição na cidade, assim como na vizinha Ouro Preto, que durante as procissões saiam as figuras bíblicas do Antigo e Novo Testamentos. Na foto, os figurantes representam Jesus e seus discípulos chegando na cidade de Jerusalém.

 

 

Fotos  : Hebert Júnior

 

Feliz dia dos Namorados !

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Os corações brasileiros batem hoje mais forte.
Celebra-se o dia dos namorados no Brasil, na véspera do dia de santo António, lembrando a figura de frei Fernando Bulhões – que seria canonizado como santo António – que nasceu em Lisboa e ficou conhecido como o Santo casamenteiro.
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Belezas de Minas Gerias

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Praça Tiradentes

Coração da cidade de Ouro Preto, antiga capital do Estado de Minas Gerais. Fundada em 1711, a cidade possui inúmeros monumentos em seu centro histórico. Nesta foto, por exemplo, se avistam o Monumento a Tiradentes ao centro da praça, o Museu da Inconfidência (antiga Cadeia de Villa Rica) ao fundo, e a Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo à sua direita.

Palácio da Liberdade

H -Palácio da Liberdade

Antiga sede do governo do Estado de Minas Gerais, o prédio foi inaugurado na fundação de Belo Horizonte, em 1897, ano em que foi transferida a sede do governo de Ouro Preto para a Cidade de Minas (atual Belo Horizonte). Recentemente, a sede oficial do governo foi transferida para a Cidade Administrativa de Minas Gerais, obra do arquiteto Oscar Niemeyer.
 

Vista de Tiradentes

H -Vista de Tiradentes

Vista parcial da casa do inconfidente Padre Carlos Correia de Toledo e Melo, conhecido como Padre Toledo. A residência no centro histórico de Tiradentes/MG é um dos principais pontos turísticos da cidade. 

Vitória da Samotrácia

H -Vitória da Samotrácia

Réplica da estátua da Vitória da Samotrácia, localizada no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, em Belo Horizonte. Além dessa escultura, o parque possui outras várias obras de arte, áreas de jardim e lagoas. Uma grande área verde na região central da capital mineira.
 

Serra Casa de Pedra

H -Serra Casa de Pedra

Dentre os muitos morros e serras de Minas Gerais, a Serra Casa de Pedra marca a paisagem da histórica Congonhas. A serra que serve de moldura para o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos e para a cidade é a mesma que atualmente é alvo das mineradoras na extração do minério de ferro.
 

Rios de Minas

H -Rios de Minas

Minas Gerais possui um grande número de cachoeiras, sendo dos mais variados tipos. Nesta fotografia foi registrada uma pequena queda d’água em um rio que passa pelo povoado de Altamira de Cima, em Nova União/MG.
 

Beco dos Canudos

H -Beco dos Canudos

Rua de casas térreas, localizada à esquerda do Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas/MG. O Beco dos Canudos é o local mais recomendado para compra de artesanato na cidade. 
 
Fotos: Hebert Júnior

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BRASIL NOSSO DE CADA DIA

Pablo Gomes-

Vejam a situação.
No Brasil a coisa tá assim:
A verdura com agrotóxico,
A carne foi maquiada,
A água contaminada,
A galinha tem hormônio,
É peixe envenenado,

 É lixo no esgoto entulhado,
Nem urubu tá dando conta
De comer tanta podridão,
Ele que é um cara trabalhador,
Disse que de comer lixo já se cansou.
A podridão não está só na rua,
Ta dentro da casa que é minha e sua,
Onde decisões são tomadas.
No Brasil tá tudo atrapalhado,
 
Virou barco a deriva, leme quebrado,
Sem direção…o que fazer?
Ainda penso e acredito na EDUCAÇÃO.
Temos o direito de nesse Brasil viver.
E ver nossas crianças em paz crescer.
Ah um milagre!
Tão oferecendo um terreno no céu,
Mas, como comprar?
No Brasil tá difícil, ainda moro de aluguel.
Sou assalariado, e até o meu roçado
Não vai bem, sem chuva morreu ressecado.
É, ta ficando complicado,
O estrangeiro parou de importar carne,
Por ganância de quem queria
Mias um pouquinho de trocado.
Quero chegar no hospítal 
E encontrar medicação,
Quero sair a noite sem medo de ladrão,
Quero ver meu filho ter boa educação,
E ver o professor se orgulhar da profissão.
Eu quero!
|Hernany Fedasi
Texto: Márcia Wayna Kambeba
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BRASIL NÃO TÃO VARONIL

 

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Um país com uma área geográfica imensa.
Um país onde se plantando tudo dá.
Um país com talentos, culturas e artes das mais variadas.
Um país com climas diversos, para todos os gotos.
Um país com sabores incríveis e gente maravilhosa.
Um país em crise.
Um país com corrupção.
Um país com fome, saúde precária e falta de investimento na
educação.
Um país carente de afeto e melhor administração.
São dois países? Não, apenas um.
APENAS UM BRASIL.

|Rô Mierling

 

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Dia Internacional do Jazz

 

 

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O Dia Internacional do Jazz é celebrado a 30 de abril.

A data foi criada pela UNESCO e anunciada pelo pianista e embaixador da boa vontade da UNESCO, Herbie Hancock.

Foi em 2012 que se celebrou pela primeira vez o Dia Internacional do Jazz. A comemoração tem como objetivo lembrar a importância deste género musical e o seu contributo na promoção de diferentes culturas e povos ao longo da história. O jazz está associado à luta pela liberdade e à abolição da escravatura.

O jazz é um estilo musical que apela à criatividade e à improvisação.

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Mulheres com Sotaques

 Marilice Carrer

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Idade: 58 anos

Profissão: Atriz, Miss, Modelo de foto e passarela

Possui 31 títulos de beleza nacionais e 04 internacionais

Últimas conquistas: Beleza Verão Glamour 2017

Rainha da Corte Real Gaúcha 2016/17

Senhora Beleza Milênio Internacional 2015

Miss Brasil Maturidade Universe 2015

Miss das Américas Internacional 2015

Atuou como protagonista no filme Sonho de Miss

 

Beti Lima

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Idade: 54 anos

Naturalidade: Carioca, criada no RS

Profissão: Bacharel em ciências jurídicas, fotógrafa, modelo de fotos e passarela

Fez diversos comerciais de TV entre eles Zaffari e Toyota, catálogos e desfiles

Últimas conquistas: Lutou durante 4 anos contra um câncer e o venceu

 

Rafaela Caobelli

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Idade: 23 anos

Profissão: Começou como modelo ainda quando criança, fazendo trabalhos para Marisol, toalhas Teka, brinquedos Xalingo e Unimed.

Já adulta fez desfiles para Marco Tarrago e Baby Stainberg no Mostra Noivas.

Últimas conquistas: Também fez a campanha de lingeries para a marca Novitá e atualmente é modelo da agência Monica Monteiro, de São Paulo e da modellife.

 

Foto e Edição: Laercio Lacerda | Locação: Studio Móvel Laercio Lacerda| Apoio Técnico: Luciano Schmitt |Modelo – Model Life : Beti Lima
Diretora de Produção: Aline Lacerda | Maquiagem- MAC : Fernanda Avila, Lucas Teixeira e Karina Timm
Cabelos – ELIANA BEAUTY :Marizângela Couto, Claudete Carvalho e Eliana Mendes | Figurinos – Atelier Madame Chique : Estilista Jaque Soroca

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Edição de Abril da Revista Sotaques

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27 DE MARÇO: DIA MUNDIAL DO TEATRO

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Os portugueses e os brasileiros unem-se, hoje, numa festa de aniversário muito especial. Dia 27 de Março é o Dia Mundial do Teatro, data instituída em 1961, pelo Instituto Internacional do Teatro.

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MANEL CRUZ, TINARIWEN E NAÇÃO ZUMBI SÃO AS NOVAS CONFIRMAÇÕES DO MIMO FESTIVAL AMARANTE

 

Manel Cruz

É de Portugal, do Mali e do Brasil que chegam as novas confirmações

Manel Cruz, Tinariwen e Nação Zumbi juntam-se a Herbie Hancock – que dará um concerto exclusivo em Portugal – na segunda edição do festival que se realiza entre 21 e 23 de Julho.

O carismático vocalista dos Ornatos Violeta, Pluto, Supernada e Foge Foge Bandido regressa aos palcos em 2017 com um novo projecto, em nome próprio. Depois de um período dedicado às artes plásticas – outra das suas áreas de intervenção artística -Manel Cruz está de volta com novas canções ao lado dos suspeitos do costume: Edú Silva (baixo, teclados), Nicot Tricot (flauta transversal, teclados, guitarra eléctrica) e António Serginho (percussão, teclados).

 

O MIMO Festival Amarante recebe, assim, o primeiro concerto de uma pequena série que o músico e compositor dará este verão. Manel Cruz foi convidado a encerrar o festival dia 23 de Julho, e, além das músicas novas, vai recordar canções que se tornaram hinos de uma geração.

Do Mali, vem a banda Tuareg de guitarras formada no final dos anos 70. Os Tinariwen actuam dia 21, trazendo o calor do blues do norte de África e “Elwan”, o sétimo disco do grupo, que será editado em Portugal durante o MIMO Festival Amarante. Gravado em França, Marrocos e Califórnia, em 2016, tem sido considerado pela crítica como o melhor álbum do grupo desde “Amassakoul”, lançado em 2004.

Tinariwen

O grupo mistura rock, blues e tichumaren, música tradicional do nordeste do Mali associado à luta política do povo Tuareg, num registo original que valeu aos Tinariwen o Grammy para Melhor Álbum de World Music em 2012. O novo disco, assim como o concerto, apresenta canções que meditam sobre ancestralidade, união e companheirismo, impulsionados pelas guitarras contagiantes, hipnóticas e cheias de groove. Participam de “Elwan” o guitarrista Matt Sweeney (Will Oldham e Run the Jewels) e os músicos Kurt Vile, Mark Lanegan (ex-Screaming Trees) e Alain Johannes (ex-Queens of the Stone Age).

 

Do Brasil, chegam a Amarante, dia 21, os pernambucanos Nação Zumbi, banda referência do rock brasileiro. Na bagagem trazem o décimo álbum, homónimo, que marca o regresso aos originais depois de sete anos de “Fome de Tudo” e conta com a participação de Marisa Monte.

Nacao Zumbi

No ano em que se assinalam 20 anos da morte de Chico Science, vocalista e fundador dos Nação Zumbi, o grupo, precursor do Manguebeat no Brasil – e agora composto por Jorge Du Peixe (voz), Lúcio Maia (guitarra), Dengue (baixo), Pupillo (bateria), Toca Ogan (percussão), Da Lua e Tom Rocha (alfaias) – vai revisitar as músicas que ficaram na história do importante movimento, um cruzamento de elementos da cultura regional de Pernambuco, como o maracatu rural, com a cultura pop, sobretudo o rock’n rol, funk e o hip-hop.

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Vive a Primavera !

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Esta Primavera o Sol vai iluminar a Revista Sotaques.
Foto: Marie Killen

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Sozinha na Multidão Tecnológica

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É interessante o fato de as vezes estarmos juntos ou estarmos sozinhos. O conceito de “ter amigos” e/ou não ter ninguém.

Eu ontem chamei meu namorado para ver um filme, ele disse que precisava estudar. Certo.

Eu moro sozinha, logo pensei então em chamar umas amigas para virem a minha casa e papearmos, bebermos algo, qualquer coisa assim. Liguei para cinco amigas diferentes, cada qual deu uma desculpa.

Era uma terça-feira, mas mesmo assim achei que nada custava dar uma passada aqui em casa. Eu tenho muitos amigos, muitos mesmo. Mas naquele momento em que eu queria companhia, sinceramente minha mente se voltou para poucos. Meu namorado, algumas amigas.

Ah, sim, tem aquela tia minha que sempre vai comigo fazer compras e que às vezes aparece aqui em casa, ela é solteirona, é hiperativa e muito legal. Liguei para ela e depois de mil desculpas ela me disse que não podia, pois tinha consulta no dia seguinte logo cedo. Quem mais? Pais morando longe, as opções iam ficando cada vez menores.

Lembrei-me de um professor da faculdade que sempre dava em cima de mim. Eu tenho namorado, claro, mas o tal professor é gente muito fina, educado, só passaria dos limites se eu deixasse. Liguei para ele e ele disse que infelizmente estava preparando uma prova para aplicar no dia seguinte.

Não me restou muita coisa a fazer, a não ser sair para a rua sozinha e assim fui. Andei pelas ruas próximas ao meu apartamento e vi muita gente pelos bares, praças, a grande maioria com telefones celulares e equipamentos eletrônicos em uso. Postando, compartilhando, comunicando-se. Mas vi poucos grupos juntos, unidos, rindo, brincando ou mesmo brigando. Sentei em um banco, fiquei a olhar quem passava. Poucos casais de mãos dadas, poucas amigas abraçadas e rindo como eu fazia quando era adolescente. Menos ainda pais, mães e filhos andando de mãos dadas como uma família unida. Fui ficando cada vez mais triste.

Que mundo é esse que temos tantos ―contatos‖ e na verdade vivemos sozinhos em nós mesmos?

Cansei e voltei para casa, já passava da meia noite. Tomei banho e antes de dormir fui ver se tinha algum e-mail importante no meu computador. Lembrei de também olhar meu Facebook e lá estavam mais de 190 recados de ― felicidades‖.

Eu não disse a você? Pois é, eu estava procurando companhia pois era meu aniversário. Mas nesse momento percebi que eu não estava sozinha. Eu estava unida a vários ―amigos‖ do Facebook que, avisados por um sistema automático, me desejavam ― toda a felicidade, amor e amizade do mundo‖.

|Rô Mierling

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Triton

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“A Triton tem uma quedinha por tudo que é high tech. Por isso, achou um jeitinho de unir o aconchego da malharia e a atitude do jeans num produto só. E foi assim que surgiu a linha I Flex: Shapes esportivos, estilo casual e tecnologia que garantem o conforto em qualquer situação.

Agora dá pra fazer aquela road trip inteira de jeans porque, pode apostar, ele é super confortável. Se quiser pedalar por aí, pode também. Pode bater perna na rua o dia todo, pode atravessar a cidade de skate, pode fazer o que quiser. Porque o jeans I Flex te segue aonde você for.

Descubra todo o movimento, a flexibilidade e o estilo que só a Triton te pode dar.”

 

 

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Editorial: Revista Sotaques
Looks: TRITON Coleção: I FLEX
Fotografia e Edição: Laercio Lacerda
Assistente de Produção: Andreia
Santos | Suporte Técnico: Luciano Schmitt | Diretora de produção: Aline Lacerda
Hair: Camila Souza | Make-Up: Alexandre Laurindo, Fernanda Avila, Karina
Timm e Priscila Messa
Modelos: André Winter, Barbie Ditadi, Lauren Nunes, Milena Bitencourtt e
Pietra Recoba

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ARTE, CULTURA E TECNOLOGIA

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Neotides Benedito é Licenciada em Letras-Português e Especialista em Ensino de Línguas Estrangeiras Modernas. Mora nos Estados Unidos, onde Ensina Português como Língua Estrangeira (PLE), como Segunda Língua (PSL), como Língua de Herança (PLH). Sempre com o suporte da tecnologia.

No final da década de 80, eu visitei num único dia, dois museus europeus em cidades diferentes, andei por seus corredores, parei em frente a obras de arte, só não sentei em frente delas para contemplação porque já estava sentada em frente ao computador, vendo, pela primeira vez, um museu virtual. Esta lembrança me fez pensar nas possibilidades da tecnologia na minha atividade profissional.

Se entendemos que cultura é o ambiente construído pela humanidade, que arte é a manifestação estética nesse ambiente, e que tecnologia é o resultado da busca por novas maneiras de fazer, fica claro que as três caminham e interagem e fazem trocas entre si, ao longo da trajetória do ser humano.

No campo educacional, temos exemplos candentes do poder da tecnologia para a disseminação da arte e da cultura. Podemos citar dois momentos do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo.(**)

Em 2015, Luís da Câmara Cascudo, estudioso da cultura popular brasileira, ganhou uma exposição inédita, “O Tempo e Eu (e VC)”, que interagia com os visitantes através de sons, cheiros, paisagens, gestos, experimentos e costumes, a partir dos conteúdos biografia, danças, oralidade, crenças, cozinha brasileira, com base na obra desse autor. Destaque-se o parênteses do título, que estabelece a “prosa” entre o escritor e o visitante (ou seria entre o visitante e você? Ou entre o tempo e nós? Nós quem? – questão metalinguística… sem esquecer a forma como hoje se escreve “você” em internetês).

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Em outro exemplo, o Museu abordou o universo do esporte mais popular do Brasil (e também uma forte expressão da nossa cultura) na exposição “Futebol na Ponta da Língua”. No “acervo”, o rico repertório de comunicação do futebol, com regras e códigos, os bordões dos locutores, os textos literários a que deu origem, as frases memoráveis, os seus termos profissionais e gírias, a sua representação na literatura: Mário de Andrade, Gilberto Freyre, José Lins do Rego, Carlos Drummond de Andrade, estavam entre os “convocados”. Foi um jogo e tanto, em que só houve vitória!

E, não resistindo ao impulso de mais um exemplo, nas décadas de 60 e 70, época em que vigorava o regime militar, circulou um tipo especial de correspondência via correios: a “arte postal”, que possibilitou a difusão de dados do meio artístico, alcançando um grande público. Hoje, ainda temos os correios, mas temos também as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação). Imaginem só as possibilidades!

Os educadores têm agora, à sua disposição, uma terminologia nova e sempre crescente, que inclui cinema em 3D, totem multimídia, “instalações”, “performances”, webmuseu, cibermuseu, museu digital ou virtual. Também temos conversas com vídeo pela internet, obras reproduzidas em alto relevo para vivências táteis de pessoas com deficiência visual, experiências sensoriais que alcançam os cinco sentidos. A todo instante surgem novos aplicativos, novas tecnologias digitais, novas maneiras de fazer. Mais fácil se torna difundir a arte e a cultura, mais fácil se torna ensinar línguas estrangeiras.

Sigamos então, neste século XXI, abertos à diversidade e ao multiculturalismo, à inclusão e à construção de um mundo melhor e mais fraterno, onde cada indivíduo possa espraiar o seu olhar para além das barreiras entre diferentes culturas, transcender seu nicho cultural e caminhar ao encontro da sua própria natureza, derrubando muros e construindo pontes. Reais ou virtuais.

Texto: Neotides Benedito

| Hernany Fedasi

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Arquitetura- Fortaleza, Minas Gerais e Espírito do Santo

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CENTRO DRAGÃO DO MAR
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, localizado em Fortaleza, capital do estado do Ceará. Está situado na região boêmia da Praia de Iracema e possui
14,5 mil metros quadrados de área construída para vivenciar a arte e cultura locais. A arquitetura do Centro Dragão do Mar se caracteriza por linhas ar-
rojadas, concebidas pelos arquitetos cearenses Delberg Ponce de Leon e Fausto Nilo. Inaugurado em 28 de abril de 1999, na antiga área portuária da Praia
de Iracema, o Dragão do Mar possui hoje em seu entorno bares, restaurantes, lojas de artesanato, teatros e outros centros de cultura, como a Caixa Cultural
e o Sesc Iracema.

 

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CENTRO BH
Centro de Belo Horizonte, no cruzamento entre duas vias muito importantes da cidade: Avenida Augusto de Lima e Rua da Bahia. O primeiro edifício à esquerda da fotografia, Edifício Arcângelo Malleta, é considerado um dos locais mais tradicionais da cidade. Foi construído sobre o Grande Hotel no ano de 1957,
e seu uso é tanto comercial quanto residencial. Os apartamentos são predominantemente ocupados por estudantes (alugados ou em repúblicas), ou pessoas que moravam no interior e precisavam se estabelecer na capital. No hall de entrada e no pilotis funcionam bares, restaurantes, sebos, livrarias, salões de
beleza e lojas de informática. Destaca-se entre os estabelecimentos comerciais, o restaurante Cantina do Lucas, bem tombado pelo Património Histórico-Cultural de Belo Horizonte.

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VIADUTO
Vista de Viaduto Férreo sobre rodovia estadual, tendo ao fundo a Serra de Ouro Branco, em Minas Gerais. A Serra do Ouro Branco tem uma área aproximada de 1 614 hectares, e compõe-se por um paredão com cerca de vinte quilômetros de extensão a sudeste, que delimita um planalto cuja altitude varia entre 1
250 e 1 568 metros e encostas íngremes a nordeste. É considerada o marco inicial sul da Cadeia do Espinhaço, um dos mais ricos ecossistemas do mundo, os campos rupestres. A Serra do Ouro Branco é uma importante área de recarga das bacias do rio Paraopeba e rio Doce. Apresenta uma grande quantidade de
nascentes e cursos d’água, que, em sua maioria, formam o Lago Soledade. Além disso, fornece toda a água que é consumida pela cidade de Ouro Branco.

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VISTA CENTRO
Vista parcial do centro de Belo Horizonte, Minas Gerais. Em primeiro plano, à esquerda da fotografia, encontra-se o Viaduto Santa Tereza sobre linha férrea. O viaduto é um dos símbolos da cidade, construído em 1929, foi projetado pelo engenheiro Emílio Baumgart, um destaque entre os profissionais das estru-
turas de concreto armado no Brasil. O arrojado viaduto, imortalizado também em “Encontro Marcado”, obra do escritor mineiro Fernando Sabino, passada nas ruas da capital mineira, cumpre também o papel de portal para o bairro que lhe deu o nome: Santa Tereza.

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SERRA DO ROLA MOÇA
Vista da Cidade de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, a partir do alto da Serra do Rola Moça.
O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, localizado nos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima, Ibirité e Brumadinho, é uma das mais importantes áreas verdes do Estado. É o terceiro maior parque em área urbana do Brasil, possuindo 3.941,09 hectares, e abriga espécies da fauna ameaçadas de extinção
como a onça parda, a jaguatirica, lobo-guará, o gato-do-mato, o macuco e o veado campeiro.

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PRAÇA DO PAPA
“Que belo horizonte!” Esta frase foi dita pelo Papa João Paulo II, diante da paisagem vista da Praça Israel Pinheiro, em Belo Horizonte. Depois da missa campal, realizada em 1980, passou a ser chamada de Praça do Papa, onde foi erguido um monumento para homenagear o ilustre visitante. Cercada pela Serra
do Curral, a praça é um ótimo local visitar e apreciar a vista panorâmica da capital mineira.

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TERCEIRA PONTE
Localizada em Vitória, a chamada “Terceira Ponte” conecta capital do estado do Espírito Santo à vizinha Vila Velha. Foi a maior obra já realizada no estado e uma das maiores do Brasil, tornando-se um dos cartões-postais das duas cidades. A Terceira Ponte é a quinta maior ponte, em extensão, do Brasil. Possui
3,33 km de extensão, vão principal com 70 m de altura e 260 m de um pilar ao outro, permitindo assim o acesso de navios de grande porte à baía de Vitória. Oficialmente seu nome é Ponte Deputado Darcy Castello de Mendonça.

Fotos: Hebert Júnior

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Revista Sotaques Brasil Portugal Nº14

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Leia aqui a edição de Fevereiro da Revista Sotaques Brasil Portugal
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Carmen Miranda  – Exuberância Luso-brasileira !

 


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Nascia no dia 9 de Fevereiro de 1909 Marco de Canavezes em Portugal a Grande Carmen Miranda .

Maria do Carmo Miranda da Cunha GOIH • OMC  (Várzea da Ovelha e Aliviada, Marco de Canaveses, Portugal, 9 de fevereiro de 1909 — Beverly Hills, Condado de Los Angeles, 5 de agosto de 1955), mais conhecida como Carmen Miranda, foi uma cantora e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Foi considerada pela revista Rolling Stone como a 15ª maior voz da música brasileira. Um ícone e símbolo internacional do país no exterior.

O primeiro grande sucesso veio com a marcha-canção Ta-hí (Pra Você Gostar De Mim), de Joubert de Carvalho lançada em 1930 e que foi recorde de vendas, ultrapassando a marca de 36 mil cópias, a música alcançou uma popularidade tão grande que, em menos de seis meses, Carmen Miranda já era a cantora mais famosa do Brasil. No ano seguinte, ela fez sua primeira turnê internacional, já como uma artista renomada, quando foi para a Argentina com os cantores Francisco Alves, Mário Reis e com o bandolinista Luperce Miranda. Ela retornou à Argentina mais oito vezes, entre os anos de 1933 e 1938.[7] Carmen Miranda tornou-se a primeira artista de rádio a assinar contrato com uma emissora, quando na época todos recebiam somente cachês.E seu sucesso na indústria fonográfica lhe garantiu um lugar nos primeiros filmes sonoros lançados na década de 1930.

Foi em 1939, no filme Banana da Terra, que Carmen Miranda apareceu pela primeira vez caracterizada de baiana, personagem que a lançou internacionalmente. O musical apresentava clássicos como O que é que a baiana tem?, que lançou Dorival Caymmi no cinema. Quando estava em temporada no Cassino da Urca, Carmen foi contratada pelo o magnata do show business Lee Shubert, para ser uma das atrações do seu novo espetáculo, The Streets of Paris, que estrearia na Broadway. Este foi o episódio que transformou a vida de quem mais tarde viria a ser conhecida como “The Brazilian Bombshell”.

Em 1940, ela fez sua estreia no cinema americano no filme Serenata Tropical, com Don Ameche e Betty Grable, a crítica aclamava suas roupas exóticas e seu sotaque latino, que tornou-se sua marca registrada. Nesse período ela foi eleita a terceira personalidade mais popular nos Estados Unidos, e foi convidada para se apresentar junto com seu grupo, o Bando da Lua, para o presidente Franklin Roosevelt na Casa Branca.[12] Carmem Miranda chegou a receber o maior salário até então pago a uma mulher nos Estados Unidos. Sua fortuna foi estimada como algo equivalente a cerca de $2 milhões de dólares pelo Los Angeles Times.

Fez um total de catorze filmes nos EUA entre 1940 e 1953, nove deles somente na 20th Century Fox. Embora aclamada como uma artista talentosa, sua popularidade diminuiu até o final da Segunda Guerra Mundial. O seu talento como cantora e performer, porém, muitas vezes foi ofuscado pelo caráter exótico de suas apresentações. Carmen tentou reconstruir sua identidade e fugir do enquadramento que seus produtores e a indústria tentavam lhe impor, mas sem conseguir grandes avanços. Numa época em que Hollywood estava interessada em vender musicais de “boa vizinhança” para evitar que as nações da América Latina se alinhassem com o Eixo, Carmen Miranda se tornou a personificação de um exotismo latino-americano genérico que foi abraçado como singular e peculiar pelo público dos EUA e rejeitado como inautêntico e paternalista por brasileiros.[15] De fato, por todos os estereótipos que enfrentou ao longo de sua carreira, suas apresentações fizeram grandes avanços na popularização da música brasileira, ao mesmo tempo, abrindo o caminho para o aumento da consciência de toda a cultura Latina.

Carmen Miranda foi a primeira artista latino-americana a ser convidada a imprimir suas mãos e pés no pátio do Grauman’s Chinese Theatre, em 1941. Ela também se tornou a primeira sul-americana a ser homenageada com uma estrela na Calçada da Fama. A sua figura, para muito além da música, seria uma influência permanente na cultura brasileira, da Tropicália ao cinema.

Em 20 anos de carreira deixou sua voz registrada em 279 gravações somente no Brasil e mais 34 nos EUA, num total de 313 canções. Um museu foi construído mais tarde no Rio de Janeiro, em sua homenagem. Em 1995, ela foi tema do aclamado documentário Carmen Miranda: Bananas is my Business, dirigido por Helena Solberg,[20] uma interseção no cruzamento da Hollywood Boulevard e Orange Drive em frente ao Teatro Chinês em Hollywood foi oficialmente nomeada Carmen Miranda Square, em setembro de 1998. Até hoje, nenhum artista brasileiro teve tanta projeção internacional como ela.

Fonte: wikipedia

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Make Up For Ever NY

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Catálogo: Make Up For Ever NY |Make-up : Amanda Vargas
Assistente de Produção: Pietra Silva

Fotografia & Edição: Laercio Lacerda |Modelos: Sarah Lemos , Rosana Lima , Marina Brustolin , Alícia, Costa e Alessandro Bazotto.

 

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Paola Giometti , A Fera Intrínseca

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Paola Giometti nasceu em São Paulo, Capital, em 1983. É graduada em Biologia, mestre e doutoranda em Ciências. Colaborou com a Revista Mundo dos Super-heróis na edição 57 com uma matéria sobre o papel da mulher nos quadrinhos. Em eventos sobre a cultura nerd, Paola é cosplayer da personagem Lara Croft, sua heroína nos games e HQs desde a infância. Publicou o livro O Destino do Lobo e O Código das Águias da série Fábulas da Terra, além de ter participado das coletâneas literárias Xeque-mate, Horas Sombrias, Aquarela, Círculo do Medo, King Edgar Hotel, Legado de Sangue, Outrora e Sede, todas da Andross Editora. Paola não só participou com contos das coletâneas Fogo de Prometeu, Céus de Chumbo, Outrora, Sede como também foi a organizadora dessas antologias.

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Produção de utensílios de pedra, domínio do fogo e aquisição da linguagem; uma das conquistas fundamentais do homem primário adquiridas por entre os milhões de anos. E foi em decorrência desses conhecimentos que ele, o homem, passou a defender-se dos animais ou caçá-los, cozinhando seus alimentos, aquecendo-se ao fogo e disseminando a experiência entre gerações. A necessidade levou o homem a domesticar alguns animais. Temos como exemplo inicial os lobos; seres humanos e selvagens teriam vivido lado a lado durante um longo tempo, numa relação onde os animais forneciam mantimentos, prestavam serviços de transporte, serviam de estimação ou até para fins ornamentais. Como resultado da manipulação do homem sobre animais, podemos hoje, considerar por análises genéticas, os cães como descendentes dos lobos encontrados entre 15 e 36 mil anos atrás no oeste Europeu e Sibéria. É nessa ambientação fria, milenar e animalesca que conversamos com a escritora Paola Giometti; bióloga por formação, conduz um minucioso processo de pesquisa técnica antes de escrever suas fábulas, como em suas obras: “O Destino do Lobo”, “O Código das Águias” e o recente conto “A Inconfundível Canção”.

 

 Sotaques: fábulas, geralmente, possuem uma lição de moral ao final da narrativa; o que podemos extrair de “O Destino do Lobo e “O Código das Águias”?

 Paola Giometti: diferente das fábulas clássicas, onde a lição de moral é dirigida ao público infantil, esses dois livros possuem lições de moral mais voltadas para os jovens e adultos. O Destino do Lobo vai abordar a nossa responsabilidade como domesticador e a dependência dos cães por nós. O Código das Águias já vai questionar o quanto estamos dispostos a abandonar a nossa liberdade em prol de algo maior. A importância da amizade e da família, o respeito pelos que já foram, também são assuntos tratados paralelamente. 55

Sotaques: escreveu em primazia seu romance aos 11 anos de idade e, desde então, deixou por aí uma pilha de livros publicados. O que demonstra seu aprimoramento na escrita hoje?

Paola Giometti: meu aprimoramento na escrita se deve por conta do incansável exercício de leitura de inúmeros gêneros da literatura, bem como o devorar de livros que ensinam técnicas de escrita (como a importância das viradas nas histórias, personagens fortes etc) e roteirização para cinema. Essas práticas são ótimas parceiras do escritor. ~

Sotaques: como definiria a premissa da série “Fabulas da Terra”?

Paola Giometti: a série Fábulas da Terra traz três histórias independentes sobre diferentes animais selvagens (o lobo, a águia-dourada e o bisão-americano) e que também apresentam crossovers, pois um ambiente ou animal pode aparecer mais de uma vez em outro livro. Isso enriquece o universo criado e oferece ao leitor uma ideia de cronologia. Ao final dos livros, certamente o leitor terá ampliado o seu conhecimento sobre o reino animal, já que os comportamentos dos personagens, as descrições, são todas inspiradas no mundo selvagem real com uma pitada de fantasia.

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Sotaques: em “O Destino do Lobo”, por exemplo, alguns personagens possuem características bem marcantes. Há algum significado por trás dessas personalidades?

Paola Giometti: sim. Nesse livro, os lobos foram todos inspirados nos meus cachorros. Quem já teve muitos cães sabe que cada animal tem uma personalidade diferente. Em O Destino do Lobo temos lobos idosos e que melhor entendem as situações; lobos impetuosos e que não gostam de conversa; lobos curiosos e estabanados; lobos fortes e que inspiram respeito. No total, temos 8 lobos com características distintas.

 

Sotaques: no primeiro volume do “Fábulas da Terra”, em “O Destino do Lobo”, há um momento solene que é sobre como os lobos compreendem a hora da refeição. O que essa parte em específico significa a você?

Paola Giometti: na vida selvagem, os animais não desperdiçam comida e todos dependem direta ou indiretamente uns dos outros para sobreviverem. Na nossa sociedade o ato de comer quase virou uma atividade relacionada ao entretenimento e diversão, esquecendo- se que alguém teve que morrer para nos satisfazer. Acho que se todos pensássemos assim, talvez não houvesse desperdício. Na hora de comer, quase todos os animais fazem uma reverência ao alimento: eles abaixam a cabeça para pegá-lo. Não podemos esquecer que também somos animais, e esse ato também praticamos: nós abaixamos nossas cabeças na direção do prato.

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Sotaques: como funciona o processo de pesquisa e quanto seu conhecimento da ciência tem contribuído em suas obras?

Paola Giometti: o fato de ser da área científica me proporcionou um conhecimento de onde buscar as informações corretas e verdadeiras sobre os animais. A vantagem de ser bióloga me faz observadora, pois consigo melhor aproveitar o cenário com os fatores climáticos, vegetação e os relacionar com os comportamentos animais. Faço um levantamento de artigos científicos e vídeos na internet que sejam relacionados ao comportamento do animal que vou expor. Acredito que tentar usar a fantasia num modo mais próximo da realidade pode deixar a história mais atraente, rica em situações que vão fazer o leitor não se sentir enganado ou diante de uma história absurda e forçada.

Sotaques: logo na capa do livro lemos: “Com ilustrações da autora”. Qual a sensação de desenhar em seu próprio livro?

Paola Giometti: no início eu não estava muito segura de que isso era uma boa ideia, pois não sou profissional apesar de que conseguia fazer algumas coisas bonitas. Mas o Edson Rossatto, que é meu companheiro e também é escritor, me encorajou a seguir esse caminho e acabei indo fazer cursos de desenho em academias de arte. Minha ideia é sempre refazê- los a cada nova edição, pois assim sempre teremos um desenho mais aprimorado do que o da edição anterior. Sempre é um grande orgulho para o escritor também poder ilustrar o seu trabalho.

Sotaques: em “O Código das Águias”, o que constrói o sentido da falcoaria na visão das águias?

 Paola Giometti: o sentido que a falcoaria na visão das águias, em meu livro, é o abandono da liberdade por uma causa maior. O companheirismo e a fidelidade são importantes na falcoaria, pois uma águia, se descobre que está sem amarras, pode ir embora por livre e espontânea vontade. 57 Sotaques: não pude deixar de notar a exacerbada presença feminina em suas obras, tendo como exemplo Kushi, protagonista de “O Destino do Lobo” e Tuska do mesmo universo. Você se considera feminista? Paola Giometti: eu não me considero feminista, pois acredito que ser feminista é uma forma de discriminação de gênero, da mesma forma que o machista faz. A escolha de uma fêmea protagonista (Kushi) e de uma mentora (Tuska) foi pelo simples fato de que as mulheres têm uma sensibilidade para o espiritual maior do que os homens, além do que costumam ser mais preocupadas com seus filhotes e o destino deles.

Sotaques: o conto do filhote Julieta, no início de “A Inconfundível Canção”, nos deixa a questão: até quanto tempo aproximadamente um cão sente falta da mãe?

Paola Giometti: é inevitável que um filhote sinta muita falta de sua mãe pelo menos até o terceiro ou quarto mês de vida (no caso dos que são adotados). Ele associou o cheiro e a presença dela, a sua sobrevivência e completa dependência. Mas depois que ele percebe poder buscar seu alimento e se aventurar por aí, vai perdendo esse sentimento de dependência pela mãe e a tendência é se ligar no ser humano.

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Sotaques: Lara Croft e Supergirl; quando começou sua experiência cosplayer? Frequenta muitos eventos nerds?

 Paola Giometti: costumo ir a muitos eventos nerds e sempre vou de cosplay. Quando o Anime Friends nem era um evento conhecido, eu já frequentava. Ia de Jill Valentine do Resident Evil 1 e Mamba Negra, do Kill Bill. Mas a Lara Croft foi a minha heroína mais importante, pois me ajudou numa época em que eu me sentia um nada e passava por uma crise de depressão. Depois, o Edson me motivou a ser a Supergirl, desenvolvendo a roupa para mim, pois diziam que eu lembrava um pouco a atriz do seriado. Assisti a todos os episódios e acabei virando fã, afinal, a personagem é bem carismática.

Sotaques: o que você pode nos adiantar de lançamento seu nesse ano de 2017?

Paola Giometti: em agosto será lançado O Chamado dos Bisões: uma história que foi inspirada nas migrações familiares. Terá como protagonista um filhote de bisão que fica para trás durante uma jornada migratória. Como o livro se encontra em processo de edição, ainda não é possível contar muitos detalhes — apenas que haverá um forte crossover com os personagens de O Destino do Lobo.

Sotaques: nos dê três dicas de escrita.

Paola Giometti: 1- Leia muito o estilo literário que quer começar a escrever, pois é preciso aprender a falar a língua do seu público. 2- Estude livros como “Story” de Robert McKee; “A Jornada do Escritor” de Christopher Vogler e “O Poder do Mito” de Joseph Campbell. 3- Escrever com o coração é importante. No entanto, deve-se pensar no seguinte: o leitor irá comprar o seu livro, ler a sua história e tem que sair satisfeito. Se ele sentir que perdeu tempo com o seu livro, ele nunca irá indicá-lo a ninguém. Portanto, escrever só com o coração e intuição não basta. Tem que estruturar bem o texto e sair dos clichês.

 

Sotaques: organizou e participou de algumas coletâneas literárias da Editora Andross; qual a sensação de presenciar o interesse pela escrita através dos escritores inscritos no projeto?

Paola Giometti: a parte que mais gosto no processo de produção dos livros da Andross é a ajuda e orientação aos autores que se inscreveram. Não são apenas os melhores contos a serem selecionados. Nós damos a oportunidade de o autor aprender e crescer com críticas e sugestões, reescrevendo o seu conto ou produzindo um novo. Oriento cada autor, quando necessário, e o resultado muitas vezes é surpreendente. Eu me sinto realizada por poder mediar a primeira publicação de muitos autores. Estar num livro é como deixar a sua marca para a posteridade.

 

| Pablo Santos

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Igrejas de Minas Gerais

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Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem, em Belo Horizonte/MG. Sua história teve início em 1709 com português Francisco Homem del Rey, que trouxe uma imagem da padroeira dos navegantes portugueses, Nossa Senhora da Boa Viagem. Após chegar no Brasil, Francisco ergueu em suas terras uma pequena capela dedicada à Nossa Senhora da Boa Viagem, que passou a ser conhecida também como a padroeira dos viajantes. Com o passar dos anos em seu lugar foi erguida uma igreja maior. Entretanto com a construção da nova capital no final do século XIX, houve a necessidade de ser erguer uma nova igreja – a atual Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem -,inaugurada em 1923, data em que a cidade de Belo Horizonte foi oficializada como arcebispado.

 

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Igreja Matriz de São José, localizada no centro de Belo Horizonte/MG, datada do início do século XX. O projeto arquitetônico foi elaborado por Edgard Nascentes Coelho e as obras foram dirigidas pelo irmão redentorista holandês Gregório Mulders. A ornamentação pictórica da igreja foi executada pelo pintor alemão Guilherme Schumacher, entre 1911 e 1912.

bh4Vista interior da Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem, em Belo Horizonte.

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Capela Curial de São Francisco de Assis, localizada na orla da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte/MG. A edificação faz parte do Conjunto Moderno da Pampulha, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e reconhecido pela UNESCO no ano de 2016 como Patrimônio Mundial. Seu interior abriga obras de arte de Cândido Portinari e Alfredo Ceschiatti.

Capela Curial de São Francisco de Assis, localizada na orla da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte/MG. A edificação faz parte do Conjunto Moderno da Pampulha, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e reconhecido pela UNESCO no ano de 2016 como Patrimônio Mundial. Seu interior abriga obras de arte de Cândido Portinari e Alfredo Ceschiatti.

 

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Capela de Nossa Senhora das Mercês, em Tiradentes/MG. Construída na segunda metade do século XVIII, a capela é representante do estilo rococó. Seu interior possui bela e dourada capela-mor, além de pinturas raras, com representações de santos e também de anjos que glorificam Nossa Senhora das Mercês. A arte dos forros, no interior da construção, é atribuída ao artista mulato Manoel Victor de Jesus, brasileiro que realizou trabalhos em vários monumentos religiosos na região de Tiradentes e São João del Rei, em fins do século XVIII e no início do século XIX. A fachada também chama a atenção pela presença de um único sino.

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Igreja Nossa Senhora do Rosário, localizada em Congonhas/MG, foi construída pelos escravos em fins do século XVII, antes da chegada dos mineradores que fundaram a cidade. É a igreja mais antiga de Congonhas e guarda decoração interior bastante singela, com altar consagrado a Nossa Senhora do Rosário.

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Retábulo-mor da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em Tiradentes.

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Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres (1740), no distrito de Lavras Novas, cidade de Ouro Preto/MG

Fotos: Hebert Júnior

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Parabéns São Paulo! A cidade de São Paulo comemora 463 Anos.

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Aniversário de São Paulo é comemorado anualmente em 25 de janeiro. Esta data é um feriado municipal para a capital paulistana.

Esta data foi escolhida em homenagem à fundação do Colégio dos Jesuítas, considerado o marco zero da maior capital brasileira.

No dia 25 de janeiro de 1554, os padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta fundaram o colégio que seria o centro de educação e formação dos indígenas para se adequarem ao modo de vida dos jesuítas.

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Três Desejos para 2017… Incenso, Ouro e Mirra

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Os nossos reis magos desejam para 2017 um mix cultural! A revista online Sotaques Brasil Portugal escolheu, juntamente com os nossos três reis magos, o lema para 2017… Este ano, o nosso lema será “mix cultural“- misturar várias artes culturais, tais como, a moda, a leitura, a música, a gastronomia,  o património… Para melhor nos conhecermos, uma vez que juntos somos mais fortes e conseguimos levar mais longe ainda a cultura luso – brasileira.  Assim como os Reis Magos trouxeram incenso, ouro e mirra  para o recém nascido mais famoso da História, os nossos próprios reis também nos trazem:

Incenso
Para pulverizar a nossa história pelos ares do mundo.

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Ouro
Para mais riqueza cultural.
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Mirra
Para tornar mais fortes as raízes que nos unem.

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Desejos Concretizados

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Fecho meus olhos. Inspiro bem devagar e expiro. Várias vezes e sinto meu corpo relaxar.

De longe vem o barulho dos fogos. Em muitos lugares do mundo sei que as pessoas estão comemorando a chegada de um novo ano.

E o que isso representa? 365 dias para fazer um novo ano.

E quais são os nossos desejos? Saúde, paz, sucesso, felicidade.

Desejos comuns, mas essenciais. Mas enquanto permaneço de olhos fechados, três grandes desejos vêm a minha mente além dos essenciais com os quais contamos para chegar ao final de mais um ano.

DESEJO 1:  Conhecer lugares distantes e exóticos.

DESEJO 2: Ler mais livros do que assistir televisão ou navegar pela internet.

DESEJO 3: Escrever de forma que minha escrita ajude a estimular a leitura, informar e divertir muitas pessoas, compartilhando meu mundo com outras mentes pelo mundo afora.

 

Inspiro, respiro, expiro. Mais uma, duas, três vezes, de forma controlada e compassada.

Abro meus olhos. É um novo ano: 2017.

Dou um sorriso tímido a mim mesma e puxo minhas cobertas me aconchegando a minha cama. Tenho 11 anos de idade e minha mãe não me deixa ficar acordada até muito tarde, nem hoje, na noite da virada de ano. Mas estou feliz. Quem sabe um dia, meus desejos se realizam. Quem sabe…

|Rô Mierling

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Revista Sotaques Brasil Portugal Nº 13

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Leia aqui a edição de Janeiro da Revista Sotaques Brasil Portugal

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Parcerias com Sotaques

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As Parcerias com Sotaques estão cada vez mais sólidas.

Queremos que os nossos Parceiros nos enriqueçam com a sua experiência e criatividade.

Hernany Fedasi fotógrafo e colaborador da revista Sotaques no Brasil, intermedeia parceria entre a revista Sotaques e revista Amazónia de Belém do Pará.

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Dia de Reis

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Os Reis Magos fazem parte das Tradições de Natal em quase todos os Países da Europa e são figuras que animam os presépios.

Os Reis vieram do Oriente para conhecer o Menino Jesus.

O nome dos três Reis são: Gaspar, Bastasar e Belchior.

Contam as lendas que eles eram muito ricos e sábios. Eles sabiam que um dia havia de nascer um Menino que seria o Salvador do Mundo e que nesse dia apareceria no céu uma estrela muito brilhante. Quando esse sinal apareceu eles puseram-se a caminho e foram até Belém.

Ofereceram ouro, incenso e mirra ao Menino Jesus.

ouro significa riqueza e é o metal mais valioso.

incenso é um perfume que se queima em honra de Deus.

mirra é um creme perfumado que serve para embalsamar os mortos.

Nós festejamos o dia de Reis no dia 6 de Janeiro.

Uma tradição dos Reis é o Bolo Rei.

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Singularidade: o avanço nas mãos de protótipos

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Uma questão nunca se tornou tão corriqueira, “o que nos torna seres humanos”?

O processo de evolução dirige-se vorazmente à singularidade; máquinas inteligentes logo vão nos permitir conquistar nossos maiores desafios, não apenas a cura de doenças, mas o fim da pobreza e da fome. A cura do planeta, e a criação de um futuro melhor para todos nós.

Expressar emoções e ter autoconsciência são habilidades que, em breve, não será privilégio do homem, porém, a pergunta que permeia é: quando a inteligência artificial irá superar a inteligência humana? Bem, esses e outros questionamentos acerca de nosso futuro, podem ou não ser vislumbrados através do conto de Fernando F. Morais, em “O Despertar Cyberpunk”, coletânea “Fogo de Prometeu (Andross Editora, 2016)”.

Sejam eles pró ou contra tecnologia, os Hackers invadiram as obras cinematográficas. De onde surgiu a ideia do termo “Surfista da Grade”, e oque acha da atuação dos programadores atuais perante os usuários de código aberto?

Fernando F. Morais: bem, assim como William Gibson encontrou o termo “cowboy” para se referir aos hackers de Neuromancer, eu também estava procurando algo para ser usado da mesma forma. Para criar o termo “Surfista da Grade”, utilizei a velha expressão do início dos anos 2000 “surfar na web” e busquei em Tron a palavra “grade”, que no filme é referenciado como a fronteira digital em que os programas ficam. Na história, quis ampliar o sentido da palavra “grade” para me referir à rede global de computadores. Em um mundo cada vez mais conectado, a demanda por programas de livre acesso cresce no mesmo ritmo que as empresas desenvolvedoras de software querem lucrar com programas de alta performance. A questão dos programas com direitos autorais é que eles, geralmente, alcançam maior público por conta do dinheiro que as grandes empresas investem e pelos inúmeros testes pelos quais passam antes de serem lançados no mercado, garantindo uma maior qualidade.  Já os programas de código aberto podem sair em benefício daqueles que buscam melhorias que todos os usuários buscam, mas que as empresas raramente fazem. Outro peso para a balança dos programas de código aberto é a produção colaborativa de um produto que pode ser distribuído de forma universal e gratuita. Pessoalmente, eu não me vejo muito qualificado para falar a respeito disso, pois envolve filosofias muito mais complexas, às quais não  sou muito familiarizado.

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Supondo que pudéssemos mensurar a quantidade suficiente para a criação de uma consciência perfeita, quantas mentes brilhantes você sugere para  tal?

Fernando F. Morais: um número não alcançado ainda pela matemática e um pouco mais. A perfeição é algo impossível.

Pode-se levar um longo tempo até que neurocientistas e especialistas  alcance o sucesso para o procedimento de transferência mental, mas, assim como o personagem Ian, você estaria preparado para esse processo?

Fernando F. Morais: acho que ninguém estaria (nem o próprio Ian estava). Dentro do meu ponto de vista, um processo desse tipo resultaria em total fracasso. A transferência de consciência seria algo tão complexo no mundo real que, mesmo com séculos de esforço e empenho, a ciência apenas colheria frustração.  Pense em tudo que envolve tal feito
científico; os padrões cerebrais teriam de ser copiados com total  exatidão; os fatores psicológicos  e biológicos teriam que ser recriados em um software dentro de um processador infinitamente mais complexo do que os que temos atualmente. Isso tudo sem contar o  fato de que seria preciso conhecer o cérebro humano de uma maneira que apenas Deus conseguiria.  A inspiração: “É difícil escrever esta nota, pois não me lembro ao certo como tive a ideia para esse conto…

Na verdade, essa história faz parte de um universo de ficção científica que comecei a criar há pouco mais de um ano. Penso constantemente nas histórias desse mundo e os personagens que o compõem. Na trama do Ian, especificamente, veio até mim de forma quase cem por cento natural. É claro, tive muitas influências que colaboraram para o processo de criação.  Na época em que escrevi a história (início de 2016), eu estava simplesmente obcecado pela temática  cyberpunk. Isso já vinha de anos, mas se intensificou a partir daí. Foi a mesma época na qual comecei a assistir a série Ghost in the
shell: stand alone complex (1989).Outra grande fonte para mim foi a obra de William Gibson, Neuromancer (1984). Essas histórias a respeito de como os seres humanos conseguem interagir com a tecnologia em seus respectivos universos, me fizeram elaborar minha própria ideia de simbiose entre homens e máquinas. Juntando as ideias que já tinha
com as novas vindas de Ghost in the shell e Neuromancer, consegui criar a história que me levou à minha primeira publicação profissional.”

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Reger uma nação não é simples, você acha que uma máquina apenas com superinteligência seria capaz de estabilizar a economia de um país?

Fernando F. Morais: essa pergunta me fez lembrar de “O conflito evitável”, um dos contos que compõem o livro Eu, Robô, de Isaac Asimov. No conto de Asimov, as máquinas projetam a economia e produção humana, de uma forma que gere um equilíbrio global e não cause conflitos. O fato de as máquinas não possuírem uma forma de consciência como a humana as torna obsoletas para agirem de forma a modificar nossas vidas em um nível político. Uma máquina poderia sim estabilizar a economia de um país, mas a que preço? Talvez cortando benefícios sociais, regrando gastos e controlando as contas de cada indivíduo no país. Quando são pessoas que fazem isso, as coisas são feitas pensando na qualidade dos cidadãos de uma nação (ou pelo menos é assim que deveria ser). È interessante o quão imprevisível pode ser o caminho para que o escritor alcance o desenvolvimento do escrever.

Quando surgiu o interesse pela escrita, e por que ficção científica?

Fernando F. Morais: sempre gostei de criar histórias, e a escrita surgiu apenas após os meus dezessete anos. Pelo que me lembro, histórias de ficção-científica sempre estiveram presentes na minha vida desde a infância. Aos dez anos de idade eu era obcecado por ciborgues e robôs por causa dos filmes do Robocop dos anos de 1980 e 1990. É claro, também havia os desenhos animados como Batman do futuro e Projeto Zeta (alguém se lembra?). Com o tempo fui adquirindo outras referências. Graças a trabalhos que tive de fazer no ensino médio, criei um gosto por escrever as histórias que surgiam na minha mente. Mas podem vocês, leitores, imaginar um escritor que não lê? Este era eu aos meus dezessete anos. Nessa mesma época comecei a escrever a minha primeira história, era uma ficção científica que abordava manipulação genética e criação de super humanos. A ideia da história pode até ter sido boa, mas a escrita era horrível! O importante é que não foi um daqueles projetos que você começa animado e depois joga no fundo da gaveta, eu continuei escrevendo ao mesmo tempo que mergulhava em livros de ficção científica e fantasia.
Estou nessa até hoje. Processo de escrita: Escrever é uma arte, não um dom. Há quem possa discordar da minha afirmação, total ou em parte, mas o processo de criação de uma história requer muito mais que uma simples inspiração (concordo que seja muita válida e importante essa parte), porém, o escritor não vive apenas de inspiração. Ter uma boa ideia não é suficiente para se tornar um bom escritor. Se me perguntarem qual é o segredo para se tornar um grande escritor, direi o seguinte: “Não sei! Ainda não sou um grande escritor”.  Mas há duas coisas que acho fundamentais a qualquer escritor: prática e
persistência.”  Como leitor de sua obra, digo que foi um pouco angustiante, senão
doloroso, ver Sebastian e Arthur Cline sob a posse da consciência.

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Você pretende dar continuação, ou seja, entregar a “alma” de Ian? (risos).

Fernando F. Morais: na verdade, ainda não sei se a história terá continuidade eu já tenha a ideia. A história de Ian se passa em um universo que estou criando composto de várias histórias que montam uma linha do tempo e levam tudo a final. Ian seria uma peça essencial para a construção da história que tenho em não tenho certeza se darei continuidade especificamente a essa história. Eu desenvolver mais contos parecidos para dar ao leitor mais peças para montar o responder algumas perguntas dos leitores como, por exemplo, o que acontece depois? que aconteceu? Para onde vai a consciência de Ian? Gostaria muito de responder através de novas histórias.

Com a língua em constante processo de desenvolvimento, o que tem a dizer neologismos como o termo “presidenta”?

Fernando F. Morais: é natural que uma língua sofra modificações através do tempo, a criação e incorporação de novos termos. No Brasil, há uma pequena polêmica palavra “presidenta”. Alguns acham feia ou incorreta a estrutura do termo, enquanto relacionam a repulsa ao fato de a presidenta Dilma Roussef ter feito um pedido referida com a utilização da palavra em sua forma de gênero feminino. Não estou a presidenta afastada, mas a utilização de tais termos pode ir além de uma no processo linguístico, o argumento pode estar na luta das mulheres, por exemplo, mercado profissional e uma sociedade ainda muito machista. A palavra “presidenta” ela já existe há décadas e é reconhecida pelo nosso país na forma padrão da debate pode ser longo e envolve questões mais amplas do que uma simples mudança linguístico do português.

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Sobre o autor: Fernando F. Morais nasceu em Brasília, Distrito Federal, em 1995. do curso de Letras e professor de inglês. O Despertar Cyberpunk, por Fernando F. Morais, é um conto de “Fogo de fantásticos. Organizado por Paola Giometti e publicado sob Andross Editora, SP, continuidade ou não, embora  criando aos poucos, a um ponto só no mente, mas ainda espero conseguir o quebra cabeça e depois? E antes, o responder essas perguntas dizer a respeito de tempo, assim como polêmica ao redor da enquanto que outros público para ser estou aqui defendendo uma simples mudança exemplo, contra um
presidenta” não é nova, da língua. Enfim, o mudança no processo 1995. É acadêmico
Prometeu: contos SP, 2016.

|Pablo Santos

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“A mulher em seu estado natural é a arte que en-canta a humanidade.”

 

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Foto: Hernany Fedasi Escultura: Francisco Chagas

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer
circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa,
no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia,
meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que
estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha
vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que
acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é
ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas
para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é
o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu
mesmo.

| Hernany Fedasi

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Parque Municipal Américo Renné Giannetti

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Fotos: Hebert Júnior

Foi projetado no final do século XIX .
Em estilo romântico inglês, pelo  arquiteto paisagista francês, Paul Villon, para ser o maior e mais bonito  parque urbano da América Latina. Antes  de sua implantação, o espaço abrigava a Chácara do Sr. Guilherme Vaz de Mello, conhecida como Chácara do Sapo. O local  serviu de moradia para o próprio Paul  Villon e para Aarão Reis, engenheiro chefe da Comissão Construtora, encarregada de planejar e construir a nova capital de Minas Gerais.
Atualmente possui uma área de 182  mil metros quadrados de extensa  vegetação. Abriga o Teatro Francisco Nunes, Orquidário, um pequeno parque  de diversões e a parte dos fundos do Palácio das Artes.

 

 

 

 

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Félix Robatto A Guitarra de Belém Pará

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O guitarrista e percussionista Félix Robatto é um pesquisador da música latino-amazônica que vem se destacando como produtor musical no cenário nacional e internacional. Seu trabalho mostra uma música contemporânea paraense construída a partir de elementos da guitarrada, surf music, música latina e pop. Nascido em Belém do Pará, toca há 18 anos (começou aos 13). Suas músicas falam do cotidiano paraense, de símbolos regionais, mas com um toque universal. A música feita pelo artista é contagiante, feita para dançar.

Em 2004, fundou a banda La Pupuña que circulou não só pelo Brasil, mas também pelos Estados Unidos e Europa, apresentando a “guitarrada progressiva”, mistura do estilo paraense a influências como surf music e psicodelia. O grupo se formou a partir de um projeto de pesquisa quando Félix cursava Música na Universidade do Estado do Pará (UEPA) e foi um dos grandes responsáveis por colocar a guitarrada de volta aos salões. Com o La Pupuña, se apresentou nos principais festivais de música independente do Brasil e em eventos como SXSW (South by SouthWest), no Texas (EUA) e Wasser Musik em Berlim (Alemanha).

Em 2010, a banda terminou e deu origem ao grupo Félix y Los Carozos, que seguiu com as experimentações musicais. Com o grupo, se apresentou no circuito Prata da Casa, no SESC Pompeia (SP) e no SESC São José dos Campos.

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Paralelamente ao Los Carozos, o músico foi convidado para integrar e produzir a banda da cantora Gaby Amarantos. Foi dele a produção musical do primeiro CD da artista, o Treme, lançado em 2011 e indicado ao Grammy Latino 2012 na categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras. O mais novo CD da cantora Lia Sophia, que tem agradado a crítica especializada, também foi produzido por ele.

Em abril de 2016, Félix foi um dos seis curadores do projeto de ocupação musical #PULSØ2016 da Red Bull, que durante um mês reuniu 30 músicos brasileiros em São Paulo para produzir música. Félix esteve a frente da equipe que representou o Norte do Brasil.

Em maio, Robatto voltou à capital paulista para se apresentar no palco Barão de Limeira como atração da Virada Cultural de São Paulo.

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Em junho deste ano, Félix lançou um novo projeto que vem movimentando a cena cultural de Belém: a Lambateria. A festa semanal também realizada às quintas traz um repertório dançante com gêneros latino-amazônicos. Além de música, a festa também tem espaço para exposição de artistas visuais. Com um mínimo de três atrações por noite (show de Félix Robatto, do grupo de Carimbó “Os Safos da Capital” e discotecagem de Zek Picoteiro), o conceito musical da Lambateria tem relação com o próximo disco do guitarrista que faz uma pesquisa sobre as origens da Lambada. Atualmente, Félix está finalizando a produção de “Belemgue Banger”, seu segundo disco.

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Feliz Natal !

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A revista Sotaques deseja a todos os seus leitores um Feliz Natal !

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Realidade que seduz.

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Sedução – termo originado do latim seductio, representa a ação de conduzir, levar, encaminhar alguém a determinado ato.

No geral a sedução é atrelada ao amor, ao sexo, ao tesão, a luxúria.

E quando somos seduzidos para outros caminhos não inerentes ao sexo e seus fatores relativos, mas que igualmente nos seduz?

Pode a sedução não ser exclusivamente sexual?

Pode sim!

A vida nos seduz, um bom vinho nos envolve, a literatura nos encaminha rumo a sabedoria, todos são atos de uma sedução que o destino nos mostra.

Quando adentrei a literatura, escolhi uma faceta literária sombria e realista para mostrar ao leitor a vida real, seus problemas e desafios mais cruéis e dramáticos de forma que seduzo o leitor encaminhando-o ao perigo, a morte, ao drama, ao sangue que verte da ferida aberta nos punhos, nos corações e nas mentes. O leitor pode experimentar essas facetas sombrias da vida sem estar em perigo. É a sedução da escrita e da leitura.

Seduzimos o leitor com nossas ideias, imaginação, histórias, personagens, uns ardentes e calientes, outros realistas e ferozes.

Pode a sedução ser muito mais que um beijo, um toque, um orgasmo.

Pode a sedução ser conhecimento, leitura, vivência, viagens, lugares, pessoas e novos rumos.

Porque nos sentirmos limitados a um só sentido de uma palavra tão ampla?

Quando escrevo sobre um assassinato, uma morte, um drama, o leitor se sente “seduzido” pelo perigo do enredo, onde em sua zona de conforto, pode experimentar novos sentidos como medo, cautela, pavor e adrenalina, e quando o livro termina, tudo volta ao normal e o leitor está seguro. Mas agora, ele é uma vítima, sem mesmo saber. Vítima da sedução do perigo, do real, do arriscado oriundo das múltiplas possibilidades da literatura.

E sempre que ele desejar uma nova dose dessa sedução, poderá ler um novo livro, tenso, denso e feroz, onde o perigo é latente, mas somente lá fora. Ou não.

|Rô Mierling

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Wallace Oliveira  –  O som que nos seduz

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“Wallace Oliveira, amante de música desde os 7 anos, formou-se em guitarra clássica e popular. Ingressou rapidamente em vários projetos e grupos folclóricos tradicionais oficiais como o Grupo Folclórico da Casa de Portugal de São Paulo, que acompanhou durante um mês de espectáculos em Portugal. Em paralelo, foi desenvolvendo a sua própria sonoridade eléctrica, tocando em vários projectos de Metal durante 8 anos.

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Foi em 2014 que Wallace descobriu o estudo da guitarra Portuguesa e se apaixonou pelo instrumento, acompanhando fadistas conceituados, como Jorge Fernando e Fábia Rebordão. No diia 10 de Junho de 2016, Wallace foi condecorado pela casa Luso-Brasileira do Estado de São Paulo em função das suas contribuições, junto da comunidade Portuguesa e no desenvolvimento das relações entre Portugal e Brasil.

 

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4 Estações: valores do senso comum em esquetes

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Rousseau, filósofo suíço, século 18, sugeria que a natureza humana era de origem pura, mas a sociedade a perverteria. Convivemos sob o que é negativo como se não houvesse relevância. É a banalização do horror, da violência, da morte de terceiros, do estereótipo porque muito do que é feito para sociedade faz-se para o crescimento do eu, a “consciência humanística” (se é que os seres humanos a possua) ainda o deixa descansar.

A busca do homem pelo conhecimento que dá sentido à vida define o conceito de “humanismo”, na qual o programa 4 Estações exibido na TV Marília, em base na ética, assume a responsabilidade social de apresentar em formato de esquetes pândegas, vídeos com temas transversais e cotidianos para se alcançar a realização pessoal e profissional num mercado ríspido e desumanizado da urbis.

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Idealizado por Márcio Medeiros, apresentado por Thaís Vendramini e, com Bruno Gordon atuando, o programa 4 Estações do canal 4 tem de paródia de Taylor Swift até reflexões recorrentes da praxe social. A redação da revista Sotaques conversou um pouco com Bruno Gordon, o ator, youtuber e designer sobre o processo de funcionamento do programa. Acompanhe a seguir a pequena entrevista:

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Sotaques: o programa promove constantemente a oportunidade de meditar perante a abordagem de valores morais, éticos e sociais, você se pega pensando em suas atitudes?

Bruno Gordon: sim, o programa visa sempre abordar questões sociais importantes e valores éticos da nossa sociedade. Com os temas abordados no programa sempre acabo me questionando sobre os assuntos que são ditos e propostos. Através do programa, com um esclarecimento dos profissionais da área e também com a produção da esquete, acabo me deparando com situações e comportamentos que sequer tinha notado antes.

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Sotaques: descrever a problemática intrínseca do ser humano no processo de integração e unificação na sociedade homogeneizadora é um dos intuitos do programa. Para você, as pessoas estão propensas a serem mais humanas?

Bruno Gordon: acredito que com a ilustração de um tema social/moral, muitas pessoas acabam se identificando com situações já vivenciadas e/ou presenciadas e isso acaba refletindo no modo de pensar e agir das pessoas impactadas com o conteúdo proposto e consequentemente levando-as a reavaliar seus comportamentos, propiciando sim mais humanidade em suas ações.

Sotaques: as redes sociais são fontes de exemplos de afirmações de estereótipos, preconceito e individualismo. Como elas contribuem para o conteúdo?

Bruno Gordon: através das Redes Sociais fica claro muitos comportamentos que as pessoas carregam consigo sem sequer notarem e, através disso, trago alguns exemplos para a produção do conteúdo das esquetes, como por exemplo foi o caso da esquete com tema preconceito, onde pude ver vídeos sobre o temas e ler comentários muitas vezes extremamente preconceituosos nas redes sociais.

O programa 4 Estações apresentado por Thaís Vendramini é exibido todas as quintas-feiras no Canal 4 de Marília-SP e, também, pela internet através do site http://www.universo4.com às 21h30. Traz assuntos variados do comportamento humano como por exemplo: altruísmo, medo, egoísmo, etc. Os temas apresentados são discutidos com profissionais e especialistas da área como psicólogos e coaches, sempre ao vivo. Além do bate papo, o programa conta com o quadro “Fala Povo” onde pessoas da rua comentam o que acham sobre o tema e, além de uma esquete do “Canal do Gordon” que propõe sempre ilustrar o tema através de um vídeo, onde Bruno Gordon atua na maioria das vezes, ilustrando o tema discutido com muito bom humor.

|Pablo Santos

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Sabores de Minas

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Panelas de pedra: As panelas de pedra em produção artesanal representam a tradição da cozinha mineira juntamente com os fogões a lenha, tachos de cobre, colheres de pau. Antigamente itens comuns nas cozinhas, hoje são peças de alto valor cultural.

 

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Confit: Apesar de bastante tradicional, principalmente nas cidades do interior, a culinária mineira também apresenta cardápios requintados e mais elaborados baseados em pratos de outros países como França, Itália, Espanha, Marrocos e Japão. A renovação no menu ganha adaptações eventualmente e tem conquistado cada vez mais o público. Na foto em questão é apresentado um Confit de Canard, prato francês servido em um restaurante em Belo Horizonte.

 

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Dobradinha: Tal como o pão de queijo, fígado com jiló, broa de fubá, e outras delícias da mesa mineira, a dobradinha com feijão branco é um dos pratos muito presentes na culinária mineira. O prato originalmente português da cidade do Porto foi trazido para terras brasileiras e incorporado à culinária local.

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Fígado com Jiló: O prato que leva jiló e fígado bovino feitos na chapa, acompanhados de cebola em rodelas é um dos principais tira-gostos nas mesas. É considerado o prato mais tradicional no Mercado Central de Belo Horizonte, ponto de encontro entre os moradores da capital mineira e de turismo para os visitantes.

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Horta: A plantação de hortaliças é algo muito comum nas cidades menores e tem se tornado uma grande tendência nas capitais do país. Adeptos de uma alimentação mais saudável e livre de agrotóxicos, alguns habitantes das grandes cidades tem criado soluções para plantarem pequenas quantidades de verduras e temperos para consumo próprio. Na foto em questão, a proposta de uma horta adaptada junto à cerca de uma cozinha externa à casa foi apresentada durante uma feira de arquitetura e decoração realizada em Belo Horizonte no ano de 2015.

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Pão de queijo: A principal quitanda da cozinha tradicional de Minas Gerais aparece com um frequência quase diária da mesa de café da manhã. A receita que leva queijo minas, polvilho, leite e ovos caiu no gosto dos brasileiros e expandiu para o restante do território nacional, entretanto, é por excelência mineira.

|Foto e Texto : Hebert Júnior

 

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O gosto cítrico da vida

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Sinto o gosto das frutas cítricas quando penso nos trópicos, no Brasil e nas suas praias e cores. Não moro mais lá, mas a raiz brasileira ainda pulsa em mim. O gosto das suas frutas cítricas, laranja, tangerina, limão. Elas amargam minha boca, minhas têmporas latejam e minha boca enche de água.

Ahhh, o cítrico. Cheiro cítrico, gosto cítrico. Amo o cítrico.

Meus amigos sempre me diziam que eu era amarga, mas na verdade acho que eu sou cítrica, em meu cheiro e gosto.

Minhas lágrimas são cítricas assim como meu suor. Quando me corto, o gosto do sangue que se vai de mim é igualmente cítrico. Sei porque já experimentei.

Quando a vida me dá uma paulada e eu caio, o cítrico vem aos meus olhos, meu coração e minha vida se enche desse amargo. Que não é ruim, é apenas amargo.

Porque tudo tem que ser doce para ser bom? Por acaso é ilegal gostar do amargo?

Uns preferem o branco, outros o preto, uns preferem o dia, outros a noite.

Uns tem vida doce, outros, amarga.

Eu sou cítrica, porque minha vida não é doce. Tenho lutas, desafios, loucuras e delírios, e em todos esses momentos o cítrico me vem à mente, como o gosto de um limão fresco, cortado e sangrado, exprimido na minha boca.

Um sabor desafiador que me vem e indaga se posso mesmo suportá-lo. E eu digo, sim. Posso gostar do limão, com suas amarguras e acidez. Porque não vejo no cítrico um mal e sim um desafio.

Fazer uma limonada com os limões que a vida nos dá, e ainda melhor do que esperar sempre o doce gosto do morango que pode não vir, ou ainda nos enjoar.

Cítrica: a vida, assim como as frutas tropicais. Cítricas: as lágrimas, o sangue, o suor, as lutas e a dor.

Cítrica: eu.

Rô Mierling

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Fados com Sabor a Brasil

dddO Fado é a canção nacional portuguesa. Terá surgido no séc. XIX, entre prostitutas e marinheiros. Há também quem diga que veio dos árabes e o certo é que a música árabe e o fado têm muitas vezes sonoridades semelhantes. O que se sabe sem qualquer dúvida é que era uma canção das gentes simples, que versava sobre a vida do quotidiano, sobre os amores e desamores do dia-a-dia.

Foi com Amália Rodrigues que a poesia mais erudita chegou ao fado. Cantou Camões, Almada Negreiros, David Mourão-Ferreira, Ary dos Santos, entre muitos outros. E não tardou também a incluir no seu reportório poemas de autores brasileiros.  Temos, por exemplo, o belíssimo poema “Soledad” de Cecília Meireles, do qual não se conhece nenhum versão de estúdio, mas que Amália cantou várias vezes ao vivo e que os Amália Hoje interpretaram durante o projecto com o mesmo nome.

Houve vários outros fadistas que seguiram o exemplo de Amália e têm usado textos de poetas brasileiros para os seus fados. Temos até o “Fado Tropical”, escrito e interpretado por Chico Buarque. Esta partilha é mais um sinal da ligação forte que une os dois países; é mais um motivo para comunhão de culturas; é mais um laço que nos torna irmãos.

 

Poema: Canção

Autor: Cecília Meireles

Intérpretes: Amália Rodrigues, Dulce Pontes, Gonçalo Salgueiro, Maria de Fátima, etc.

Notas: Cantado pela primeira vez por Amália Rodrigues, musicado por Alain Oulmain,  alteraram o nome para “Naufrágio”.

 Pus o meu sonho num navio

e o navio em cima do mar;

– depois, abri o mar com as mãos,

para o meu sonho naufragar

 

Minhas mãos ainda estão molhadas

do azul das ondas entreabertas,

e a cor que escorre de meus dedos

colore as areias desertas.

 

O vento vem vindo de longe,

a noite se curva de frio;

debaixo da água vai morrendo

meu sonho, dentro de um navio…

 

Chorarei quanto for preciso,

para fazer com que o mar cresça,

e o meu navio chegue ao fundo

e o meu sonho desapareça.

 

Depois, tudo estará perfeito;

praia lisa, águas ordenadas,

meus olhos secos como pedras

e as minhas duas mãos quebradas.

 

Poema: Mãe Preta

Autor: “Piratini” (Antônio Amábile)

Intérpretes: Maria da Conceição, Dulce Pontes, etc.

Notas: A versão original foi interpretada, pela primeira vez em Portugal, por Maria da Conceição. Entretanto, a letra foi censurada pelo regime e deixou de se ouvir. Em “Barco Negro”, Amália retoma a melodia com um novo poema de David Mourão-Ferreira, naquele que se tornaria um dos seus fados mais célebres.

 

Pele encarquilhada, carapinha branca,
gandola de renda caindo na anca,
embalando o berço do filho do sinhô,
que há pouco tempo a sinhá ganhou.

Era assim que Mãe Preta fazia.
Tratava todo o branco com muita alegria.
Enquanto na sanzala Pai João apanhava,
Mãe Preta mais uma lágrima enxugava.

Mãe Preta, Mãe Preta!

Enquanto a chibata batia no seu amor,
Mãe Preta embalava o filho branco do sinhô.

 

Poema: Saudades do Brasil em Portugal

Autor: Vinicius de Moraes

Intérpretes: Amália Rodrigues, Carminho, Kátia Guerreiro, etc.

Notas: Vinicius de Moraes compôs esta letra propositadamente para Amália Rodrigues, a qual a interpretou numa das suas famosas tertúlias em que o poeta brasileiro esteve presente.

 

O sal das minhas lágrimas de amor criou o mar
Que existe entre nós dois pra nos unir e separar
Pudesse eu te dizer a dor que dói dentro de mim
Que mói meu coração nesta paixão que não tem fim

Ausência tão cruel, saudade tão fatal!
Saudades do Brasil em Portugal!

Meu bem, sempre que ouvires um lamento
Crescer, desolador, na voz do vento,
Sou eu em solidão pensando em ti,
Chorando todo o tempo que perdi!

 

Poema:Fado Tropical

Autor: Chico Buarque e Ruy Guerra

Intérpretes: Chico Buarque, etc.

Notas: Poema que versa sobre a História brasileira,  sobre as raízes portuguesas do Brasil e sobre a relação entre os dois países.

 

Oh, musa do meu fado
Oh, minha mãe gentil
Te deixo consternado
No primeiro abril

Mas não sê tão ingrata
Não esquece quem te amou
E em tua densa mata
Se perdeu e se encontrou
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal

“Sabe, no fundo eu sou um sentimental
Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dosagem de lirismo ( além da sífilis, é claro)
Mesmo quando as minhas mãos estão ocupadas em torturar, esganar, trucidar
Meu coração fecha os olhos e sinceramente chora…”

Com avencas na caatinga
Alecrins no canavial
Licores na moringa
Um vinho tropical
E a linda mulata
Com rendas do alentejo
De quem numa bravata
Arrebata um beijo
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal

Meu coração tem um sereno jeito
E as minhas mãos o golpe duro e presto
De tal maneira que, depois de feito
Desencontrado, eu mesmo me contesto

Se trago as mãos distantes do meu peito
É que há distância entre intenção e gesto
E se o meu coração nas mãos estreito
Me assombra a súbita impressão de incesto

Quando me encontro no calor da luta
Ostento a aguda empunhadora à proa
Mas meu peito se desabotoa
E se a sentença se anuncia bruta
Mais que depressa a mão cega executa
Pois que senão o coração perdoa”

Guitarras e sanfonas
Jasmins, coqueiros, fontes
Sardinhas, mandioca
Num suave azulejo
E o rio Amazonas
Que corre trás-os-montes
E numa pororoca
Deságua no Tejo
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um império colonial
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um império colonial”

| António Granja

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Castanha do Pará

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Foto : Hernany Fedasi

A Bertholletia excelsa, popularmente conhecida como castanha-do-brasil, castanha-do-acre, castanha-do-pará, noz amazônica, noz boliviana, tocari e tururi é uma árvore de grande porte, muito abundante no norte do Brasil e na Bolívia, cujo fruto (ouriço) contém a castanha, que é sua semente. É uma árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa da Floresta Amazônica.

“Castanha” vem do grego kástanon, através do latim castanea.

O seu maior exportador não é o Brasil e sim a Bolívia, onde são chamadas de almendras, ou ainda “noz amazônica” e “noz boliviana”. Isto se deve à drástica diminuição da espécie no Brasil, devida ao desmatamento. O nome em português se refere ao Pará, cuja extensão no período colonial incluía toda a Amazônia brasileira. Os acreanos – por serem os maiores produtores nacionais de castanha – referem-se a elas como “castanhas-do-acre”. Alguns nomes indígenas são juvia, na região do Rio Orinoco e em outras regiões do Brasil.

Embora seja classificada pelos cozinheiros como uma castanha, os botanistas consideram a Bertholletia excelsa como uma semente, e não uma castanha, já que, nas castanhas e nozes, a casca se divide em duas metades, com a carne separando-se da casca.

Valor nutricional Tem alto teor calórico e protéico, além disso contém o elemento selênio que combate os radicais livres e muitos estudos o recomendam para a prevenção do câncer (cancro).

Fonte: Wikipédia

Curiosidade

Muito se houve sobre a discussão se o certo é castanha-do-pará ou castanha-do-Brasil. Longe de ser bairrismo paraense, o certo é castanha-do-pará, e a justificação é histórica.

Em tempos idos, de colonização, Portugal tinha duas colônias na América: o Brasil e o Grão-Pará. O Grão-Pará compreendia, o que hoje conhecemos como, Amazonas, Pará, Roraima, Amapá. Isso é tão verdade que o Grão-Pará aderiu à independência do Brasil 1 ano depois. Em 15 de agosto de 1823. Logo, a castanha-do-pará existia apenas no Grão-Pará, região mazônica, e nada mais justo do que ser conhecida como castanha-do-pará pois sua origem é de lá, o Estado colonial do Grão-Pará, e não castanha-do-brasil, como muitos hoje insistem em propagar.

Certo ou errado, verdade é que o nome é fato histórico, de uma colônia distinta do Brasil.

Fonte: sistersintravel.com
|Fotos : Hernany Fedasi

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Convento de São José

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Localizado em Belém, no estado do Pará. Construído em 1749, pelos frades capuchos de Nossa Senhora da Piedade, como Convento de São José, para promover as missões no Brasil. Em 2002, deu lugar ao espaço São José Liberto que abriga: a Capela São José; uma ourivesaria; um polo joalheiro; a Casa do Artesão; o Museu de Gemas do Pará; o anfiteatro Coliseu das Artes; o Memorial da Cela, e; o Jardim da Liberdade.

É o antigo convento de São José construído em 1749 pelos frades capuchos da Piedade, para promover as missões de evangelização em território brasileiro.

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Com a expulsão dos jesuítas do Brasil, por Marquês de Pombal devido divergências comerciais, o governo tomou posse do convento, que teve diversas funções ao longo de dois séculos, como: olaria; quartel do Batalhão de Pedestres; quartel do Esquadrão de Cavalaria (em 1804 durante governo de D. Marcos de Noronha); depósito de pólvora; hospital (em 1835 durante a Cabanagem), e; cadeia pública.

Em 1835, foi transformado em hospital, para socorrer os feridos nas batalhas da Cabanagem. Em seguida o prédio transformou-se em cadeia pública em 1843, devido muitos pacientes estarem sob a tutela da justiça. Em 1943, foram implantadas regras institucionais e prisionais mais rígidas porém mais humanas, além de novas instalações, e a cadeia se tornar um presídio de segurança máxima. Durante o governo de Magalhães Barata, o presídio passou por reformas tanto no âmbito físico, ganhando mais um prédio (anexo ao primeiro prédio, feito com pedra, grude de peixe e areia de praia), quanto na manutenção das normas prisionais, sob direção de Anastácio das Neves. Esta direção que sofreu criticas severas por implantar uma espécie de polícia interna, formada por próprios detentos, com objetivo de coibir os excessos e disciplinar.

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Foram 150 anos como cadeia pública e presídio São José – sendo desativado em 1998 após diversas revoltas. Em 2002, após restauração, deu lugar ao Espaço São José Liberto que abriga: a Capela São José (onde ocorre concertos de música sacra); uma ourivesaria; um polo joalheiro; a Casa do Artesão; o Museu de Gemas do Pará; o anfiteatro Coliseu das Artes (onde ocorre eventos culturais); o Memorial da Cela, e; o Jardim da Liberdade.

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Fonte: Wikipédia.

|Fotos : Hernany Fedasi

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Arnaldo Antunes em Portugal

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Arnaldo Antunes faz o show de lançamento do seu 16º disco “Já É”. No repertório, as inéditas “Põe Fé Que Já É”, “Se Você Nadar” e “Naturalmente, Naturalmente”, além de seus grandes sucessos.
 
Com cenário de Marcia Xavier e Anna Turra, Arnaldo sobe no palco acompanhado por André Lima (teclados, sanfona e vocais), Betão Aguiar (baixo e vocais), Chico Salem (guitarra, violões, guitarra portuguesa e vocais) e Curumin (bateria, MPC e vocais).

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Pontão do Lago Sul: um oásis no cerrado

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Nem Avenida Paulista, Cristo Redentor ou Olinda. Esqueça a nirvana cosmopolita, estou falando de terras ricas e secas candangas; arquiteturas suntuosas, homens de terno, tesourinhas e localizado na cidade que é Patrimônio Cultural da Humanidade, segundo a UNESCO. Venturis Ventis?

Fora da lista de landmarks brasileiros na spotlight, há um oásis dos deuses sob o cerrado, O “Pontão do Lago Sul”, adornado por águas artificiais, o Lago Paranoá, situando-se a mais de 1.150 metros acima do nível do mar.

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Inaugurado em março de 2002, trecho da orla sul do Lago Paranoá, o Pontão encontra-se ao lado da Ponte Costa e Silva, também conhecida como segunda ponte. O endereço é o seleto bairro Lago Sul, região nobre da capital federal. Concebido a partir de 1996 pelo Projeto Orla, contribuindo na amenização do clima seco de Brasília, o local é o ponto certo para aqueles que procuram entretenimento e apreciam uma bela vista, arrancando todos os meses, em média, cerca de 200 mil pessoas que frequentam seus restaurantes, bares, quiosques, parquinho para crianças, caixas eletrônicos, feiras, exposições, show, eventos esportivos, entre outros.

Ainda é possível, que o visitante, opte por chegar ao Pontão de lancha, na qual abrange quatro opções de píer para facilitar o seu acesso. Das margens, pode se observar uma incrível performance de manobras radicais de esportes náuticos no Lago Paranoá, praticados por amadores e profissionais de wakeboard e de windsurf.

Pertencente a uma área de 134 mil metros quadrados, com orla de 1,2 mil metros, oferece 1,5 mil vagas de estacionamento com total conforto e segurança.

Em síntese, um espaço recheado de lazer cercado por muito verde e segurança que colaboraram para transformá-lo em um dos pontos turísticos mais visitados de Brasília e integrá-lo a rotina dos moradores da cidade.

Qual o endereço?

SHIS – QL10 – lotes 1 a 33 – Lago Sul

Qual o horário de funcionamento?

Domingo a Terça – 07h a 00h Quarta e Quinta – 07h a 01h Sexta e Sábado – 07h a 02h

Qual o valor da entrada?

Entrada gratuita

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Pablo Santos

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António Zambujo: revela novo vídeo para “Injuriado”

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António Zambujo: revela novo vídeo para “Injuriado” Agora que “Até Pensei Que Fosse Minha”, o novo álbum de António Zambujo composto somente por canções de Chico Buarque, já se encontra disponível nas lojas e em todas as plataformas online e digitais, o músico revela o primeiro vídeo retirado deste disco, para a canção“Injuriado”.

 

O vídeo foi realizado por André Tentúgal, também ele músico e que já realizou vídeos para artistas como Jorge Palma & Sérgio Godinho, David Fonseca, Diogo Piçarra, entre outros. O Café Buenos Aires, em Lisboa, foi o local escolhido como cenário deste novo vídeo, no qual António Zambujo aparece acompanhado dos seus músicos, nomeadamente Marcello Gonçalves (no violão de 7 cordas), Ricardo Cruz (contrabaixo) e ainda João Moreira, Bernardo Couto e José Miguel Conde.

Do álbum “Até Pensei Que Fosse Minha” fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como “Cálice”, “Valsinha”, “Tanto Mar” ou “Geni e o Zepelim”.

O próprio Chico Buarque interpreta com António Zambujo o clássico “Joana Francesa”. Já a fadista Carminho participa no tema “O Meu Amor” e a cantora brasileira Roberta Sá tem uma participação especial na canção “Sem Fantasia”.

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Zéq Oliver – Um artista completo.

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Cantor, compositor, pianista, preparador vocal e professor de canto lírico, Zéq Oliver iniciou  os estudos de música aos 11 anos de idade no Conservatório de Música do Estado de Sergipe. Em 2004, após concluir o curso Técnico em Piano, deu início à Graduação em Música na Universidade Federal da Bahia, onde estudou durante três anos Composição e Regência e posteriormente Canto. Durante os dez anos,em Salvador, desenvolveu um trabalho voltado à área de pesquisa em preparação vocal junto de cantores de diversos estilos musicais que iam desde o Gospel, passando pelo Canto Popular e Lírico, o que lhe trouxe uma vasta experiência no conhecimento técnico do desenvolvimento das habilidades vocais.

Zéq’ Oliver graduado em música erudita com mestrado em Musicologia pela Campbellsville University nos Estado Unidos, tornou-se um grande artista versátil.

Dono de uma voz única, mestre em releituras de obras de intérpretes como Barbra Streisand, Frank Sinatra, Michael Jackson, Elton John e outros grandes nomes da música mundial.

Zéq’ Óliver estará em Portugal dia 22 de outubro, às 23h. no Café Concerto São Mamede, Guimarães em apresentação única, para interpretar standards do jazz americano e sucessos da música pop.

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Vinicius de Moraes.

19 de Outubro de 1913 Nascia no Rio de Janeiro o grande cantor e compositor brasileiro Vinicius de Moraes.

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Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil.

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A 12 de Outubro celebra-se o dia de Nossa Senhora da Aparecida, padroeira do Brasil.

Uma festividade religiosa que é feriado nacional desde 1980, quando o Papa João Paulo II consagrou a Basílica de Nossa Senhora da Aparecida em São Paulo, o quarto Santuário mariano do mundo.

Segundo os relatos históricos, a imagem da Nossa Senhora da Aparecida terá surgido em 1717 quando D.Pedro de Almeida, conde de Assumar e governante da capitania de São Paulo e minas de ouro estava em Guarantinguetá a caminho de Vila Rica. O povo local quis homenagear Dom Pedro e oferecer-lhe peixes, apesar de não ser a época da pesca, rezou à Virgem Maria e apanhou uma quantidade abundante de peixe.

A devoção cresceu e já no século XX, o Papa Pio IX, por decreto, reconheceu Nossa Senhora da Aparecida como Padroeira do Brasil em 1930. Mais tarde, em 1980, a data passou a ser feriado brasileiro.

Um abraço a todos os fieis do Brasil e aos nossos amigos portugueses que partilham a fé na virgem maria.

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