“Um amor proibido …. a padeirinha e o nobre” Biscoitos Diogo

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As histórias perduram no tempo das famílias, e sem dúvida que na família “ Diogo” são várias, com muitos momentos , que marcam a sua história. Possivelmente no século XVIII, sob regência de el rei D. Pedro II, já a casa onde hoje em dia se fabricam os afamados “ Biscoitos Diogo”, existia e a família dedicava-se ao armazenamento de farinhas, e à produção das famosas “ Carcaças ou sêmeas” sendo também a agricultura o seu sustento Uma bela quinta abraçava a “ Casa Amarela “, onde abundava a fruta, os legumes , os cereais e o vinho.

 

 

De salientar que na frente da casa da família, existia a famosa e genuína
“ Fonte da Senhora “pertença da família, sendo datada possivelmente do ano de 1800, de onde as gentes da “ Boavista” abasteciam as suas casas e a família utilizava para produzir o pão.

Os factos históricos permitem-nos dizer que em 1840, para além do pão, começam
a fabricar-se os primeiros biscoitos ( argolinhas, valonguenses) sob a gestão de António Alves Marques Moreira e Cândida de Sousa Ribeiro das Neves .
De entre os oito filhos, o filho mais novo, José, garante a continuidade do negócio dos seus pais e quando casa com, Cândida Felgueiras das Neves, assumem a gestão do negócio familiar e surge assim , o registo da patente “ Biscoitos Diogo” e o nome com que a família hoje em dia é conhecida.  Decorria o ano de 1900, e a Casa com sangue novo e
empreendedor, começa a destacar-se no mercado Portuense.

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José de Sousa Moreira Diogo, Regedor da Vila, e figura distinta era apreciado pela sua humildade e generosidade, o que aliado aos seus excelentes produtos, tornou-se uma pessoa muito querida.  As receitas dos afamados biscoitos Diogo, são provavelmente muito anteriores a sua fundação.

Inicialmente produziam-se cerca de 60 qualidades de biscoitos.  Decorridos quase 180 anos, a família mantêm a tradição. Atualmente são cerca de 30 qualidades. De destacar os biscoitos de milho, recentemente premiados, entre os cacos, os degestivos, os coquinhos… são vários…e de comer e chorar por mais…  São cozidos em forno de lenha e sem qualquer tipo de corantes ou conservantes. Esperamos ir de encontro aos vossos objectivos e superar as vossas expectativas! Biscoitos feitos de forma artesanal.

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Link para visualizar a revista on-line: https://issuu.com/sotaques/docs/sssn
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