Portugal Fashion enche de glamour o Palácio da Bolsa

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E ao terceiro dia, o cenário do Portugal Fashion mudou-se para o belo e emblemático Palácio da Bolsa. Os criadores estiveram à altura da estética sedutora do espaço, mostrando coleções onde o glamour e a elegância foram as palavras de ordem.

Ricardo Preto, com a marca Mean, abriu o dia de desfiles. Apresentou uma coleção que presta um tributo ao espectáculo do coreógrafo Rui Horta, que homenageou o génio da música contemporânea, John Cage -cores  como o azul, o bordeaux ou o preto contrastam com os tons laranja, verde, amarelo e orquídea, compondo uma sinfonia Outono/Inverno, que realça a silhueta da mulher.

Também com uma inspiração artística, a coleção da estilista Anabela Baldaque “Tea time”, seduziu-nos com o romantismo outonal que se aproxima. Adereços como as sedas, o jersey, as fantasias ou as listas foram coloridos com tons como o beje, o azul, o preto ou o laranja, onde a maior preocupação é o conforto dos usuários.

De Paris, o designer Diogo Miranda, que esteve em destaque na semana prêt-a-porter de moda da cidade luz, trouxe-nos o motivo da sua coleção “Paris n°1”. Uma coleção que remete para o imaginário da ficção científica com a predominância de cores como o bordeaux, o azul, o telha e o branco,   envolvendo  corpos com ombros acentuados e cinturas definidas.

Carlos Gil voltou a marcar mais uma edição do Portugal Fashion. A sua coleção “All in” funde os materiais tecnológicos com as matérias-primas naturais, reforçando a ecologia como um dos valores mais poderosos na moda do estilista.

A natureza também marcou o desfile de Suzana Bettencourt. Mais precisamente o contraste entre a arquitectura e a natureza, com  os tons cinza e terra aplicados nos tradicionais jacquards e estampados com texturas.

Por sua vez, a designer Estelita Mendonça revelou-nos uma dimensão criativa do uniforme de trabalho. Nos seus modelos imperam as cores escuras e sóbrias, realçando a personalidade afirmativa dos criativos, e mostrando que a vida laboral do século XXI deve comportar essa característica empreendedora.

Destaque, igualmente, para os novos valores da plataforma Bloom . Os estilistas Alexandre Marrafeiro, Andreia Oliveira e Tiago Carneiro, da marca Klar, brindaram o público com um desfile num estilo funcional, estrutural e estético, que reflecte a sua  filosofia de estilo.

O sempre aguardado desfile de Miguel Vieira foi o resumo  perfeito do dia no Palácio da Bolsa: a sua coleção minimalista e luxuosa, com fatos de base artesanal, sapatos feitos à medida e tecidos jacquard com motivos geométricos, couro e lantejoulas, criam uma silhueta sofisticada e cheia de estilo, que se enquadrou no espírito deste notável edifício da Invicta.

Hoje encerra-se a 36 edição do Portugal Fashion “Reflector”, tema que homenageia a moda como fenómeno que reflecte um Portugal empreendedor e moderno . Não faltam razões para ir à Alfândega do Porto: os desfiles de Nuno Baltazar, Luís Onofre, das marcas Lion of Porches, Vicri e Dielmar e a coleção de Fátima Lopes, que fecha o Portugal Fashion 2015, são os pontos altos mais esperados pelos amantes das melhores propostas da moda nacional

Arlequim Bernardini

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