Tarja Turunen e a ressignificação musical do cru

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@pablobpsantos

Ser expulso de algo não é fácil de superar, principalmente se o “algo” for o grandioso e mundialmente aclamado Nightwish, que vem se esvaindo em sua essência qualitativa desde os últimos trabalhos. Numa carta aberta ao público endereçado à Tarja, o frontman do Nightwish, Tuomas Holopainen, a descreveu como mesquinha, e adicionou que negócios e dinheiro haviam tomado conta da portadora da voz so prano lírico-spinto.
Talvez Tuomas esteja pagando com a língua, a querer forçar o lado comercial da banda, na tentativa de supervalorizar sua escrita nas faixas de Endless Forms Most Beautiful (2015); a temática evolucionária, e até mesmo a participação do polêmico Richard Dawkins, biólogo evolutivo, não surtou efeito aos ouvidos do público.

Ser expulso de algo não é fácil de superar, principalmente se o “algo” for o grandioso e mundialmente aclamado Nightwish, que vem se esvaindo em sua essência qualitativa desde os últimos trabalhos. Numa carta aberta ao público endereçado à Tarja, o frontman do Nightwish, Tuomas Holopainen, a descreveu como mesquinha, e adicionou que negócios e dinheiro haviam tomado conta da portadora da voz só Talvez Tuomas esteja pagando com a língua, a querer forçar o lado comercial da banda, na tentativa de supervalorizar sua escrita nas faixas de Endless Forms Most Beautiful (2015); a temática evolucionária, e até mesmo a participação do polêmico Richard Dawkins, biólogo evolutivo, não surtou efeito aos ouvidos do público.

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Apesar de sua supremacia operática, Tarja vem caminhando a passos largos quanto sua dinamicidade; basta um simples olhar em qualquer faixa do My Winter Storm (2007) a In The Raw (2019), e veremos sua constante mudança, e que até as difere de seu estilo, como a participação do maior percussionista do mundo, Carlinhos Brown, na canção “Spirits of the Sea: “No lado bom da coisa, estou muito feliz por ter Carlinhos Brown, um super famoso artista brasileiro que é um grande percussionista. Ele definitivamente ajudou a moldar o som tribal da maioria dos discos de sucesso do Sepultura. Ele me deu o sabor pelo qual estava procurando na canção. Agora os meus ouvintes podem fazer um mergulho profundo para abraçar a memória dos espíritos do mar comigo.”

Em seu novo álbum de estúdio, “In The Raw (2019)”, Tarja aposta no rock clássico, coro rasgante e sequências esplêndidas de bateria, tendo como destaque as faixas “Dead Promises”, “Tears in the Rain” e “Serene”.
“Eu realmente gosto de como a guitarra soa: na sua cara”, diz ela. “Se eu estou cantando poderosamente, eu preciso de algo poderoso atrás de mim para que eu não me sinta sozinha.” Lançado em 30 de agosto pela gravadora earMusic, In the Raw contém 10 faixas, e como convidados: Cristina Scabbia, Tommy Karevik e Björn “Speed” Strid do Soilwork.

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