Cultura com Sotaque – HUDSON ANDRADE

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HUDSON ANDRADE é ator formando pela Escola de Teatro e Dança da UFPA.

Como dramaturgo foi premiado duas vezes pela Fundação Nacional de Arte – FUNARTE, em 2003 (O Uirapuru) e 2004 e em 2012 lançou o livro Quadra de Encantarias, que reúne quatro de suas obras: O Glorioso Auto do Cristo-Rei, O Auto de Judas Iscariotes, Kojiki e Deus Ex machina. Fez ainda uma adaptação do clássico de Miguel de Cervantes, Dom Quixote da Mancha. Possui várias parcerias com o Instituto Universidade Popular – UNIPOP, para quem adaptou Caiu o Ministério, de França Júnior e O Auto da Feira, de Gil Vicente; escreveu ainda o original Frik Show, que foi levada à cena como O Gran Circus Brazilis. No ano de 2002 fundou a Nós Outros Companhia Teatral onde iniciou suas atividades como diretor, trabalhado em espetáculos como O Glorioso Auto do Cristo-Rei, que ficou sete anos em cartaz, além dos sucessos de público Acorde, Margarida, O Auto de Judas Iscariotes, O Assassinato de Machado de Assis e Ópera Profano. Ministra cursos, workshops e oficinas de teatro e leitura dramática, além de fazer preparação para a capacitação do curso de teatro da ETDUFPa, além de preparação de atores e não atores para vídeos institucionais, campanhas publicitárias, apresentação de trabalhos, etc. há três anos ministra aulas de teatro para inscritos em programas sociais, crianças desde sete anos até adolescentes de dezassete anos.

DESEJOS CULTURAIS: Belém precisa de uma POLÍTICA DE INCENTIVO À CULTURA. Não são editais, mas ações de formação e fomento. É necessário o resgate da cultura popular, dos antigos mestres em várias manifestações; cursos de capacitação em teatro, dança, música, figurino, cenografia, que garantam a manutenção de artes como Pássaros, Cordões, Quadrilhas, etc.

Nossa cidade é carente de ESPAÇOS onde os grupos teatrais amadores possam ensaiar e apresentar seus espetáculos. Os teatros pertencentes ao Sistema Integrado de Teatros não possuem uma gestão capaz de atender às inúmeras demandas dos artistas amadores locais.

Os teatros particulares possuem pautas incompatíveis com nossa realidade econômica. Nesse sentido, há que se criar condições – inclusive restaurando teatros, como o São Cristovão – para que se possam usufruir de espaços legitimamente criados para os artistas populares.

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Belém precisa DAR VISIBILIDADE aos seus artistas, sobretudo os amadores e populares, garantindo linhas de crédito, financiamentos, etc, que permitam a produção de espetáculos, áudio-visuais, festivais de teatro, dança, música, feiras de livro, etc. sobretudo, o artista paraense precisa ser respeitado como o trabalhador que é, que investe tempo, recursos próprios, conhecimento para manter viva a Arte e a Cultura do povo paraense.

| Hernany Fedasi

http://www.facebook.com/sotaques – Cultura Luso-Brasileira !

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