Santiago Belacqua, o artista que fez regressar Amália a Paris

xxSantiago Belacqua é o mentor do projecto Portugal Monumental. Um projecto em que este artista plástico mostra o património cultural e arquitectónico do país, com quadros de alguns dos maiores ícones culturais portugueses.Conheça melhor o artista que fez regressar Amália a Paris.

 

P- Como caracteriza o seu estilo como artista plástico ?
SB –O meu “estilo” é pintar o que tento encontrar nos olhares… de outros. Que sejam outros olhares a carecterizar o que pinto.

P -Quais são as suas obras que mais prazer lhe deram criar e com as quais mais se identifica?
SB – A maior paixão, e dedicação, é pintar Portugal Monumental. Tenho muito gosto em visitar as nossas terras, envolver os seus residentes, até mesmo autarcas, para desenvolver este conceito.
Agora estou a pintar a “outra portugalidade”.

P – Que temas aborda na sua obra ?
SB – Vários : figuras públicas, heróis do nosso país, mas também o anónimo, e os meus amigos, a quem estou a dedicar um álbum: Os Intocáveis.
Eu pinto o mundo que me rodeia, e o mundo é enorme!

P – O projecto ” Portugal Monumental” procura mostrar a cultura portuguesa ao mundo. Pode falar-nos deste projecto ?
SB – Não pensei, nunca, mostrar a cultura portuguesa ao mundo! Quem sou eu para representar a cultura portuguesa?? Eu só mostro uma coisa da nossa cultura: o nosso património arquitectónico. Parcialmente, pois jamais terei oportunidade de retratar todo o país.
Havendo convite consistente e sem prejuízo para mim de mostrar Portugal Monumental ao mundo, cá estarei!
P- Que importância tem esta ligação com a Atlas Violeta para a divulgação do seu trabalho artístico ?
SB -Tendo a Atlas Violeta como objecto a projecção da cultura dos países lusófonos, tornou-se para mim de grande importância. Sendo que, quando aderi a esta associação, não a encarava como um mecanismo de divulgação do meu trabalho, zero, gostei, e gosto, muito das pessoas que a lideram!
Achei o projecto de grande importância, que está a crescer, e notei que a Atlas tem um lema importante, também meu desde sempre: fazer.

P – Quais são as suas grandes referências artísticas ?
SB – Várias e nenhuma. A História mostra-nos trabalhos de muitos fantásticos artistas, mas também conheço artistas com belíssimas pinturas, que a História nunca revelará. E eu estou no seu meio. A minha referência artística é simples: Quando alguém diz sobre uma tela minha “isto é brutal”, sei que ao criar essa emoção num olhar me obriga a fazer melhor.

P – Que importância teve a presença da sua obra na exposição no Carrousel do Louvre em Paris ?
SB –A ida ao Carrousel du Louvre, que agradeço à Cristina Bernardini e à Atlas Violeta, prende-se com um ícone português: A Amália regressou, desta vez em tela, a Paris!
Em off the record : vim com uma nova ideia que já estou a desenvolver…

 

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